FIQUE POR DENTRO DA SAJP Nº 011

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

15 de agosto de 2022

 

 

mãos unidas

Dia do Voluntariado e Dia da Vizinhança Solidária

O mês de agosto apresenta duas datas importantes para a sociedade: no dia 28 de agosto, comemora-se o Dia Nacional do Voluntariado e no dia 31 de agosto, comemora-se o Dia da Vizinhança Solidária.
Ambas as datas, embora pouco conhecidas, são de extrema importância, pois têm reflexos diretos em nosso dia a dia e possuem profunda ligação entre si.
O Dia Nacional do Voluntariado foi instituído pela Lei nº 7.352, em 28 de agosto de 1985, e regulamentado somente na década de 1990 pela Lei nº 9.608.
Pode-se definir como voluntário “aquele que se compromete com um trabalho, ou assume a responsabilidade de uma tarefa, sem ter a obrigação de o fazer.”
No trabalho voluntário, cada pessoa contribui na medida de suas possibilidades e com o tempo livre de que dispõe. As formas de ação voluntária são variadas e podem ser prestadas presencialmente ou à distância: realizando ações individuais; participando de campanhas; juntando-se a grupos comunitários; trabalhando em organizações sociais; participando de projetos públicos; sendo voluntário em escolas, etc.
O voluntário faz parte da essência humana e é uma das manifestações de empatia e de amor ao próximo e aos demais seres vivos.
Faz bem para quem faz e para quem recebe essa manifestação de humanidade. Podemos citar alguns benefícios ao voluntário, como: Oportunidade de aprender com os outros, Possibilidade de desenvolver ideias inovadoras, Maior bem-estar, Aprimorar a sensibilidade e empatia.
O Programa Vizinhança Solidária (PVS) da Polícia Militar do Estado de São Paulo, parceria da Polícia Militar com a comunidade tem como principal objetivo suscitar na sociedade o que é essencial nas relações humanas: a integração entre as pessoas, a preocupação mútua e a sensação de pertencimento. Como consequência desta mobilização tem-se a minimização das aflições, melhora da sensação de segurança, redução real e matemática da criminalidade.
Destacamos que o programa Vizinhança Solidária está atuante em nossa comunidade e essa atuação é resultado do Trabalho Voluntário de pessoas que buscam a melhoria de nossa região. São voluntários, muitas vezes anônimos, que por meio do programa e da Associação: SAJP, têm trabalhado para nossa segurança e também prestando ajuda para creches, escolas, asilos e outras tantas áreas que necessitam de auxilio.
Porém, quanto mais o trabalho é realizado, mais “descobrimos” que há muito mais a fazer. Necessitamos, cada vez mais, de pessoas dispostas a dar de si, seu tempo, atenção e amor àqueles que necessitam. Todos temos “dons” que precisam ser exercitados, basta querer utilizá-los.
“Se você não gosta do que vê, seja voluntário”.

Marcus Vinícius de Abreu

MIssão Visão e Valores

Missão, Visão e Valores

Recentemente, com a preciosa assessoria voluntária da associada Adriana Paes, definimos a Missão, Visão e Valores da SAJP. Foi um processo bastante rico, de troca entre as pessoas que participaram, e assim chegamos aos textos finais. 
Mas o que são a “Missão, Visão e Valores”? Provavelmente você já tenha visto em sites ou em placas nas paredes das empresas. 
A “Missão” é o por quê uma empresa ou instituição existe. É o seu DNA. Se o seu texto tiver sido bem definido, é provável que a empresa ou instituição nunca precise alterá-lo ao longo de sua vida. 
A “Visão” é onde se que chegar. É um objetivo que se quer atingir. Deve ser desafiador, para que as pessoas da empresa ou instituição se sintam inspiradas a fazer o “algo a mais”, a andar aquele quilômetro adicional para se chegar lá. Ao mesmo tempo que em deve ser desafiador, deve ser realista. De nada adianta se estabelecer uma visão que seja inalcançável, impossível de se concretizar.
Por sua característica efêmera, diferentemente da “Missão”, a “Visão” pode e deve mudar ao longo dos anos. Ao se atingir o objetivo, ou estando-se já muito perto de realizá-lo, é recomendável estabelecer-se outra visão, que orientará a empresa ou instituição ao longo dos próximos anos.
Já os “Valores” são os trilhos sobre os quais a empresa ou instituição irá trilhar seu caminho em busca da “Visão”. Não é um “vale tudo” para se chegar lá. Há que se respeitar os valores estabelecidos, lembrar-se deles na caminhada. Uma vez que os próprios valores da sociedade podem mudar ao longo dos anos, os valores estabelecidos numa instituição também podem mudar, embora bem menos do que a “Visão”.
E aqui estão a “Missão, Visão e Valores” da SAJP:
 
MISSÃO
Promover a cidadania e a melhoria da qualidade de vida das pessoas, por meio da união da comunidade e esforço colaborativo, fomentando a responsabilidade da sociedade em exercer seus direitos e deveres.
 
VISÃO 
Ser referência da sociedade civil organizada do Jardim Prudência e Adjacências nos temas de segurança, infraestrutura, meio ambiente, urbanismo e engajamento em causas sociais, por meio de uma participação ativa e voluntária dos moradores.
 
VALORES
Entender as necessidades da comunidade.
Inspirar e engajar as pessoas.
Nutrir o senso de direitos e deveres em todos.
Promover os relacionamentos éticos, vigilantes e colaborativos na sociedade.
 
Cabe a nós todos agora fazer com que esses textos não sejam algo esquecido numa parede, ou num site. Que sejam inspiradores para seguirmos a caminhada em busca de uma sociedade melhor e mais justa. Que nos ajude a priorizar e orientar nossas ações ao longo dos próximos anos.
São todos bem vindos a caminhar conosco.

Marcio Kennedy Yatsuda

Ateliê na Caixa D'Água

Ateliê na Caixa D’Água

Sabe aquela edificação amarela conhecida como a Caixa D’agua localizada na rua Gentil de Leite Martins? Por mais de 1 década foi chamada de “A Torre da Arte”
Este espaço especial e marco do nosso bairro foi, durante 18 anos, o ateliê do pintor Luiz Cazarré, que chegou por acaso ao local quando guardava seu trailer em um terreno na Rua Ossian Terceiro Telles.
Foi amor à primeira vista”, disse o pintor, quando pode entrar na torre, imaginando que seria o espaço ideal para trazer nas telas o que de melhor sabia fazer: pintar.
Durante a nossa conversa, nos conta também que precisou fazer algumas adaptações para desenvolver seu trabalho, inclusive a colocação de uma escada que permitia alcançar o andar de cima. A inauguração do espaço se deu em 1985.
“Foi o momento mais produtivo da minha vida”! Lá, ele pode pintar diversos quadros e participar, por conta disto, de várias exposições, uma inclusive que teve como tema Os Cantos do meu Canto”.
Uma outra lembrança e não menos importante teria sido a festa de 15 anos da filha. Imaginem que coisa fascinante: ter como salão de festas um ambiente tão inimaginável.
Naquela época o bairro era muito tranquilo e as pessoas se conheciam muito mais, andavam pela rua com tranquilidade, pois ainda existiam muitas propriedades com enormes áreas verdes.
Se fecharmos os olhos, poderemos imaginar como era o bairro: cheio de arvores, pássaros e uma serenidade que infelizmente não vemos mais.
Temos um marco importante e único, pois nem todos os bairros vizinhos dispõe de estórias tão interessantes e que se conservam até os dias de hoje. A existência desta Torre, o que representou para os moradores no que diz respeito ao abastecimento de água naquela época, e depois a permanência de um pintor, nos causa muito orgulho.
Entendo que sejamos responsáveis pela preservação, cuidados e utilização desta área. Espero também, que em um futuro próximo possamos ter mais um local de encontros e convívio!
“ Moramos neste bairro desde 1979. Meus pais compraram a casa onde moram até hoje no final da Gentil de Leite Martins. As ruas eram de terra e foram asfaltadas uns 2 ou 3 anos após. Essa caixa d’agua esconde embaixo dela um poço artesiano para que a água fosse bombeada para a rede que abastecia as casas de cima” Murillo Terciano 
“ Nossa, quando eu era criança meu irmão dizia que era castelo de bruxa e se eu não fosse uma menina boazinha a bruxa vinha buscar. Aí fui crescendo, e, quando jorrava água, a gente ficava brincando ali e eu chegava toda molhada em casa, mas era uma delicia minha infancia” Cristina Luck 
“ Durante alguns anos foi usada como cenário de gravação para um dos personagens do Castelo Ra Tim Bum” Erika Cazarré Falcão 
“ Chegamos em 1958, tinha 3 anos, meu pai comprou um terreno de 3 mil metros, um verdadeiro paraiso, horta, galinhas, pomar, vivi neste lindo lugar até o progresso chegar e transformar tudo em 15 casas, mas conservei minha essência, continuo morando aqui em uma delas exatamente onde era o pomar” Eduardo Graciano
Essa torre é um simbolo do bairro, inclusive, na casa da minha mãe, tem um quadro com o desenho dessa torre.” Elaine Lippi Amerise

Luiz Cazarre

Luiz Cazarré
Carioca, nascido em 1943, filho de atores de destaque na 1ª metade do século 20.
Filho de Darcy Cazarré, gaúcho de Pelotas e um dos atores mais aplaudidos do teatro brasileiro na primeira metade do século XXI.
Aos 5 anos após a morte do pai, aos 53 anos, sua mãe tornou a casar-se com um paulista e ele e o irmão mais novo, Olnei Cazarré, comediante de teatro e cinema e exímio dublador, se mudaram São Paulo.
Assim que chegou a São Paulo em 1958, fez curso de desenho no Liceu de Artes e Ofícios de São Paulo, posteriormente ingressou no curso de Desenho e Pintura na Fundação Armando Álvares Penteado, onde foi aluno da mestra Maria Victoria Machado.
Na XII Bienal Internacional de São Paulo, foi contemplado com o Prêmio Cidade de São Paulo. Anteriormente havia feito exposições em diversas galerias de Arte além de ter trabalhos expostos em Paris, Portugal e Japão.
“A minha vida artística se iniciou com o desenho, indo como seria natural para a pintura”.
Dentre os locais por ele retratados em seus quadros, figura como tema “A Torre da Arte”,
Foi citado inclusive e teve trabalhos reproduzidos nos livros da Coleção Brazilian Arte.
Atualmente está radicado em Ribeirão Preto, onde em seu Atelier continua produzindo desenhos e Pinturas.

Lorena Rabarchi Graciano

Corrente do bem

Corrente do Bem SAJP

A Corrente do Bem da SAJP está cada dia com mais voluntários, por isso, criamos um grupo no zap para compartilhar as demandas do nosso entorno.
Se quiser participar, acesse o link: https://chat.whatsapp.com/ECQdYlT9YGJ2nD81jBRhuQ.
Sempre que tiverem doações, podem avisar, que eu faço a distribuição onde mais necessitar.
Por meio de nossa Vizinhança Solidária, a Campanha do agasalho foi um sucesso!!!
Conseguimos atender a várias famílias de vários lugares, inclusive a comunidade que pegou fogo, recentemente: “Morro do Piolho”.
Em breve, teremos mais eventos: Festa do dia das crianças no CDC, Campanha da Fundação Pró-Sangue junto com o São Sabas!
Em novembro, estamos programando um Evento no São Sabas!!! Aguardem novidades!

Elaine Pascon

Reciclagem

“Conscientizando”: Coleta Seletiva na cidade de São Paulo

A coleta domiciliar seletiva está presente nos 96 distritos do município de São Paulo, cobrindo cerca de 76% das vias. O serviço de coleta domiciliar conta com aproximadamente 6 mil funcionários e 555 veículos. As duas concessionárias responsáveis pela coleta da cidade são: Loga, encarregada pela prestação dos serviços divisíveis no agrupamento Noroeste (Centro, Norte e Oeste) e Ecourbis, responsável pelo agrupamento Sudeste (Sul e Leste); ambas possuem concessão de 20 anos.
Na prática, as empresas recolhem os resíduos recicláveis nas residências e destinam prioritariamente para as 25 cooperativas de reciclagem habilitadas no Programa Socioambiental de Coleta Seletiva da Prefeitura, que ficam com 100% do lucro das vendas dos materiais, gerando renda para cerca de 940 famílias de cooperados.
Os resíduos remanescentes são encaminhados para às duas Centrais Mecanizadas de Triagem da capital (Carolina Maria de Jesus e Ponte Pequena), que são operadas pela cooperativa habilitada Coopercaps. Ao chegarem nas Centrais, os materiais passam pelo processo de triagem, prensagem, pesagem e depois são comercializados pela cooperativa através de um leilão eletrônico.
De acordo as diretrizes da resolução 109/AMLURB/2017, o dinheiro da venda dos recicláveis deve ser destinado para o Fundo das Centrais de Triagem Mecanizadas – onde 50% do lucro das vendas deve retornar para as cooperativas habilitadas, através do custeio das despesas com manutenção e com a operação de triagem, equipamentos, espaço físico e veículos. O restante do fundo deve ser destinado para investimento em capacitação profissional e auxílio aos cooperados.
Somente em 2019 foram recolhidas cerca de 80,4 mil toneladas de materiais recicláveis, o que representa um aumento de 4,6% em relação ao mesmo período de 2018, quando foram coletadas 76,9 mil toneladas. Demais quantitativos, clique aqui

Ecourbis:
Cidade Ademar, Aricanduva/Formosa/Carrão, Campo Limpo, Capela do Socorro, Cidade Tiradentes, Ermelino Matarazzo, Guaianases, Ipiranga, Itaquera, Itaim Paulista, Jabaquara, M’Boi Mirim, São Miguel Paulista, Parelheiros, Santo Amaro, Sapopemba, São Mateus, Parelheiros e Vila Prudente.
Pesquise aqui sua rua
www.ecourbis.com.br

Cooperativas:
A AMLURB possui uma rede de 25 cooperativas habilitadas no Programa Socioambiental de Coleta Seletiva da Prefeitura que oferece investimento social, econômico e ambiental para cerca de 940 cooperados.
As cooperativas habilitadas recebem os materiais recicláveis provenientes do serviço de coleta domiciliar seletiva do município, onde diariamente são coletadas cerca de 280 toneladas de recicláveis, uma média de 7 mil por mês – 100% do material comercializado é revertido em renda para as famílias dos cooperados.
A fim de desenvolver profissionalmente os catadores de materiais recicláveis, a autarquia investiu no Reciclar para Capacitar, um programa de formação básica em materiais recicláveis que profissionalizou 2.120 catadores atuantes no município. Em parceria com a Fundação Instituto de Administração (FIA) foram oferecidos três cursos presenciais simultaneamente em onze Subprefeituras, kit alimentação e auxílio-curso. Esse programa faz parte do convênio com a Subsecretaria Nacional de Economia Solidária (SENAES).
O programa foi uma iniciativa da AMLURB para atingir a meta 28 do Programa de Metas da Prefeitura de São Paulo 2019 -2020, que estabelece a qualificação técnica de 2.100 pessoas na gestão das cooperativas, sistema de monitoramento de sua sustentabilidade e inserção social de integrante.

Centrais de Triagem:
A cidade de São Paulo é a única cidade da América do Sul que possui um sistema de triagem mecanizada para separação de resíduos recicláveis. A capital paulista conta com duas modernas centrais mecanizadas de triagem (Carolina Maria de Jesus e Ponte Pequena), que possuem maquinários europeus de primeira linha para o fracionamento de 500 toneladas de materiais processados diariamente (250 toneladas cada). Ambas dispõem de uma capacidade de tratamento anual de aproximadamente 80 mil toneladas.
As duas centrais são administradas pela Cooperativa Coopercaps, que é habilitada no programa Socioambiental da Prefeitura. Após o recebimento dos resíduos recicláveis, os cooperados realizam a triagem, prensagem, pesagem e comercialização destes materiais. De agosto de 2018 a setembro de 2020, as duas centrais reciclaram cerca de 55.5 mil toneladas de recicláveis.
Texto extraído de: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/spregula/limpeza_urbana/coleta_seletiva/index.php?p=4623

 

FIQUE POR DENTRO DA SAJP Nº 010

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

10 de junho de 2022

Equipe dando as mãos

Três anos de SAJP

A SAJP completou dia 21 de maio, três anos de sua fundação.
Nossa associação surgiu inicialmente como uma evolução do nosso grupo de Vizinhança Solidária, focado nos temas relacionadas à segurança pública. Desde o início, acalentávamos o sonho de formar uma associação, e assim dar personalidade jurídica ao grupo, permitindo com isso assinarmos convênio, como o das câmeras Detecta e Radar.
Pouco mais de um ano depois da associação estar formada, conseguimos arcar com a instalação do primeiro conjunto de câmeras Detecta, e desde então a SAJP tem arcado com sua manutenção.
Desde sua fundação expandimos a atuação da SAJP para questões relacionadas ao social, meio ambiente e urbanismo. Como representante da sociedade civil, temos atuado junto aos órgãos públicos e outras instituições na defesa dos interesses coletivos de nossos associados.
Pesquisa recente que fizemos revela que a maioria dos moradores de nossa região entende a importância de se ter uma associação de moradores na defesa de seus direitos. Essa mesma pesquisa também revela que a maioria das pessoas tem uma boa avaliação da SAJP.
Mas se a pesquisa aponta esses bons indicadores, por que, proporcionalmente ainda temos pouco associados?
Trata-se de uma pergunta que nós, membros da diretoria, associados e mesmo não associados devemos nos fazer. Temos que olhar com sinceridade para dentro de nós e buscar as respostas.
A crise econômica, agravada por mais de dois anos de pandemia, ajuda a explicar parte dessa questão. Afinal, durante os períodos de crise, é natural que as famílias busquem cortar todos os gastos tidos como não essenciais. Embora os atuais valores de mensalidade possam ser considerados baixos – R$20,00 para pessoas física (1,6% do salário mínimo) e R$50,00 para pessoas jurídicas – sabemos que a crise não ajuda no crescimento da base de associados.
Parte da resposta pode vir também do fato de que muitas pessoas desconhecem o que a SAJP faz e onde atua. Para sanar esta questão, temos feito regularmente reporte das atividades da associação, como esta newsletter, reuniões presenciais e divulgação no Telegram, no site e nas redes sociais. Sem dúvida temos muito a melhorar, mas hoje as pessoas que possuem cadastro na SAJP recebem uma boa quantidade de informações sobre nossa atuação.
Mas refletindo sobre isso, e baseado nas colocações que ouvimos quando encontramos pessoas que ainda não conhecem o trabalho da SAJP, como tivemos oportunidade de ouvir durante nossa última reunião presencial, acho que o principal motivo para o baixo índice de engajamento é a crença de que os problemas que enfrentamos não tem solução, de que não adianta se envolver.
Seja um estabelecimento comercial que produz um ruído infernal perturbando o sagrado sossego coletivo, seja a falta de sinalização de trânsito, sejam buracos na rua, seja uma árvore que precisa ser podada. O que fazer? Pra que se envolver? Pra que abrir um chamado? Afinal os políticos não estão “nem aí” para nós, não é mesmo?
Eu, e todos os membros da diretoria da SAJP, e boa parte dos associados, nos recusamos a compartilhar desta crença.
Acreditamos sim que é possível melhorar as coisas, resolver problemas, e melhorar a qualidade de vida no nosso entorno.
Não temos uma atitude Poliana, de achar que tudo vai melhorar, de que basta reclamarmos junto aos órgãos públicos, e tudo se resolverá. Infelizmente sabemos que esta não é nossa realidade.
Mas os exemplos brotam de todos os lados. Para que melhoremos os serviços públicos, tais como segurança, saúde, assistência social, zeladoria urbana, dentre outros, temos que registrar, cobrar, registrar de novo, cobrar de novo, registrar mais uma vez, e cobrar quantas vezes forem necessárias.
Já vimos isso acontecer inúmeras vezes nesses três anos. Problemas que pareciam insolúveis, foram resolvidos, porque a sociedade se mobilizou.
Se você acredita que é possível melhorar as coisas, junte-se a nós. Se não é associado ainda, associe-se. Se é associado, mas não tem participado das reuniões, volte a frequentá-las. Traga sua opinião, sua crítica. Faça-se ouvir. Convide seus vizinhos. Ajude-nos a mobilizar o bairro. Com mais recursos, poderemos fazer cada vez mais.
Se você não acredita, convido-o(a) a refletir sobre isso. Se outros puderam melhorar seu entorno, engajando-se nessas lutas, por que você não poderia? Por que deixar nas mãos de outros a solução dos problemas que o(a) afetam? Por que não dar um passo além do “reclamar” ou da apatia? E se der certo?
Passados meus primeiros 53 anos de vida, já entendi que o momento de realizar é agora. Não há que se esperar as condições perfeitas de temperatura e pressão. Não estamos num laboratório. A vida é jogo, não é treino. Todos os dias.
Vem jogar com a gente!
Marcio Yatsuda

Gráfico sobre avaliação do estado de ruas e calçadas do bairro

Conservação de ruas e calçadas do bairro

Lançamos uma pesquisa sobre o estado e as características de nosso bairro em maio/2022, quando após convidarmos as pessoas para participar, 31 delas responderam e tiveram a oportunidade de colocar suas opiniões a respeito da importância de haver uma associação no bairro com o intuito justamente de melhorar estas características e o estado atual das coisas.
Em um dos itens pesquisados, a conservação de ruas e calçadas, tivémos apenas 16,2% (notas acima de 7) das pessoas que consideram haver um bom estado. Assim, a grande maioria, 83,8% vêem como ruim o estado das ruas e calçadas do bairro.
Mas o que podemos fazer para mudar esta situação?
Com referência ao estado das ruas, pode-se fazer solicitações para a prefeitura da Cidade de São Paulo, via aplicativo SP156, ou no site: https://sp156.prefeitura.sp.gov.br/portal, para que o poder público tome as providências necessárias: tapando buracos, fazendo a capinação ou manutenção de guias e sarjetas, realizando a manutenção de calçadas públicas, ou ainda podemos denunciar calçadas particulares danificadas ou inexistentes. 
Mas sugiro que antes de efetuar uma denúncia de calçada danificada, por exemplo, tentemos sempre a política da boa vizinhança, aconselhando antes ao morador ou proprietário que realize a devida manutenção. Caso isto não ocorra, aí sim partir para a denúncia.
E se eu sou o morador e/ou proprietário de um imóvel com calçada em mau estado? É importante que eu comece a tomar providências no sentido de tornar o nosso bairro um local mais seguro para os pedestres andarem nas calçadas, dando minha cota de participação!
Certa vez, há uns 14 anos atrás, quando caminhava por uma calçada do bairro mau conservada, quebrei meu tornozelo e tive que ficar alguns meses imobilizada, depois tive que fazer fisioterapia para me recuperar. E quantas pessoas já não passaram por isto?
Uma andorinha não faz verão. Mas juntos podemos mudar para melhor o nosso bairro!
Sueli Nazareth Calado

coletando

Coletando: uma nova ação pelo planeta!

Reciclar, reaproveitar, reprocessar, o mundo está em constante transformação, o consumo das pessoas que habitam este planeta vem se mostrando uma grande preocupação, pois a tecnologia traz muitas facilidades, mas a questão de como descartar de forma inteligente o que usamos é um grande desafio.
Muitas iniciativas e mesmo ações concretas em andamento e já consolidadas na sociedade foram implementadas e estão trazendo benefícios importantes. Imagine se não tivéssemos começado os processos de recolher e reciclar os diversos tipos de materiais que fazemos uso!?
Existem diversas informações na internet sobre este tema, pois é atual e será tratado permanentemente, mas recentemente e através da minha participação no CADES descobri uma ação importante chamada “Coletando”, que é uma campanha que prepara pessoas comuns para se tornarem empreendedores da Reciclagem, gerando renda para si e para sua comunidade, através de Ecopontos que beneficiam a todos.
Como isto funciona: A atuação é nas comunidades em locais de grande circulação de pessoas. Os Ecopontos móveis possibilitam estarem em vários locais ao longo do dia, dando mais capacidade de volume, beneficiando mais pessoas e captando maior quantidade de materiais recicláveis.
E quem ganha com tudo isso? – Todos os envolvidos!
Com a Coletando, o benefício atinge dimensões antes inimagináveis, pois com o programa, a comunidade local se beneficia com a limpeza e salubridade dos espaços comuns; a população ganha com o benefício de bancarização e recebimento pela entrega dos materiais pós consumo de seus lares; o empreendedor ou a cooperativa ganha com a oportunidade de geração de emprego e renda para si e para todos os envolvidos no trabalho; as crianças ganham com o aprendizado real sobre sustentabilidade, e educação ambiental. Antes só vista em livros e faladas na aula.
A alternativa de gerar um cashback em qualquer lugar e diretamente em um cartão (pré-pago), possibilita a inclusão bancária nas comunidades mais vulneráveis, dando à população mais carente, acesso a serviços básicos bancários. Um fator importante e positivo que fomenta a economia local, permitindo que as pessoas criem uma renda extra baseada no descarte correto de seus resíduos pós consumo.
Os condomínios de classes superiores economicamente, doam seus materiais e com isso, a Coletando consegue fomentar a fabricação de materiais novos a partir destes e assim, beneficiar as comunidades através de sorteios e premiações com brindes vindos da confecção a partir destes materiais doados.
Se você também, assim como nós, sonha com um planeta mais limpo, justo e com a pulverização da economia circular, talvez este seja um bom caminho!!!
Caso tenha interesse em conhecer mais sobre a campanha visite-os.
#vemsercoletando #coletandopeloplaneta
https://coletando.org/
Lorena Rabarchi Graciano

árvores

“Conscientizando”: Semana do Meio Ambiente

“A Semana Nacional do Meio Ambiente é comemorada na primeira semana do mês de junho, quando no dia 5 se celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente.
Esta semana de conscientização foi criada, no Brasil, pelo Decreto nº 86.028, de 27 de maio de 1981. O objetivo era complementar a celebração ao Dia do Meio Ambiente instituído pela ONU.
A iniciativa visa incluir a sociedade na discussão de pautas que tratem da preservação do patrimônio natural do Brasil.”

Dia mundial do meio ambiente

“Esta data foi criada pela Organização das Nações Unidas – ONU, durante a Conferência de Estocolmo, na Suécia, que aconteceu entre 5 e 16 de junho de 1972.
A proposta desta data é chamar a atenção de todos os governos mundiais e da população sobre a necessidade de implantar medidas emergenciais para prevenir a degradação do meio ambiente.
O principal objetivo da Semana Nacional do Meio Ambiente é conscientizar a comunidade sobre a importância de preservar os diferentes tipos de ecossistemas.
 A data serve como alerta à sociedade sobre os perigos de negligenciarmos a tarefa de cuidar do mundo em que vivemos.
Todos os anos, as Nações Unidas dão um tema diferente ao Dia Mundial do Meio Ambiente. Esta foi a forma encontrada pela ONU para dar ideias de atividades que promovam a conscientização da população para preservar o meio ambiente.
Em 2022, ao completar 50 anos desde a origem do Dia mundial do meio ambiente, o tema escolhido para a comemoração foi “Uma Só Terra”.
Essa data é importante para nos conscientizarmos sobre a necessidade de preservarmos os recursos naturais. Além disso, para refletirmos sobre os impactos ao meio ambiente provocados pela atividade humana, uma vez que é perceptível o crescente número de problemas ambientais ao longo dos anos.
Proteger e melhorar a relação entre a sociedade e a natureza é um dever de todos e pequenas ações podem ter grandes impactos, por isso a necessidade de discutir o tema.
Por exemplo, quando as pessoas jogam lixo no chão os materiais são arrastados pela chuva e se acumulam nos bueiros. Com isso, a água não tem para onde escoar e aumentam as chances de ocorrer alagamentos e até enchentes.

Hábitos que ajudam o meio ambiente

Confira algumas dicas de ações simples que você pode fazer no seu dia a dia e colaborar para a preservação do meio ambiente.
1. Jogue o lixo em locais adequados. Exemplo: não jogue lixo no chão e não jogue o óleo comestível no encanamento.
2. Pratique o consumo consciente. Exemplo: evite desperdiçar comida e comprar mais do que precisa.
3. Economize energia elétrica. Exemplo: em casa, mantenha a luz acesa apenas no cômodo que você está e deixe na tomada só os aparelhos que estiver usando.
4. Reutilize materiais. Exemplo: recipientes de vidro podem se tornar peças de decoração ou servir para armazenar outras coisas.
5. Economize água. Exemplo: ao escovar os dentes mantenha a torneira fechada e diminua o tempo com o chuveiro aberto no banho.
6. Diminua a utilização de materiais descartáveis. Exemplo: para o trabalho ou escola leve seu próprio copo na bolsa.
7. Separe o lixo corretamente para que os resíduos tenham o destino correto. Exemplo: em casa, identifique baldes para cada tipo de lixo.”
Se soubesse que o mundo se acaba amanhã, eu ainda hoje plantaria uma árvore.” (Martin Luther King Jr.)

Textos extraídos dehttps://www.calendarr.com/brasil/semana-mundial-do-meio-ambiente/  e
https://www.calendarr.com/brasil/dia-mundial-do-meio-ambiente/
 

 

FIQUE POR DENTRO DA SAJP Nº 009

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

11 de abril de 2022

 

 

Aniversário da Vizinhança Solidária

“Bodas de flores e frutas”

No dia 18 de abril de 2.022, comemoraremos o 4º aniversário do nosso grupo de Vizinhança Solidária – Jardim Prudência.
Em um casamento, comemoraríamos “Bodas de flores e frutas”. “Esse é o nome dado à comemoração dos 4 anos de casamento de um casal”. No nosso caso, comemoraremos 4 anos de “União”.
 “Bodas tem origem na palavra latina “vota“, que significa promessa, que por sua vez significa “Ação ou efeito de prometer, de afirmar verbalmente ou por escrito que irá fazer ou dizer alguma coisa.”
As bodas de flores e frutas têm um significado especial, pois é uma fase de amadurecimento da relação. As flores, assim como o relacionamento, são frágeis e precisam ser regadas e nutridas para que que se mantenham fortes e floresçam.
As frutas também exigem dedicação e cuidado, elas precisam de acompanhamento e devem ser colhidas no tempo certo para que sejam saborosas e suculentas.
Ao longo desses últimos 4 anos, temos vivido diversos desafios e conquistas. Temos passado por altos e baixos no que se refere à segurança. Roubos e furtos ainda são uma triste realidade em nossa região. (Cidade, estado e País).
Há a percepção, por parte de muitos moradores, de que há a presença de patrulhamento mais ostensivo, porém, isso não tem inibido a ação de meliantes e bandidos de todos os matizes.
O número de Policiais e viaturas disponíveis para a nossa região não parece ser suficiente, pois a região da Cidade Ademar engloba diversos bairros e centenas de milhares de moradores. Moradores de nossa região têm tido imensa dificuldade para registrar Boletins de Ocorrência. Tudo isso sem tocar em assuntos como Política e Políticos, Educação, Código Penal, Pandemia etc.
No decorrer desses últimos 4 anos, conseguimos fortalecer laços de amizade e vizinhança.
Conhecer seu vizinho é o “espirito” do Programa Vizinhança Solidária.
É muito bom dar “bom dia” aos vizinhos e amigos, seja na saída para o trabalho, na padaria açougue, no Supermercado etc… e ser correspondido! Da mesma forma, é bom saber que podemos contar com essas pessoas em caso de emergências de saúde, segurança ou simplesmente para comemoramos um aniversário.
Tivemos o desafio das reuniões virtuais, mas logo voltaremos a ter reuniões presenciais.
Nas reuniões presenciais, tratamos de medidas preventivas e discutimos ações de desenvolvimento de maneira mais interativa. Olhamos nos olhos uns dos outros e percebemos o medo e a insegurança que nos afligem.
Nesses momentos, devemos relembrar o significado das palavras “Boda”, “Vota” e em especial da palavra “Promessa”.
Cada um à sua maneira, fez a promessa/compromisso de proteger e cuidar de sua esposa/esposo, companheiro/companheira, filha/filho, de si e de seu lar.
Hoje temos diversas pessoas, lares e famílias que buscam a União visando o bem próprio e comum.
Precisamos amadurecer nossos relacionamentos com vizinhos e com aqueles que convivem conosco. Esses relacionamentos são frágeis e requerem cuidado, respeito e atenção.
Como um dos frutos de nosso trabalho, surgiu a SAJP (Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências).
 A SAJP tem realizado um trabalho fantástico. São pessoas maravilhosas da nossa comunidade que dedicam – voluntariamente – horas e dias de suas vidas para melhorar nosso bairro.
Nos últimos meses, participamos de reuniões nas quais compartilhamos nossas experiências e auxiliamos na criação de novas “vizinhanças solidárias” em bairros próximos.
Muito há para ser feito.Para isso, é necessário que tenhamos um senso de comunidade maior. Precisamos de mentes e “braços”, ideias e ações. Precisamos interagir e nos unir cada vez mais para que possamos ter força e representatividade perante os Órgãos Públicos (Prefeitura, Subprefeitura, Policia Militar, Civil, CONSEG etc.). Precisamos participar das reuniões de bairro e CONSEG. Precisamos conhecer nossos DIREITOS e DEVERES e exercê-los. Talvez assim, possamos colher bons frutos….
“Conta-se que um senhor plantava tâmaras no deserto quando um jovem o abordou: “Mas por que o senhor perde tempo plantando o que não vai colher?”.
O senhor virou e respondeu: “Se todos pensassem como você, ninguém colheria tâmaras”. Ou seja, não importa se você vai colher, o que importa é o que você vai deixar.”

Começamos com poucos e hoje somos muitos! Amanhã seremos mais!
Participe e divulgue!
Marcus Vinicius de Abreu

CADES

Objetivos do CADES

A SAJP é um organismo que se interessa por diversos assuntos, temas importantes que permeiam o interesse da comunidade onde está inserida.
Ações Sociais, Meio Ambiente e Urbanismo, Segurança e tantos outros, são importantes e precisam ser explorados. No entanto, para que repercutam de forma efetiva e tragam para esta mesma comunidade resultados consistentes é necessário que a Associação busque os canais, para que além do voluntariado interno que há nela, os órgãos públicos se façam presentes com suas políticas e diretrizes.
Tudo isto, para falarmos do CADES – O Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz que possui caráter participativo e consultivo.
 
O CADES Regional como é o nosso a que pertencemos, Cidade Ademar, tem por objetivo social: promover, discutir e se manifestar sobre as Políticas Públicas atinentes, por meio de recomendações e proposições de planos, programas e projetos à nossa Subprefeitura.
 
No fomento à cultura e aos ideais de sustentabilidade: propondo e apoiando ações públicas ou privadas de conservação.
 
Na orientação à comunidade, cidadão ou organização: no encaminhamento de sua proposta, crítica ou denúncia relacionada à proteção ao órgão competente e canais de participação.
 
Na promoção de ações conjuntas que visem à melhoria da qualidade de vida junto a quaisquer Conselhos e Secretarias que atuem na região das Prefeitura Regional Cidade Ademar.
 
Na explicitação de subsídios e propostas para otimização do Plano Diretor de São Paulo (PDE) e do Plano Regional Estratégico da Prefeitura Regional Cidade Ademar dentro dos princípios da sustentabilidade ambiental.
 
Vejam quantas atribuições importantes estão contidas nestas ações e para isto hoje temos uma representante da Sociedade Civil e membro efetiva da SAJP que terá a missão de promover a intermediação de todas as demandas que estiverem no escopo destas atribuições.
Temos muito que nos desenvolver nestes temas e trabalhar para transformar nosso bairro em um local que faça diferença aos olhos de quem vive aqui.
Que estejamos cada vez mais integrados com o Meio Ambiente, visando o bem-estar e a qualidade de vida dos moradores.
Atividades já em pauta na nossa rotina, como cuidar das praças, a questão da reciclagem e tantos mais, são apenas uma ponta desta longa cadeia.
Lorena Rabarchi Graciano

Paulistinha

Paulistinha da Vila

Há 23 anos atrás, o Paulistinha chegou com a finalidade de ocupar o tempo de alguns meninos que estavam aqui na favela de bobeira. A princípio era só um passatempo e, com o passar dos anos, foi se fazendo um time de respeito, por termos conquistado vários títulos e também por terem passado tantos meninos por nossas mãos.  Quando pego os álbuns de fotos pra recordar, são tantas risadas e algumas tristezas também. O tempo passa e nós temos que continuar. A única certeza que fica é que construímos pessoas fortes, que independente do lado da história que escolheram pra ser protagonista, têm respeito por nós. Somos reconhecidos em qualquer lugar onde vamos jogar, afinal temos história: são 23 anos de altos e baixos, mas sem desistir nunca destes meninos.
Texto adaptado de depoimento dado pelo Sidnei de Souza Machado em 31/03/2022.
Esta associação contribuiu para a Festa de Aniversário do Paulistinha doando carne para churrasco e refrigerante para cerca de 70 crianças.

Renovando atitudes

Renovando aitudes…

O exercício de conviver e de participar de uma associação de bairro é algo que nos leva a constantemente repensar nossas próprias atitudes. Será que gritei com alguém? Será que falei muito forte ou me posicionei de maneira inadequada? São estes questionamentos que permitem que não estacionemos em nossas próprias e rígidas opiniões, e estejamos sempre em crescimento rumo a um melhor estado. 
Conviver com as diferentes opiniões é uma arte! Mas para se viver em comunidade é necessário que aprendamos com o outro e que também saibamos o melhor momento de colocar nossas opiniões.
Nesta época em que a Páscoa se aproxima, pensei que seria importante refletirmos sobre se estamos fazendo a nossa parte para um melhor relacionamento dentro e fora do grupo.
Que possamos nos renovar continuamente para melhorar nossa maneira de enxergar o outro e o mundo ao nosso redor!
Sueli Nazareth Calado

Globo terrestre

“Conscientizando”: As melhores formas de Conscientização Ambiental

“No início da revolução industrial e da produção acelerada, pouco se pensou nos danos que a utilização desmedida dos recursos naturais teriam futuramente. Porém, o tempo mostrou que a natureza não trabalha sob a perspectiva do pensamento consumista. Ela não se move para o lucro e não se regenera para poder sustentar os caprichos da humanidade.
A sociedade, em suma, não adquiriu uma educação que valorizasse a preservação ambiental. Então, a única alternativa encontrada por biólogos, pesquisadores e cientistas para chamar atenção para a escassez dos recursos naturais é trabalhar para conscientizar a população da necessidade de se preocupar com a conservação do meio ambiente e de se começar a investir numa educação sustentável para as futuras gerações.
Um relatório feito pela WWF, uma organização não-governamental que atua em diversos países do globo com o objetivo de promover um desenvolvimento sustentável, constatou que a humanidade está usando 20% a mais de recursos naturais do que o planeta é capaz de repor. Este é um dado alarmante quando se tenta imaginar o mundo do próximo século.
Do ponto de vista econômico, falta às nações a visão de que a biodiversidade de seu país influencia em seu desenvolvimento. Isto, porque este aspecto está camuflado por trás da produção industrial, da tecnologia e da funcionalidade do sistema econômico nas comunidades. Falta aos seres humanos, como um todo, entenderem que a degradação da natureza afeta suas vidas diariamente, em diversos sentidos. Pode ser que os danos ainda não estejam visíveis para os indivíduos e é por essa razão que é preciso insistir e estimular a conscientização ambiental.” Redação Pensamento Verde 
https://www.pensamentoverde.com.br/atitude/as-melhores-formas-de-conscientizacao-ambiental/

 

FIQUE POR DENTRO DA SAJP Nº 008

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

18 de fevereiro de 2022

Imagem de câmeras de segurança

 

 

 

Compartilhamento de Cãmeras

O compartilhamento de câmeras no nosso grupo de Vizinhança Solidária surgiu logo após o início do grupo. Você sabe como funciona este compartilhamento?

Primeiro vamos ao conceito. A ideia do compartilhamento surge como uma alternativa para utilizar de forma coordenada as câmeras externas já instaladas pelos vizinhos para ajudar na apuração de ocorrências policiais na nossa região.

Normalmente essas câmeras estão conectadas a um DVR – Digital Video Recorder – que fica em cada residência. Como a maioria dos sistemas DVR são Intelbras, o que vou explicar a seguir se aplica, caso se trate de DVR Intelbras. Se não for Intelbras, explicarei mais ao final do artigo.

Esses DVRs nada mais são do que computadores que ficam ligados à Internet. É através deles que se consegue acessar às imagens, mesmo quando se está fora de casa.

Assim, o processo de compartilhamento consiste basicamente de duas coisas:
1. Criar um usuário no DVR e permitir que este usuário acesse somente as câmeras externas
2. Coletar a informação do Intelbras SN(serial number) do DVR

Com essas duas informações, os tutores da vizinhança solidária poderão acessar as imagens do DVR, quando necessário.

Importante frisar: somente as imagens das câmeras externas são acessadas, ou seja, as câmeras internas não são acessíveis. Além disso, somente os tutores do grupo terão acesso a essas imagens, que serão utilizadas para ajudar a polícia (militar ou civil) a resolver eventuais ocorrências na nossa região.

O processo deve funcionar assim:
– Uma ocorrência é relatada no grupo “Alertas de Segurança”
– Algum tutor disponível, verifica o local, e checa se temos câmeras compartilhadas na região
– Caso tenhamos, o tutor busca imagens nos DVRs para tentar achar imagens que ajudem na identificação dos criminosos
– As imagens são compartilhadas com a polícia

Caso o DVR não seja Intelbras, ainda assim é possível compartilhar as câmeras, mas daí é uma avaliação técnica a ser feita caso a caso.

Temos tido dificuldade para gerenciar essas câmeras, estamos precisando de voluntários para nos ajudar. Você pode nos ajudar? Entre em contato conosco.

Você tem câmeras na sua casa ou condomínio? Que tal ajudar a melhorar a segurança coletiva do nosso bairro? Compartilhe suas câmeras!
Marcio Yatsuda

 

 

 

União pela Segurança

“Projeto reúne pais e PM em grupos de WhatsApp para maior segurança nas escolas em Rio Preto
Projeto Vizinhança Solidária, que existe nos bairros, foi adotado por 14 escolas estaduais de Rio Preto para combater tráfico, brigas, assaltos e vandalismo; pais, professores e vizinhos dos colégios participam.
A Polícia Militar de Rio Preto começou a implantar nesta semana, em 14 escolas estaduais, o projeto Vizinhança Solidária Escolar. A meta é reduzir vandalismo, brigas, roubos e furtos nos colégios e afastar os traficantes dos alunos. Atualmente há 25 mil estudantes da cidade matriculados na rede estadual.
As escolas já são patrulhadas pela ronda escolar, mas a proposta é ter ajuda da comunidade para ficar “de olho” no que acontece quando a viatura não está por perto, diz o comandante do 17º Batalhão da Polícia Militar de Rio Preto, o coronel Paulo Sérgio Martins.
A implantação do projeto começou no início do ano letivo de 2020, para repetir nas escolas o modelo do projeto Vigilância Solidária, quando os moradores ajudam a vigiar a própria casa e a dos vizinhos, trocam informações por meio de grupos de WhatsApp e avisam a Polícia Militar quando veem algo suspeito. Com a pandemia, o projeto foi suspenso e está sendo retomado agora.
“A Vizinhança Solidária nas escolas une pais de alunos, diretores, inspetores, serventes e a PM em grupos de aplicativo de comunicação instantânea. Quando alguém vê algo estranho, já posta no grupo. Imediatamente, após visualizar, o policial do grupo, compartilha a informação com a equipe com viatura mais próxima que vai lá e checa”, explica o coronel.
“O interessante é que moradores vizinhos das escolas estaduais também quiseram participar. Ninguém melhor do que eles, que moram ao lado, para avisar”, explica.
Segundo o tenente Cláudio Ziroldo, porta-voz do 17º Batalhão da PM de Rio Preto, outro foco da Vizinhança Solidária Escolar é também fazer a prevenção contra invasão de escolas no período de aulas, como ocorreu em março de 2019 em Suzano, quando dois ex-alunos invadiram a escola estadual Raul do Brasil e mataram sete pessoas.
“Além dos protocolos de segurança que todo servente de escola tem, em manter os portões trancados, ele também fica atento a movimentações estranhas”, diz o porta-voz.
Parceria
A dirigente de ensino de Rio Preto, Adriana Campanhola, aprova a iniciativa e incentivou os diretores a aderirem. “É um programa maravilhoso. Nós gostamos muito porque envolve a comunidade no entorno das escolas. É uma forma de até engajar a comunidade junto à escola para resolver os problemas. Os vizinhos ajudam a monitorar as escolas à noite ou aos finais de semana”, afirma a diretora.
Adriana diz que, além disso, as escolas são equipadas com alarmes eletrônicos que são monitorados pela PM. Assim que ocorre qualquer invasão, um sensor avisa a base mais próxima para enviar uma viatura.
Vera Lucia Silva, mãe de aluna matriculada na escola estadual Noemia Bueno do Valle, no bairro Anchieta, aprova a ideia de criação dos grupos para dar mais segurança. “Muito importante ter este tipo de iniciativa, porque nós, pais, sempre ficamos preocupados com os nossos filhos desde a entrada da escola até o horário de saída. A escola e os professores são muito bons, mas o que deixa a gente de olho é a presença de pessoas estranhas perto dos alunos”, diz a mãe.
Patrulha solidária
Implantado em Rio Preto em 2017, o programa Vizinhança Solidária cresceu de três para 29 núcleos na região Rio Preto nos últimos quatros anos.
O mesmo modelo deve ser adotado em breve na zona rural de Rio Preto, com a versão rural do Vizinhança Solidária, mas focado em dar mais segurança nas fazendas e sítios da cidade.
Além da formação de grupos de WhatsApp por produtores rurais e funcionários, a PM começou a fazer a geolocalização de cada uma das fazendas e sítios. Depois desta coleta de dados, tudo será enviado para um programa que vai disponibilizar a localização para as viaturas – facilitando a chegada até os locais. Também foi implantada neste ano uma equipe de patrulhamento rural da Guarda Civil Municipal (GCM) de Rio Preto.
As duas iniciativas são impulsionadas pelo aumento de furtos de gado, implementos e defensivos agrícolas na zona rural na região de Rio Preto. (MAS)”
https://www.diariodaregiao.com.br/cidades/policia/projeto-reune-pais-e-pm-em-grupos-de-whatsapp-para-maior-seguranca-nas-escolas-em-rio-preto-1.940417 

 

 

 

Member Get Member

Todo programa de marketing que abrange um sistema de “member get member” tem como objetivo a conquista de novos clientes, associados, membros de uma comunidade. Nele está imbuído o principio de que quem indica uma nova pessoa tem vantagens que revertem em algum benefício e ou prêmio.
O que esperar de uma associação sem fins lucrativos, onde o maior trabalho é atender as necessidades da comunidade.
Qual o prêmio que se pode esperar de um programa desses em nossa Associação? Penso que o maior prêmio é a satisfação pessoal em ser mais um a ajudar ao próximo.
Para isso você que se preocupa em viver em harmonia, com segurança para si e para os demais, deve conhecer e mostrar aos seus vizinhos e amigos do bairro as ações beneficentes, as ações em busca de segurança para a coletividade do bairro, ações que envolvem a preservação do meio ambiente em nosso bairro, divulgando e fazendo parte de grupo que tem a satisfação de fazer o melhor para todos.
Participe!  Ajudar ao próximo é ajudar a você mesmo.
Mauro Costa

Logotipo Corrente do Bem

 

 

 

Corrente do Bem

Neste começo de ano, foi incrível a mobilização da Vizinhança para o novo SAICA, o Santa Maria, na Rua Heriberto Simões do Vale, 109. Conseguimos, através de um grupo de moradores, doar todos os utensílios de cozinha, além de 1 tanquinho para a lavanderia. Uma vizinha doou um conjunto de panelas industriais.

Para o SAICA Cidade Ademar foi doado: material pedagógico, jogos, roupas, um berço e uma cama de ferro com colchão e roupa de cama para a Rita, portadora de autismo.

Para a Casa de acolhimento de idosos doamos: roupas, sapatos, tapetes e panelas.

Para o Sidnei(Coreia/Campinho) doamos: pratos, talheres, panelas, sapatos de criança e roupas.

Quando você tiver algum material a ser doado, fale comigo (whats: 99976-2193). Obrigada!
Elaine Pascon

Globo terrestre em chamas

 

 

 

Conscientizando”: Efeito Estufa e Aquecimento Global

“O efeito estufa é um fenômeno natural e possibilita a vida humana na Terra. Parte da energia solar que chega ao planeta é refletida diretamente de volta ao espaço, ao atingir o topo da atmosfera terrestre – e parte é absorvida pelos oceanos e pela superfície da Terra, promovendo o seu aquecimento. Uma parcela desse calor é irradiada de volta ao espaço, mas é bloqueada pela presença de gases de efeito estufa que, apesar de deixarem passar a energia vinda do Sol (emitida em comprimentos de onda menores), são opacos à radiação terrestre, emitida em maiores comprimentos de onda. Essa diferença nos comprimentos de onda se deve às diferenças nas temperaturas do Sol e da superfície terrestre.

De fato, é a presença desses gases na atmosfera o que torna a Terra habitável, pois, caso não existissem naturalmente, a temperatura média do planeta seria muito baixa, da ordem de 18ºC negativos. A troca de energia entre a superfície e a atmosfera mantém as atuais condições, que proporcionam uma temperatura média global, próxima à superfície, de 14ºC.

Quando existe um balanço entre a energia solar incidente e a energia refletida na forma de calor pela superfície terrestre, o clima se mantém praticamente inalterado. Entretanto, o balanço de energia pode ser alterado de várias formas: (1) pela mudança na quantidade de energia que chega à superfície terrestre; (2) pela mudança na órbita da Terra ou do próprio Sol; (3) pela mudança na quantidade de energia que chega à superfície terrestre e é refletida de volta ao espaço, devido à presença de nuvens ou de partículas na atmosfera (também chamadas de aerossóis, que resultam de queimadas, por exemplo); e, finalmente, (4) graças à alteração na quantidade de energia de maiores comprimentos de onda refletida de volta ao espaço, devido a mudanças na concentração de gases de efeito estufa na atmosfera.

Essas mudanças na concentração de gases de efeito estufa na atmosfera estão ocorrendo em função do aumento insustentável das emissões antrópicas desses gases.

As emissões de gases de efeito estufa ocorrem praticamente em todas as atividades humanas e setores da economia: na agricultura, por meio da preparação da terra para plantio e aplicação de fertilizantes; na pecuária, por meio do tratamento de dejetos animais e pela fermentação entérica do gado; no transporte, pelo uso de combustíveis fósseis, como gasolina e gás natural; no tratamento dos resíduos sólidos, pela forma como o lixo é tratado e disposto; nas florestas, pelo desmatamento e degradação de florestas; e nas indústrias, pelos processos de produção, como cimento, alumínio, ferro e aço, por exemplo. 

Aquecimento global

Embora o clima tenha apresentado mudanças ao longo da história da Terra, em todas as escalas de tempo, percebe-se que a mudança atual apresenta alguns aspectos distintos. Por exemplo, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera observada em 2005 excedeu, e muito, a variação natural dos últimos 650 mil anos, atingindo o valor recorde de 379 partes por milhão em volume (ppmv) – isto é, um aumento de quase 100 ppmv desde a era pré-industrial.

Outro aspecto distinto da mudança atual do clima é a sua origem: ao passo que as mudanças do clima no passado decorreram de fenômenos naturais, a maior parte da atual mudança do clima, particularmente nos últimos 50 anos, é atribuída às atividades humanas.

A principal evidência dessa mudança atual do clima é o aquecimento global, que foi detectado no aumento da temperatura média global do ar e dos oceanos, no derretimento generalizado da neve e do gelo, e na elevação do nível do mar, não podendo mais ser negada.

Atualmente, as temperaturas médias globais de superfície são as maiores dos últimos cinco séculos, pelo menos. A temperatura média global de superfície aumentou cerca de 0,74ºC, nos últimos cem anos. Caso não se atue neste aquecimento de forma significativa, espera-se observar, ainda neste século, um clima bastante incomum, podendo apresentar, por exemplo, um acréscimo médio da temperatura global de 2ºC a 5,8°C, segundo o 4° Relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), de 2007.

Em resumo, a primeira parte do 4º relatório do IPCC, que compila os estudos sobre base científica da mudança do clima, considera o aquecimento global um fenômeno inequívoco e, muito provavelmente, causado pelas atividades antrópicas. A comunidade científica tem tido um papel importante para subsidiar os países em sua tomada de decisão, fornecendo projeções da mudança do clima sob diferentes cenários futuros, dentro de margens de erro aceitáveis, indicando desafios e apontando oportunidades.”
Texto extraído de: https://antigo.mma.gov.br/informma/item/195-efeito-estufa-e-aquecimento-global.html

atividades antrópicas: ação antrópica corresponde a uma ação realizada pelo homem.

FIQUE POR DENTRO da SAJP Nº 007

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

16 de dezembro de 2021

Editorial

Eis que 2021 está chegando ao fim… E que ano!

Começamos o ano assolados por quase dez meses de pandemia, querendo acreditar que em breve poderíamos voltar à “nossa vida normal”, ou a um “novo normal”. Mal sabíamos que o pior ainda estava por vir, e que vivenciaríamos meses sombrios, com o número de casos e mortes nas alturas. Quase todos temos ao menos um caso de conhecido ou parente que perdeu a vida para essa doença traiçoeira, ou os que ficaram com sequelas, e ainda lutam para retomar suas vidas.

Felizmente, com a chegada das vacinas, pudemos ver a curva pandêmica embicar para baixo, e nos últimos meses retomar algumas atividades sociais e culturais que tanto nos fizeram falta. Obviamente, sem descuidar, pois a pandemia ainda não acabou, e novas variantes surgiram, e vão continuar surgindo, desafiando as vacinas e os sistemas de saúde no mundo afora.

Diante desse cenário de fundo, como foi o ano da SAJP?

Um dos maiores destaques do ano certamente foi o projeto “Ame o Verde”. Liderado pela diretora do programa do “Meio Ambiente e Urbanismo” da SAJP, Lorena Rabarchi. Diversas pessoas se uniram em torno da causa de fazer melhorias em praças da região. Adotamos a rotatória na confluência das ruas Francisco Lopes Pinto e Manoel Alonso Medina, que é carinhosamente mantida por associados que moram próximos.

Promovemos também mutirões na Praça Diego Barros:

Iniciamos também um ousado plano de melhorias na praça Luiz Álvaro de Araújo, localizada na Rua Robélia. Elaboramos um projeto arquitetônico / paisagístico com as melhorias desejadas, e começamos a correr atrás de sua viabilização. Inicialmente acreditávamos que somente em 2022 conseguiríamos realiza-lo, mas através da mobilização e parceria com o poder público, conseguimos obter os recursos para que as melhorias iniciais já fossem realizadas. Novas melhorias devem ser feitas ao longo de 2022.

Este também foi um ano marcado pelas diversas ações sociais promovidas pela Diretoria de Ações Culturais e Sociais da SAJP, lideradas pela incansável diretora Elaine Pascon. Promovemos, juntos com o Colégio São Sabas, uma ação para doação de sangue, que teve ampla adesão dos moradores:

Passamos a contribuir mensalmente com cestas básicas para o Centro de Acolhimento São José, localizado na Rua Francisco Teles Dourado. Recentemente instalado no bairro, este centro realiza o acolhimento de crianças e jovens de famílias com problemas. Além disso diversas campanhas de doações de alimentos e roupas beneficiaram diversas instituições e famílias carentes da região. É impressionante a solidariedade demonstrada pela nossa vizinhança! A adoção às campanhas foi maciça, e certamente fizemos a diferença na vida de muitas pessoas que estão lutando para atravessar por este momento tão difícil.

Foi um ano também de exercer pressão política no poder público, para defender os interesses da população paulistana. Apesar do parecer contrário do Ministério Público, a Prefeitura de São Paulo insistia em realizar neste ano a Revisão do Plano Diretor Estratégico. Esta revisão exige ampla participação popular, para que as mais diversas camadas da população possam ser ouvidas, e assim ter seus interesses respeitados. Liderado pelo Marcelo Sampaio, que passou a integrar a diretoria da SAJP, nos juntamos ao “Movimento Defenda São Paulo”, e passamos a integrar junto a outras mais de 500 associações de bairro a “Frente São Paulo pela Vida”. E a mobilização da sociedade civil deu resultado! Por fim a Prefeitura acabou cedendo, e a revisão ficou para 2022, quando esperamos ter condições para uma ampla participação popular nesse processo.

Recentemente promovemos um abaixo assinado para pressionar o poder público para que tomem providências efetivas no enfrentamento das constantes enchentes na Rua das Flechas. Esse abaixo assinado foi entregue ao subprefeito de Cidade Ademar, e seguiremos monitorando e pressionando.

Tudo isso sem perder de vista nossas raízes, o programa “Vizinhança Solidária” que visa melhorar a segurança na região, através de ações preventivas, melhoria na comunicação entre os vizinhos e integração com as forças de segurança, em especial a Polícia Militar. Liderados pelo Macelo Payão e Marcus Vinicius, tutores do programa, diversas reuniões foram realizadas com o comando da 3ª Cia do 22º BPM para discutir o tema e recentemente passamos a acompanhar a evolução dos índices criminais da nossa região. Apesar de ainda não ser o ideal, os índices de violência na região sofreram expressivas quedas (cerca de 20% out/2020 x out/2021), e seguiremos monitorando para acompanhar sua evolução.

Além dos nomes aqui citados, a SAJP só é possível com o apoio de nomes como Milton Chicoli, nosso tesoureiro desde a fundação da associação, e que infelizmente está nos deixando, pois está se mudando. Em seu lugar já temos o Mauro Costa, que em breve será formalizado em assembleia como novo tesoureiro.

Temos também a nossa querida Vera Nascimento, que diligentemente nos ajuda fazendo de maneira impecável as atas das nossas reuniões, permitindo assim que tenhamos um registro histórico do trabalho realizado pela SAJP.

Mas se a SAJP tem um coração, este coração se chama Sueli Calado secretária da SAJP, e nossa atual Diretora de Comunicação e Marketing. Ela é quem bombeia sangue para todas as partes do corpo da SAJP, cobrando e mantendo a disciplina do grupo.

Ao lado dessas pessoas, integrantes da diretoria da SAJP, muitas pessoas se juntaram e foram fundamentais para as diversas ações, como Elaine Paviani, Elaine Lippi, Adriana Paes, Heitor Santini, Ligia Fernandes, Elaine Bueno, Roberto Takashi Ono.

Tenho um baita orgulho de fazer parte deste grupo. Mesmo nos momentos mais difíceis, sempre tem alguém que mantém a bola no alto, e assim seguimos o jogo, um ponto de cada vez.

Meu muito obrigado a cada um de vocês.

E você que ainda não se envolveu com as ações da SAJP? Bora se juntar a esse time em 2022? Associe-se, divulgue.

Em nome da SAJP, desejo a todos um Feliz Natal, e um 2022 repleto de saúde e realizações.

Márcio Yatsuda

 

 

 

Corrente do Bem

A Corrente do Bem, que eu tenho o privilégio de liderar, está cada vez com mais elos, daqui do bairro e de outros lugares.Nesse final de ano, contribuímos com a Ceia da Casa de acolhimento de idosos Jd. Umuarama. Comparamos carnes, panetones, refrigerantes, …Contamos com a ajuda da Padaria Primícia e da Escola Baby Nurse, como sempre nos apoiando.Fizemos Sacolinhas de Natal para a turminha da Casa São José e para algumas crianças da Comunidade da Coréia.Além de sempre receber bolos da Oficina dos Bolos para doação na Casa São José, recebemos muita roupa de criança e de adultos, que eu distribuo entre os idosos, adolescentes, moradores de rua e na comunidade.Procuramos atender as demandas das entidades que nos cercam.Agradeço a todos e desejo Feliz Natal e que 2022 nos traga Paz e Prosperidade para aumentarmos os elos da nossa corrente!!!
Elaine Pascon

 

 

 

O valor da sua contribuição

Olá pessoal, estou aqui para reforçar alguns conceitos importantes que talvez vocês não saibam.
Todo trabalho realizado pela SAJP – Sociedade Amigos do Jardim Prudência e Adjacências, é realizado por pessoas VOLUNTÁRIAS,        cuja visão de vida inclui o bem estar de todos.
Todos os voluntários dedicam seu tempo em fazer cumprir os objetivos da SAJP, ou seja, ações que possam reverter em benefício dos moradores do nosso bairro.
São Paulo, esta megalópole, tem recursos escassos e/ou mal distribuídos. Nosso compromisso junto com os órgãos municipais e/ou estaduais é o de ajudá-los a identificar as principais necessidades de melhoria e solução de problemas em nossa região.
Devido à dificuldade nos processos de solução dos problemas, muitas das vezes somos obrigados a intervir com recursos da SAJP para sanar problemas iminentes.
Todos sabem que qualquer organização, mesmo as sem fins lucrativos como a nossa, precisa de recursos para pôr em pratica e/ou custear as ações planejadas.
Uma das grandes preocupações dos moradores do nosso bairro (e também dos outros) é quanto à segurança.
Pois bem, para se obter equipamentos, sistemas integrados de controle e vigilância, há a necessidade de recursos. Hoje temos uma câmera que está conectada à Policia Militar que captura a numeração das chapas de carros, isso possibilita a identificação de veículos roubados e com outras irregularidades. A instalação de novas câmeras desse naipe, possibilitará à Polícia Militar agir com mais rapidez e assertividade no atendimento e prevenção de crimes em nosso bairro.
Para amparar ações beneficentes junto às entidades de proteção a criança e idosos, ou para acionar alguma ação ou petição junto aos órgãos governamentais, também há a necessidade de recursos.
Toda e qualquer atividade em prol da sociedade que envolve obtenção de bens, melhorias de instalações em parques e jardins, ruas e outras áreas públicas, muito embora sejam ações que os governantes deveriam custear, nem sempre existem verbas disponíveis para isso.
Hoje, a contribuição mensal dos nossos associados, pessoa física é de R$ 20,00. É menos que R$ 1,00 por dia. A contribuição mensal para pessoa jurídica é de R$ 50,00. Se todos puderem contribuir com esses valores, teremos condições de suportar ações mais efetivas em prol de todos os moradores desta região. Melhorando e ampliando ações que visam ajudar na segurança e bem estar de todos.
Participe! Sua contribuição tem valor!
Mauro Costa

 

 

 

A SAJP não é feita de pessoas especiais

Às vezes, após alguma campanha ou atuação nossa, recebemos elogios e parabenizações que por certo nos incentivam a continuar o trabalho, mas, por trás destes elogios, percebemos que há um certo distanciamento, como se fossemos, pelo esforço e dedicação, diferentes dos demais, como se pudessemos ser pessoas especiais.
A diferença entre nós é apenas porque já sabemos que depende de nós a mudança que queremos ver na sociedade. E talvez ainda não façamos muito para melhorá-la, mas com certeza com a nossa união e empenho podemos transformar o nosso bairro em um local melhor: com mais verde, praças mais bem cuidadas, maior participação coletiva junto aos problemas existentes, e mais solidariedade, pensando também no outro que está ao nosso lado e que conosco convive.
Você que está lendo este artigo pode fazer parte de tudo isso, comparecendo às reuniões bimestrais, participando das Comissões e Comitês existentes, colaborando com os mutirões e caminhadas, ou simplesmente, e não menos importante, se tornando um associado da SAJP.
Sueli Nazareth Calado

 

 

 

“Conscientizando”: Princípios da Sustentabilidade

“Por muito tempo, os 3 R’s (Reduzir, Reusar, Reciclar) foram a base do processo sustentável que, agora, complementa-se com mais cinco ações. Colocado em prática no dia-a-dia, o conjunto fará toda a diferença.
Os conceitos dos R´s foram criados após a Segunda Guerra Mundial, quando os países sofriam com a escassez de produtos industrializados. Com o passar do tempo e a conscientização ambiental mais disseminada, a questão foi sendo repensada para ser mais abrangente, chegando- se aos 8 R’s, que são:
Refletir
O planeta é impactado a cada ato de consumo. Nesse momento, é importante refletir na questão e potencializar os feitos que podem contribuir para um mundo melhor, minimizando os impactos negativos.
Reduzir
Nesse ponto, é feita a análise se, aquela aquisição ou ato realmente é necessário. É o momento de evitar desperdícios de produtos, serviços, água e energia.
Reutilizar
Ao utilizar um produto até o fim, ao seu término, é possível reinventá-lo, utilizando-o de outra maneira. Uma banheira pequena de bebê, por exemplo, pode virar uma pequena horta de ervas. Garrafas PET’s podem ser transformadas em um brinquedo para garantir a diversão da criançada. Com o reaproveitamento dos mais variados itens, a quantidade de lixo gerado, que tantos males causa ao meio ambiente, será menor.
Reciclar
Em casa, ao descartar os resíduos, é preciso separar o lixo comum do reciclável (papel, plástico, vidro e metal). Se o município possui serviço de coleta seletiva, todo o material separado é coletado e levado para galpões onde estão instaladas cooperativas de catadores cadastradas na prefeitura. Se a cidade não tiver essa atividade específica, é possível encaminhar os resíduos diretamente às entidades que desenvolvem o trabalho. A atitude resultará em menos resíduos no aterro sanitário; em um ambiente mais limpo; na elaboração de novos produtos,  preservando recursos naturais e em renda para milhares de famílias que dependem da reciclagem para sobreviver.
Respeitar
Respeitar a si mesmo, as pessoas ao redor, o trabalho e o meio ambiente ao qual todos estão inseridos garante mais qualidade de vida e um lugar muito melhor para se viver.

Reparar
Se aquilo que quebrou pode ser consertado, a opção é a mais indicada do que fazer uma nova aquisição. Se não for possível, a prática dos 8 R’s ainda pode ser executada, com a reutilização do material, de alguma outra forma, ou o encaminhamento para a reciclagem.
Responsabilizar-se
Nesse princípio está a responsabilidade pelos impactos bons e ruins dos atos exercidos e que refletem no cotidiano.
Repassar
A preservação do planeta depende da união de esforços, por isso, é importante multiplicar informações que disseminem a importância do consumo consciente, para que, cada vez mais, pessoas se juntem à causa.”

Fonte: https://www.pensamentoverde.com.br/im-green/os-8-rs-da-sustentabilidade/

SAJP FIQUE POR DENTRO Nº 006

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

15 de outubro de 2021

Editorial

Neste exemplar, falamos um pouco da importância da sua contribuição com a associação de bairro, da inauguração da Praça Luís Álvaro C. de Araújo, da Corrente do Bem e da relevância de cuidarmos e mantermos áreas verdes nas zonas urbanas. No texto sobre a Delegacia de Polícia nosso objetivo foi o de esclarecer e informar melhor o cidadão que pode necessitar deste serviço público tão importante. Não deixe de ler também a atualização sobre a revisão do plano diretor estratégico de São Paulo!


Contribuição da SAJP

Você já pensou no valor da contribuição mensal da SAJP?
Para a Pessoa Física, são apenas R$ 20,00 mensais. Com o equivalente a este valor, paga-se por 2 horas de estacionamento em um Shopping Center, não se compra um Big Mac (R$ 24,90), nem se compra 1Kg de filé de frango (R$ 24,99/Kg). Ou seja, o valor da contribuição é bem baixo se compararmos aos gastos que temos com outras coisas corriqueiras.
Com essa contribuição é que pagamos a manutenção das câmeras detecta/radar instaladas na Rua Dr. Pinheiro Djalma Franco; doamos mensalmente 5 cestas básicas para a Casa de Apoio à Criança e ao Adolescente, SAICA São José; fazemos banners, folhetos e cartazes quando necessário; iremos dar uma ajuda para o “jardineiro” da Praça Luís Álvaro Cavalheiro de Araújo que está plantando mudas, regando-as e fazendo a manutenção da área; além de podermos ter verba disponível para outras ações necessárias no bairro.
Percebemos que com um pequeno esforço de cada um, temos a possibilidade de manter e ainda ampliar nossa atuação no bairro do Jardim Prudência e Adjacências.
Pedimos a você que ainda não se associou, que o faça. E se você já é associado, fale com um vizinho e apresente a associação para ele. Assim, poderemos juntos fazer muito mais!
Associe-se por meio do link: https://sajp.org.br/associe-se-a-sajp-pessoa-fisica/ (R$20,00/mês) ou https://sajp.org.br/associe-se-a-sajp-pessoa-juridica/ (R$50,00/mês). 


Inauguração da Praça Luís Álvaro Cavalheiro de Araújo

Foi com imensa alegria e muito orgulho que no dia 25 de setembro às 9 horas da manhã ocorreu a inauguração da Praça Luís Álvaro Cavalheiro de Araújo, que fica na Rua Robélia, perto do Motel Disco Verde. Estiveram presentes, membros da diretoria da SAJP, membros da comunidade e autoridades, como o subprefeito da Cidade Ademar, Sr. Renato Galindo e o vereador Rodrigo Goulart, este último foi quem conseguiu a verba na Prefeitura, e possibilitou que o “sonho” desta associação se concretizasse. Não demos por terminada a revitalização desta praça, pois ainda faltam algumas melhorias, como a pista de caminhada; a “escada” que vai ligar um lado da praça a outro, ambas existentes no Projeto original; e o parcão (espaço para pets).  
É com muita satisfação que vemos, principalmente aos finais de semana, os moradores levarem seus filhos para brincar nos brinquedos de madeira existentes na praça e vemos também crianças, adultos e idosos se exercitarem nos aparelhos instalados também no local!
Este é o resultado da união dos moradores, representados por esta associação, junto ao poder público, que permitiu esta realização!
Obrigada a todos que participaram de alguma maneira desse Projeto! 


Horário de Funcionamento da Delegacia de Polícia

A Delegacia de Polícia que atende nossa região é a 43ªDP – Cidade Ademar – que fica aberta 24 horas, inclusive aos finais de semana, para registro de ocorrências simples, como furto, perda ou extravio de objetos. No caso de registro de outras ocorrências, em que é necessária a presença do Delegado, como denúncia de estelionato, por exemplo, o horário de funcionamento é de 2ª a 6ª feira das 8:00 às 20:00h. Fora deste horário, pode-se dirigir à 98ªDP – Jardim Miriam.
Outra forma de se registrar os boletins de ocorrência, é por meio da Delegacia Eletrônica (https://www.delegaciaeletronica.policiacivil.sp.gov.br/ssp-de-cidadao/home).

43ªDP: Rua Antonio Gil, 1349 – Cidade Ademar – Fone: 5562-5889
98ªDP: Av. Ângelo Cristianini, 467 – Jardim Miriam – Fone: 5622-3992


Campanhas da Corrente do bem

Temos feito campanhas para algumas instituições com muito sucesso!A colaboração da Vizinhança é imprescindível! Doamos itens de higiene pessoal para a Casa São José e para o asilo de idosos. Eles estão com um bom estoque tal a quantidade arrecadada.Além de roupa pessoal e de cama, sapatos, utensílios domésticos e alimentos, colaboramos para o bem estar e conforto dessas pessoas tão carentes.Doamos também muitos brinquedos e hot-dog para a festa das crianças no CDC Cidade Ademar. A Padaria Primícia doou pães e a Escola BabyNurse doou em espécie para comprarmos brinquedos.

Quem quiser fazer parte dessa Corrente do Bem pode nos contatar!

Elaine Pascon – whatsapp: 11 99976-2193


E Como Anda a Revisão do Plano Diretor?

Como deve ser de conhecimento de todos, a revisão do Plano Diretor Estratégico da Cidade de São Paulo estava agendada para o ano de 2021. Com o advento da pandemia de Covid 19, tanto entidades e movimentos organizados quanto associações de bairro chegaram à um consenso pelo adiamento do processo revisório, visto que, a circunstância da pandemia não permitiria o processo de participação popular com segurança sanitária.
Lamentavelmente, a prefeitura ignorou a posição majoritária dos diversos agrupamentos representativos da cidade e avançou com a elaboração do texto do projeto, lastreado pelas colaborações e demandas do setor imobiliário e sem a participação da população. Devemos lembrar que o Estatuto da Cidade estabelece que a população deve participar de todas as fases do processo, inclusive da elaboração do texto.
Além disso, tanto o Ministério Público do Estado de São Paulo quanto a Defensoria Pública do Estado enviaram recomendações para o adiamento do processo.
Desconsiderando as recomendações do judiciário e a manifestação da Frente São Paulo pela Vida, composta por mais de 600 entidades da cidade de São Paulo, dentre elas centenas de associações de bairro (inclusive a SAJP), entidades ligadas à estudos urbanísticos e movimentos de moradia, a prefeitura, em agosto passado, divulgou uma plataforma para a participação dos munícipes para avalizar o processo “participativo”.
Tendo em vista o cenário descrito, podemos concluir que estamos à beira de mais uma fraude no que diz respeito à política urbana praticada na cidade de São Paulo. Isto porque além das recomendações do judiciário, das entidades da sociedade civil e de diversos especialistas em urbanismo como Raquel Rolnik, Nabil Bonduk, João Sette Whitaker… a prefeitura insiste em avançar com um processo que torna claro o compromisso da atual gestão com as demandas vindas do setor imobiliário e desrespeita as posições do judiciário e dos munícipes. Tal circunstância é tão evidente que na Câmara Municipal, que receberá o projeto para discuti-lo, fazer emendas, consultar a sociedade e votá-lo, já se comenta que há bastante resistência não só da oposição como também em parte importante da base do governo municipal. Alguns vereadores já falam em levar o caso à justiça.

Marcelo Sampaio


“Conscientizando”: A importância das Áreas Verdes Urbanas

“A falta de planejamento urbano de décadas passadas se reflete no atual cenário de degradação das cidades, tornando cada vez mais evidente a necessidade de reflexão sobre como alcançar o equilíbrio entre o espaço modificado para o assentamento urbano e as áreas naturais. E é ai que as áreas verdes urbanas, como os parques e praças, assumem um importante papel como indicadoras na avaliação não só da qualidade de vida da população, mas principalmente da qualidade ambiental.
Os benefícios das áreas verdes urbanas são diversos e vão muito além da valorização visual e ornamental de um espaço. Elas possuem a importante função de reduzir efeitos da poluição e dos ruídos, agem diretamente na redução da temperatura e na velocidade dos ventos, além de influenciarem no balanço hídrico e ainda podem servir de abrigo a diversos animais silvestres que vivem nas cidades, como pássaros, insetos e até macacos. Também são essas áreas verdes que combatem o temido microclima urbano que, favorecido pelas estruturas e elementos da cidade (asfalto, edificações, concreto, amianto, vidro e metal) com elevada capacidade refletora, geram as “ilhas de calor”, responsáveis pelo aumento de chuvas de grande intensidade e, consequentemente, de inundações.
A importância das áreas verdes urbanas na adaptação das cidades às mudanças climáticas é ímpar, afinal, as variáveis climáticas também são determinantes para a dinâmica das doenças, principalmente as das vias respiratórias ou aquelas que atingem grupos mais suscetíveis como idosos e crianças.
Os órgãos públicos são responsáveis por gerenciar e manter essas áreas, mas também é dever da população contribuir com sua conservação, afinal elas beneficiam a todos, pois desempenham funções básicas, sejam elas ecológicas, estéticas ou sociais.
Quer ajudar a preservar uma área verde urbana próxima a você? Veja algumas dicas:
– Ajude a manter a área limpa e isenta de sujidades;
– Evite o acúmulo de entulhos e resíduos de construção nas proximidades;
– Respeite a fauna local, ela pode ser responsável por dispersar sementes;
– Não alimente animais nessas áreas;
– Cuide da flora local, mas procure conhecê-la melhor antes para saber suas necessidades específicas.
E fique atento, você também pode ajudar comunicando a prefeitura quando houver necessidade de procedimentos especiais, como:
– Podas;
– Extração de árvores;
– Plantio de novas árvores para substituir as que forem extraídas, dando preferência às espécies nativas;
– Prevenção e tratamento de pragas e outras doenças;
– Recolhimento de entulhos.”
Texto: Patrícia Alexandrini Menao – Sistema de Gestão Integrada – Fundação Parque Zoológico de São Paulo
https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/educacaoambiental/vida-sustentavel/a-importancia-das-areas-verdes-urbanas/ 


SAJP FIQUE POR DENTRO Nº 005

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

14 de agosto de 2021

Editorial:  Fazer Política

“Fazer política”. Quantas vezes já ouvimos esta pequena frase, quase sempre com conotação negativa, não é mesmo? Nos vêm a mente negociatas, favores espúrios, corrupção, ilícitos, etc.

Não temos a intenção aqui de discutir o por quê essa imagem se consolidou na mente do brasileiro, ou fazer qualquer juízo de valor a este respeito. Mas achamos importante trazer algumas questões para reflexão de todos.

O que é, ou que pode ser, “fazer política”?

“Fazer política” pode ser se indignar com um buraco na sua rua, aberto há meses, e ao invés de reclamarmos a esmo, abrir um chamado no 156. E se não for atendido, buscar exigir do poder público que seja feito o reparo. Isso pode ser feito diretamente nos serviços de ouvidoria dos órgãos públicos, ou através de entidades como CONSEG ou mesmo a SAJP.

“Fazer política” pode ser cobrar do vereador que recebeu seu voto um posicionamento sobre uma pauta importante para a cidade – você se lembra em quem votou nas últimas eleições para vereador? Mandar e-mail, ligar no gabinete, ou mesmo ir até a Câmara em votações importantes.

“Fazer política” pode ser participar de Conselhos e Comitês para se discutir melhorias na cidade.

Existem muitas formas boas e positivas de se “fazer política”. Mais do que boas e positivas, são necessárias. O poder público se mexe por conta da pressão popular. Sem isso, as decisões podem ser tomadas em gabinetes, muito distantes da realidade das ruas, do nosso bairro.

Somente fazendo esta boa política, cobrando, exigindo e apoiando as boas iniciativas, é que conseguiremos melhorar a política, e as condições da nossa cidade, do nosso estado e do nosso país.

Este é o motivo da SAJP ter ingressado no movimento “Frente São Paulo pela Vida”, para pressionar a Prefeitura de São Paulo para adiar a revisão do plano diretor, uma vez que a pandemia inviabiliza a necessária e obrigatória participação popular no processo, especialmente das classes menos favorecidas.

E por este motivo também incentivamos e apoiamos a Lorena Rabarchi, diretora do Programa de Meio Ambiente e Urbanismo na SAJP, a se candidatar a uma vaga no CADES.

O CADES é um órgão consultivo e deliberativo em questões referentes à preservação, conservação, defesa, recuperação e melhoria do meio ambiente natural, construído e do trabalho, em todo o território do Município de São Paulo.

Apoiamos a candidatura da Lorena como conselheira do CADES. Veja como votar logo mais abaixo nessa Newsletter.

 

 

 

 

Revitalização da Praça: Luís Álvaro Cavalheiro de Araújo

A SAJP por meio do Projeto Ame o Verde, que é o Projeto de Revitalização da Praça Luís Álvaro Cavalheiro de Araújo, localizada na confluência das Rua Robélia e Rua Heriberto Simões do Vale, busca chamar a atenção da sociedade para a importância de mantermos e melhorarmos nossas áreas verdes e de convivência, tornando nosso cantinho da cidade de São Paulo um local mais agradável e acolhedor. Já temos pronto o anteprojeto de arquitetura e obtivemos 3 orçamentos com empreiteiros diferentes. Como a subprefeitura da Cidade Ademar está com a verba já destinada a outras necessidades da região, estamos contatando vereadores de diversos partidos que possam disponibilizar suas verbas de emendas parlamentares para o nosso projeto. Caso tenha alguma ideia e queira colaborar com o grupo, converse com a Lorena pelo telefone/whatsapp: 11 99666-7521.

 

 

 

Conselhos que fazem parte da subprefeitura Cidade Ademar

Existem 4 Conselhos ativos em nossa subprefeitura. São eles: CADES – Conselho Regional de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz – conselho para o qual nossa Diretora de Urbanismo e Meio Ambiente, Lorena Rabarchi Graciano, se candidatou. A eleição será em agosto, entre os dias 21 a 23, por meio virtual. Pedimos o apoio e o voto de todos. Para poder votar, a pessoa precisa se cadastrar no Participe mais da Prefeitura de São Paulo (https://participemais.prefeitura.sp.gov.br/ ). Conselho Participativo Municipal –  Marcelo José Sampaio, atual Coordenador de Acompanhamento do Plano Diretor Estratégico de SP da SAJP, vai se candidatar a este Conselho. Conselho Tutelar CONSEG (Conselho de Segurança)

 

 

 

Campanha de Doação de Sangue

No dia 22 de junho de 2021, a SAJP- Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências, em parceria com o Pró-Sangue e o Colégio São Sabas, realizou um mutirão de Doação de Sangue. Foram doadas 57 bolsas de sangue e batemos a média de doação por coleta do Pró-Sangue que é de cerca de 30 a 40 bolsas.

Parabéns aos organizadores, doadores e colaboradores! Ainda este ano, teremos mais um mutirão de Doação de Sangue. Em breve divulgaremos a data.
Se você quiser participar, se cadastre no link: https://forms.gle/L3W9yhqiJgu8MKmg8 Juntos fazemos a diferença!

 

 

 

“Conscientizando”: Mudanças Climáticas e Pegada Ecológica

Segundo o relatório do IPCC – Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas – publicado na segunda-feira, dia 9 de agosto de 2021, as ações humanas foram responsáveis pelo aumento de 1,07° na temperatura do planeta.
A temperatura deve continuar a subir, segundo todos os cenários projetados para as emissões de gases do efeito estufa. E somente uma redução na emissão desses gases pode limitar as mudanças climáticas e permitir que dentro de 30 anos as temperaturas se estabilizem.
Nosso estilo de vida interfere na quantidade de gases de efeito estufa, como: uma alimentação com menos consumo de carne, viajar menos de avião, optar por meios de transporte que não sejam movidos por combustíveis fósseis e neutralizar e/ou reduzir a minha pegada ecológica.
Mas o que é a pegada ecológica? “A Pegada Ecológica de uma pessoa, cidade, país ou região corresponde ao tamanho das áreas produtivas de terra e mar necessárias para gerar produtos, bens e serviços que utilizamos. Ela analisa os impactos que o homem produz na biosfera.
Observa-se que a demanda do homem por recursos naturais supera a capacidade de regeneração dos ecossistemas o que gera uma sobrecarga. Em todo o mundo, os danos causados pela sobrecarga são cada vez mais evidentes: desflorestação, escassez de água doce, erosão do solo, perda de biodiversidade ou acumulação de dióxido de carbono na atmosfera. Por sua vez, estes danos acentuam e dão origem a fenômenos, tais como as mudanças climáticas, secas severasincêndios florestais ou furacões.” (https://www.ecycle.com.br/dia-da-sobrecarga-da-terra-2018/)
  CALCULE SUA PEGADA Carbon z O aplicativo ajuda a calcular a pegada ecológica da emissão de Gás Carbônico de pessoas, empresas e até mesmo de eventos. A compensação é feita com a plantação de mudas. Disponível para Android e iOS.  Consumo conscienteO Instituto Akatu elaborou um teste que avalia o seu grau de consciência e o quanto isso interfere na sua relação com o meio ambiente. Fontes: https://umsoplaneta.globo.com/clima/noticia/2021/04/04/o-que-e-a-pegada-de-carbono.ghtml
https://g1.globo.com/natureza/aquecimento-global/noticia/2021/08/09/influencia-humana-e-responsavel-por-alta-de-107c-na-temperatura-global-estima-relatorio-do-ipcc-orgao-da-onu.ghtmlhttps://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/pegada-ecologica-veja-oito-habitos-que-compensam-a-emissao-de-carbono/https://www.ecycle.com.br/dia-da-sobrecarga-da-terra-2018/

Participe da Pesquisa da SAJP / VS:

https://forms.gle/E6MzSmkAPhuko1mLA

Você quer ajudar às iniciativas de melhoria de nosso bairro?

Associe-se a SAJP: https://sajp.org.br/associe-se-a-sajp-pessoa-fisica/ ou https://sajp.org.br/associe-se-a-sajp-pessoa-juridica/


SAJP FIQUE POR DENTRO Nº 004

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

10 de junho de 2021

 

 

 

2 Anos de SAJP

No dia 21 de maio de 2021, a SAJP completou dois anos de fundação. Simbolicamente, para celebrar esses dois anos estivemos na rotatória da Rua Manoel Alonso Medina com Rua Francisco Lopes Pinto no dia 29 de maio para “inaugurar” a placa que indica a adoção da rotatória pela SAJP. 

Na ocasião pudemos reencontrar pessoalmente alguns membros da SAJP, e divulgar o trabalho da associação para os pedestres e carros que passavam pelo local.

O que leva um grupo de pessoas a tirar algumas horas do seu momento de folga e se reunir com outras pessoas para “inaugurar” uma placa? Aliás, o que leva essas pessoas a se reunirem todos os meses há mais de dois anos para discutirem problemas e soluções do nosso bairro? Por que se dedicar a uma causa como a Vizinhança Solidária ou a SAJP?

O Ser Humano é um animal social. Estudiosos têm se debruçado sobre a pergunta: por que, entre tantos primatas, o Homo Sapiens prevaleceu? Apenas como um exemplo, o Homem de Neandertal era mais forte, mais adaptado ao frio, e tinha um cérebro tão grande ou maior que o do Homo Sapiens. Mesmo assim pereceu – embora todos nós carreguemos até 4% da carga genética do Homem de Neandertal.

Segundo Yuval Harari, em seu best-seller “Sapiens”, o que levou o Homo Sapiens a prevalecer sobre os outros primatas foi sua capacidade de acreditar em algo fictício. Afinal, o que nos faz paulistas, ou brasileiros? O que são as nossas fronteiras se não algo em que coletivamente acreditamos? Se você nasce de um lado de uma linha imaginária você é X, mas se nasce do outro lado você é Y.

Esta capacidade de acreditar em algo “maior”, imaterial, fez com que os Sapiens se tornassem capazes de se agruparem em comunidades cada vez maiores. Se analisarmos outros primatas contemporâneos, apesar de também serem animais sociais, normalmente suas comunidades estão limitadas a no máximo cerca de 100 indivíduos. Geralmente esse é o limite que um “macho alfa” tem para impor seu controle sobre o grupo.

Esta capacidade tornou possível a evolução da ciência, a construção de cidades, o aumento da expectativa de vida; permitiu colocarmos um homem na Lua, e inúmeras outras grandes conquistas.

Infelizmente esta mesma capacidade que temos de nos unirmos em torno de uma causa tornou o Homo Sapiens também uma grande ameaça à própria vida no planeta. Além das intermináveis guerras e perseguições, estamos vivendo o que é considerada a “Sexta Grande Extinção” em massa. E esta é causada pelo próprio Homo Sapiens, ou seja, por todos nós. Para termos uma ideia, a última grande extinção em massa ocorrida no planeta foi há mais de 65 milhões de anos atrás com a queda do asteroide no Golfo do México, que levou ao fim dos Dinossauros. Segundo os cientistas, hoje, uma quantidade imensa de animais está morrendo num intervalo de tempo muito curto devido à perda de hábitat, à poluição e às mudanças climáticas.

Esta capacidade de se unir em torno de uma ideia, de uma causa, pode então ser utilizada para realizar coisas boas e ruins. São duas faces da mesma moeda. A mesma capacidade que pode nos levar a guerras e conflitos, pode também nos levar a grandes e boas realizações, tais como cura de doenças ou a reduzir a pobreza e a fome.

Isso me traz de volta às perguntas iniciais desse texto. Por que este grupo de pessoas segue se reunindo, segue procurando encontrar formas de melhorar nossa vida no nosso bairro? A resposta é bastante simples… Porque somos seres humanos, e acreditamos nessa causa, de tornar nosso bairro um lugar melhor para se viver. Acreditamos que podemos tomar medidas que melhorem a nossa segurança, que proteja nosso bairro da especulação imobiliária e sua descaracterização, que contribua para aplacar o sofrimento dos menos favorecidos.

Acreditamos em muita coisa, e se não podemos mudar o mundo, podemos ao menos mudar nossa pequena região.

E precisamos de mais gente que compartilhe esta ideia conosco. Junte-se a nós, você será muito bem vindo(a), e precisamos da sua ajuda, para que nossos próximos 2, 4, 10 anos sejam de ainda mais desafios e realizações.

Parabéns SAJP! Parabéns a todos que acreditam e se dedicam a esta causa!

Marcio Yatsuda

 

 

 

Polícia Militar: diferença entre Companhia e Batalhão

O Batalhão é definido como uma unidade militar, enquanto a Companhia é uma subunidade militar. De maneira geral, a Companhia é subordinada ao Batalhão, e para se formar um Batalhão é necessária a união de 3 a 5 companhias.

   Batalhão  Companhia
 Efetivo  De 500 a 1000 militares  De 150 a 300 militares
 Comandante  Ten. Coronel ou Coronel  Capitão ou Major

O 22º BPM/M (Batalhão de Polícia Militar Metropolitano), localizado na Rua Dr. Paulo Aires Neto, 110, no Jardim Marajoara, atende cerca de 528 mil habitantes e é formado por 4 companhias: 1ª, 2ª, 3ª e 4ª Companhias, tendo como seus principais bairros respectivamente: Campo Grande, Pedreira, Cidade Ademar e Vila Joaniza.
Nossa região é atendida pela 3ª Companhia do 22º BPM/M, que contém ainda a companhia de Força Tática. A 3ª Cia está localizada na Rua Cel. Francisco Júlio César Alfieri, 83 – Cidade Ademar.
Mais informações sobre a 3ª Cia:

  • Dados Territoriais
    • Extensão Territorial = 6007 KM²
    • Sub-Setores = 13
    • População = 112.000 habitantes
    • Bairros = 17
    • Escolas Estaduais = 11
    • Escolas Municipais = 3
    • Escolas Particulares = 28
    • Comunidades = 7

  • Viaturas
    • Efetivo Fixado = 176
    • Viaturas Operando = 26
    • Viaturas Baixadas = 6
    • Motos = 2
  • Dados da Sede
    • Sede Doada do 43º DP
    • Área Real = 3.645 KM²
    • Área Escrita = 3.588 KM²

Fonte: https://blog.estrategiamilitares.com.br/carreiras-militares/companhia-militar/https://www.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/22bpmm/index.htmlhttps://www.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/22bpmm/3cia.html

 

 

 

Retomada do Mutirão na Praça Diego Barros

Retomaremos o mutirão da Praça Diego Barros – praça que fica no encontro da Rua Robélia com Rua Manoel Alonso Medina – no dia 20 de junho de 2021, das 9:00 às 12:00h. A subprefeitura ficou de realizar a limpeza e a capinagem da praça, e nós faremos a pintura dos equipamentos. Quem quiser participar ou contribuir com algum material, por favor, entre em contato com a Lorena (Fone: 99666-7521).
Precisamos de 3 rolinhos pequenos e 3 pincéis médios. As tintas já foram gentilmente doadas pela Multitintas – unidade Santo Amaro – que fica na Av. Washington Luiz, 3754 (ao lado do Viaduto Washington Luiz). Participe! Juntos podemos mais!

 

 

 

Revisão do Plano Diretor Estratégico da Cidade de São Paulo em 2021 – Oportunidade ou Problema?

O Plano Diretor Estratégico é uma lei municipal que determina todas as diretrizes para o desenvolvimento urbano e rural da cidade. O Estatuto da Cidade determina que todo município com mais de 20 000 habitantes tem que, obrigatoriamente, ter um Plano Diretor Estratégico. O Estatuto da Cidade também estabelece, nos artigos 39º e 40º que o Plano Diretor é “o instrumento básico da política de desenvolvimento e expansão urbana”. É ele quem deve promover o diálogo entre os aspectos físicos/territoriais e os objetivos sociais, econômicos e ambientais que temos para a cidade.
Estatuto da Cidade ou Lei nº 10.257 DE 10 DE JULHO DE 2001 regulamenta os arts. 182 e 183 da Constituição Federal. O artigo 182 estabelece que: “A política de desenvolvimento urbano, executada pelo poder público municipal, conforme diretrizes gerais fixadas em lei, tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o bem-estar de seus habitantes.”
É importante lembrar que o Estatuto da Cidade determina que:
“Art. 2º – A política urbana tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana, mediante as seguintes diretrizes gerais:
I – …

  1. – gestão democrática por meio da participação da população e de associações representativas dos vários segmentos da comunidade na formulação, execução e acompanhamento de planos, programas e projetos de desenvolvimento urbano;”
  2. – …

A revisão do Plano Diretor Estratégico da cidade de São Paulo é sempre um evento de proporções enormes. Seja pela quantidade de ONGs, instituições públicas e agentes da sociedade civil organizada envolvidos no processo, quanto pela quantidade e densidade dos conteúdos e documentos técnicos a serem analisados e compreendidos.
Para a efetivação do processo de revisão do PDE de 2014, os vereadores realizaram 62 audiências públicas, que reuniram cerca de 6 mil participantes no total, além de contribuições enviadas pelo portal da Casa. No total, foram 2.200 sugestões, incluindo 1.200 propostas apresentadas nas audiências, 500 documentos protocolados e 531 propostas transmitidas pela internet. Isso só na etapa do legislativo. Na etapa de elaboração realizada pelo executivo questionou-se o caráter das chamadas públicas para as audiências públicas (as chamadas públicas eram realizadas através do Diário Oficial do Município). Esta pressão fez com que o processo no legislativo fosse divulgado via grande mídia (rádio,internet e TV). Somando as atividades participativas do executivo e legislativo chegamos à: 114 audiências públicas, 25 692 participantes, 10 147 contribuições, 5684 propostas presenciais e 4463 propostas via internet.Analisando os números de 2014 tem-se a impressão que o processo participativo foi suficiente, porém, não é preciso fazer uma reflexão muito profunda para chegarmos à conclusão que 25 692 participantes de uma população que andava perto de 10 000 000 de habitantes não é uma amostragem representativa. Pode-se afirmar que tal resultado é, basicamente, fruto da falta de publicidade sobre o processo revisório.
Em 2021 tem-se um novo cenário: segundo ano da maior pandemia em 100 anos e uma nova revisão é proposta e colocada em pauta. Como garantir o processo participativo sem condições sanitárias adequadas? Considerando a opção de audiências virtuais, como conectar 25 692 pessoas (o número de participantes da última revisão) de forma isonômica e possível de ser auditada, se necessário? Porque a insistência da prefeitura e parte expressiva do legislativo municipal em fazer o processo de revisão em plena pandemia? A revisão do PDE da cidade de São Paulo no ano de 2021 é uma oportunidade ou um enorme problema?

Marcelo Sampaio

 

 

 

Campanha de Doação de Sangue

No dia 22 de junho, no período da manhã, no Colégio São Sabas – Rua das Flechas, Nº 255 -, será feita a triagem e coleta de sangue dos voluntários que se cadastrarem previamente através do whatsapp/telefone: 99694-9557 com Elaine Paviani. Serão necessários 80 voluntários-doadores para que o Pró-sangue se desloque até o local. Daí a necessidade de cadastro prévio. Também serão estipulados horários para que cada pessoa compareça ao local sem haver aglomeração.

Participe desta ação! Seu ato pode salvar vidas!

 

 

 

Campanha do Cobertor e Agasalho – Inverno/2021

Já foram arrecadados 90 cobertores desde o início da campanha. Mas precisamos de mais cobertores e agasalhos. Estamos comprando mais barato os cobertores, em lotes de 20 unidades, por isso, estamos aceitando dinheiro para que possamos adquiri-los. Quem puder contribuir, por favor, entre em contato com Elaine Pascon: 99976-2193.

Neste inverno, ajude-nos a aquecer mais corações!

 

 

 

“Conscientizando”: Reciclagem do Lixo e Meio Ambiente

No último dia 5 de junho, foi comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente. Sabemos que os governos e as empresas têm grande responsabilidade na manutenção de nossos recursos naturais, em iniciativas de reciclagem de materiais e diminuição dos impactos sobre o meio ambiente; mas todos os cidadãos precisam adotar novos comportamentos em prol de nosso ecossistema.
Uma das formas de se contribuir é separando os materiais orgânicos dos materiais recicláveis de nosso lixo. Devemos, então, colocar os recicláveis para fora de casa no dia certo da coleta seletiva. Que no caso de nossos bairros é pela segundas-feiras pela manhã.
Os metais como: latinhas de alumínio, lacres de latinhas, pregos, panelas sem cabo, arames, ferragens e parafusos. É sempre importante passar água nos recipientes vazios para retirar restos de sucos e refrigerantes, por exemplo. Mas as esponjas de aço, aerossóis e inseticidas não são recicláveis.
Os papéis de maneira geral são recicláveis, como: jornais, revistas, envelopes, cartazes, folhas de caderno, caixas de pizza desde que sem gordura. Não são recicláveis os papéis de fotografias, papel higiênico, papel carbono e etiquetas adesivas.
Mais da metade do lixo produzido no mundo é a base de plástico. Dentre os plásticos recicláveis temos: sacos e sacolas, garrafas pet, tampinhas, potes e embalagens, canos e tubos de PVC.
Os vidros também podem ser reciclados, mas devem ser limpos e secos. Não podem ser reciclados: lâmpadas, óculos, espelhos, tubos de TV, boxes temperados, cerâmica, louça e porcelana. Lembrando que quando quebrarem devemos embrulhar em jornal ou papelão para que os coletores de lixo não se machuquem.
Benefícios obtidos com a reciclagem do lixo:

  • A cada 28 toneladas de papel reciclado evita-se o corte de 1 hectare de floresta
  • 1 tonelada de papel novo precisa de 50 a 60 eucaliptos, 100 mil litros de água e 5 mil KW/h de energia
  • 1 tonelada de papel reciclado precisa de 1.200 Kg de papel velho, 2 mil litros de água e 1.000 a 2.500 KW/h de energia.
  • É 100% reciclável, portanto não é lixo. 1 kg de vidro reciclado produz 1 kg de vidro novo.
  • 1 tonelada de vidro reciclado evita a extração de 1,3 tonelada de areia, economiza 22% no consumo de barrilha (material importado) e 50% no consumo de água.
  • 100 toneladas de plástico reciclado evita a extração de 1 tonelada de petróleo.
  • Na reciclagem de 1 tonelada de alumínio economiza-se 95% de energia (são 17.600kwh para fabricar alumínio a partir de matéria prima virgem contra 750kwh a partir de alumínio reciclado), 5 toneladas de bauxita e evita-se a poluição causada pelo processo convencional: redução de 85% da poluição do ar e 76% do consumo de água.

Fonte: https://meiosustentavel.com.br/reciclagem-e-sustentabilidade/
https://yvybrasil.com/blog/reciclar-como-separar-o-lixo-domestico-de-maneira-correta


SAJP FIQUE POR DENTRO Nº 003

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

9 de abril de 2021

Carro de polícia

 

 

 

Diferenças entre Polícia Civil e Militar

A Polícia Militar é a força policial responsável pelo chamado policiamento ostensivo. Isso significa que ela serve para coibir as ilicitudes de maneira imediata, repreendendo-a por sua presença e potencial coercitivo.

Isso explica uma das principais diferenças entre as Polícias Civil e Militar. Enquanto a Civil é uma força mais voltada para a investigação, a Militar dedica-se à vigilância e repressão imediata e emergencial de atos criminosos ou ilícitos. Se, após um assalto, o Boletim de Ocorrência deve ser registrado na Polícia Civil, imediatamente após ou durante o assalto, é responsabilidade da Polícia Militar correr atrás do assaltante.

Com base no registro do BOP (Boletim de Ocorrência Policial), a Autoridade Policial, aqui entendida como o Delegado de Polícia Civil, dará início aos procedimentos de investigação que lhe são próprios, bem como, os demais órgãos envolvidos na prevenção do crime poderão subsidiar suas atuações ou aperfeiçoá-las, como é o caso, da elaboração do mapa do crime realizada pela Polícia Militar. Tal ferramenta, o mapa do crime, utiliza como principal fonte a quantidade e qualidade dos delitos ocorridos em diversos pontos da cidade, identificando a concentração desses eventos para nortear a distribuição das modalidades de policiamento que serão mais eficazes nesses locais. Se os eventos delituosos não forem registrados através de BOP’s, restará inviabilizada a elaboração adequada do mapa do crime e, consequentemente, comprometerá a definição e a implementação das políticas públicas de segurança pública.
Fonte: https://www.cepmpremilitar.com.br/policias-civil-e-militar-quais-sao-as-diferencas-entre-as-duas e

https://jus.com.br/artigos/49793/a-importancia-do-boletim-de-ocorrencia-na-atuacao-policial-militar

 

 

 

A importância de se registrar o Boletim de Ocorrência

Após o registro de Boletim de Ocorrência de um furto a uma residência de nosso bairro, em meados de janeiro de 2021, os bandidos acabaram sendo presos.
A equipe da Polícia Militar de uma avenida da Zona Oeste, isso já em fevereiro deste ano, estava realizando o patrulhamento, quando os policiais avistaram o veículo com placa cadastrada como produto de furto. Foi logo solicitado apoio para a abordagem e cerco policial.
Havia três indivíduos no veículo e foi encontrado um revólver calibre 38 inox com 5 monições intactas e com numeração suprimida, na cintura do condutor. Foi encontrada também a quantia de R$ 1.027,00.
Os outros dois presentes no veículo eram procurados pelos artigos 121 e 157 do código penal, assassinato e subtrair coisa móvel alheia, respectivamente. Com penas de 6 a 20 anos de reclusão e 4 a 10 anos de reclusão e multa, respectivamente.
Foram conduzidos a Delegacia e os três indivíduos permaneceram a disposição da justiça.

 

 

 

Vizinhança Solidária Jardim Prudência – 3 anos

No dia 18 de abril nosso grupo de Vizinhança Solidária completa 3 anos. Mas você sabe como surgiu nosso grupo?

No segundo semestre de 2017 eu fui assaltado em frente à minha casa, na Rua Padre Bento Ibanez. Alguns dias antes, minha mulher havia sofrido uma tentativa de assalto, também em frente à minha casa. Aquilo soou um alarme de “basta!” na minha cabeça, de que eu tinha que fazer alguma coisa a respeito.

No mesmo dia redigi uma carta, convidando os vizinhos a participarem de uma reunião para discutirmos os problemas de segurança no nosso bairro. Imprimi 20 cópias, e coloquei nas caixas de correios de casas próximas à minha.

Tivemos assim nossa primeira reunião, com cerca de 6 pessoas. As reuniões se seguiram, naquele momento discutíamos o que poderíamos fazer para melhorar a segurança do bairro. Uma das ideias que surgiram foi a do programa Vizinhança Solidária, disponível no site da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Entretanto, ao procurarmos o comando da 3ª Cia na época, ficamos sabendo que o programa não estava implantado na nossa região…

Outra iniciativa que adotamos foi passar a participar das reuniões do Conseg – Conselho Comunitário de Segurança. Logo nas primeiras reuniões, conhecemos um outro grupo de vizinhos, da Rua Maria do Carmo Borba Araujo, que tinha se organizado também para tratar do tema da segurança. Começamos a fazer reuniões em conjunto, e logo organizamos um abaixo assinado para pedir ao comando da 3ª Cia para que implementassem o programa Vizinhança Solidária na Cia.

Entregamos o abaixo assinado ao então comandante da 3ª Cia em uma reunião do Conseg, e algumas semanas depois, no dia 18/04/18 tivemos o que consideramos oficialmente nossa primeira reunião da Vizinhança Solidária, com a participação do comandante da 3ª Cia.

Muita coisa aconteceu desde então: nosso grupo cresceu, tivemos conquistas e aprendizados importantes, entre eles destaco a criação da própria SAJP, que expandiu a atuação para além da segurança, e deu um corpo jurídico para o grupo, a instalação da 1ª câmera detecta na nossa região, inspiramos e colaboramos para a criação de outros grupos de Vizinhança Solidária na região, dentre inúmeras outras.

Certamente não conseguimos realizar tudo que gostaríamos, e nem tudo que planejamos deu certo. Ainda temos um longo caminho pela frente, temos muito a melhorar.

Muitas pessoas dizem que, apesar de sermos um grupo de mais de 300 pessoas, são poucas as pessoas que efetivamente participam. Sim, isso às vezes parece desanimador, mas olho o copo meio cheio. Temos um grupo de pessoas comprometidas com o programa, dedicadas a ajudar o vizinho e a colaborar. Tenho convicção de que mais e mais pessoas vão se juntar efetivamente a este grupo e seremos cada vez mais fortes. Contamos e precisamos da ajuda de todos, e todos podem, cada um do seu jeito, ajudar.

Deixo aqui o convite a quem ainda não participa assim tão ativamente. Esteja conosco nas reuniões bimestrais. Se engaje. Precisamos de você.

É muito gratificante poder participar de algo que é maior do que cada um individualmente. É muito gratificante poder praticar o senso de comunidade, que tanto nos faz falta nesses dias de hoje. Eu não conhecia nenhum vizinho, antes disso tudo. Hoje conheço vários, e fiz muitos amigos queridos.

E que venham os próximos 3, 5, 10 anos para este grupo formidável.

Feliz Aniversário, Vizinhança Solidária!

Marcio Yatsuda
Presidente da SAJP

 

 

 

“Conscientizando”: Desperdício de Alimentos

Você sabia que o desperdício de alimentos atinge 1/3 de toda a comida produzida no mundo?
Segundo a FAO (agência das Nações Unidas preocupada em erradicar a fome), 54% do desperdício de alimentos no mundo ocorre na fase inicial da produção (pós colheita e aramzenagem). Outros 46% do desperdício ocorrem nas etapas de processamento, distribuição e consumo.
Se pensarmos que 870 milhões de pessoas passam fome todos os dias, este desperdício de alimentos se torna inaceitável!
No Brasil, grande parte do desperdício ocorre durante o manuseio e a logística da produção:

  • colheita: 10%
  • transporte e armazenamento: 30%
  • comércio e varejo: 50%
  • nos domicílios: 10% vai para o lixo.

Mas como podemos mudar esta situação, se a maior parte do desperdício está na própria produção?
A primeira dica seria, sempre que possível, optar por alimentos produzidos localmente, pois assim sofrem menos as perdas do transporte e da degradação.
Você também pode evitar o desperdício de alimentos aprendendo a fazer receitas com cascas, raízes e sementes. Veja algumas receitas neste link: https://br.pinterest.com/elisabetev/cascas-talos-folhas-e-sementes/ 
Fonte: https://www.ecycle.com.br/3007-desperdicio-de-alimentos.html

 

 

 

Campanha de “Dia das Mães”

Este ano a nossa rifa do dia das mães será diferente!
Vamos ajudar o próximo! E no nosso caso ele está bem pertinho: na Comunidade da Coréia. Muitas famílias estão passando fome devido a falta de trabalho e emprego. Crianças presas em casa não recebem alimentação na escola, consomem mais alimentos, etc.
Então pessoal, a cada pessoa que doar 1 kg de alimento não perecível, sortearemos em Maio, algumas prendas bem legais. O sorteio será simples: será pelo nome, quem doar 1kg ou uma cesta básica terá a mesma chance.
Participe! Além de ajudar você concorre a prêmios!

 

 

 

Casa de Acolhimento São José

Nossa vizinhança acolheu com muito carinho a Casa de Acolhimento de crianças e adolescentes São José. Estão abrigadas, hoje, 13 crianças: de 6 meses a 15 anos. Quando atingem 15 anos já podem entrar no Programa Menor Aprendiz.
Criamos uma Corrente do Bem, recebemos doações de vários bairros vizinhos e principalmente do nosso. A Maria do Grão e a Primícia doaram alguns alimentos, esperamos que mais comerciantes se envolvam nessa corrente!
A SAJP através das contribuições de seus Associados, doará algumas Cestas Básicas por mês.
Se quiser colaborar com esta iniciativa, torne-se sócio da SAJP, assim poderemos doar mais cestas!

 

 

 

Você conhece o Projeto “Ame o Verde”?

Ame o Verde é uma iniciativa da SAJP em conjunto com a comunidade local para reurbanizar a Praça Luiz Álvaro Cavalheiro de Araújo, na Rua Robélia, altura do número 149.
O projeto prevê uma completa revitalização na área e tornará a praça um ambiente acolhedor. A ideia é que seja mais do que um local de lazer, mas também de socialização, onde possamos resgatar o papel histórico das praças, que é de aproximar as pessoas, fazer amizades. Um local em que as crianças possam brincar de maneira segura, os adultos possam se exercitar e onde todos nós possamos fortalecer nossos vínculos com a comunidade local.
Outro ponto muito importante – e que justifica o nome Ame o Verde – é a importância do local para a preservação da natureza do bairro, trazendo mais qualidade de vida para o entorno e ajudando até a nos preservar de doenças.
A área contém árvores nativas do Brasil, como a Quaresmeira, o Pau-fava, Ipê amarelo, uma variedade de árvores frutíferas, proporcionando sombra, que tornará a área ainda mais agradável.  
O projeto prevê a manutenção da riqueza do local – as árvores nativas – mas uma completa gama de áreas, como uma área lúdica infantil, equipamentos de ginástica e alongamento, uma pista de caminhada e áreas de socialização, tudo isto cercado de um paisagismo que tornará a praça ainda mais convidativa e bonita.
Esse é um projeto da comunidade, que vamos construir e usufruir juntos, fará parte do nosso legado ao Jardim Prudência, tornando nosso bairro ainda mais agradável, humano e valorizado.


SAJP FIQUE POR DENTRO Nº 002

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

10 de fevereiro de 2021

Ame o Verde

 

 

 

Projeto: Ame o Verde

O primeiro mês de 2021 foi o mês da criação do Projeto “Ame o Verde”. Tudo começou com a criação de um Comitê formado, após reunião com Marcelo Rebelo do Cidades.Co, sendo composto dos seguintes membros: Lorena Rabarchi, Marcos Marcelo Payão, Adriana Maria Paes e a arquiteta do projeto: Elaine Lippi. O Projeto “Ame o Verde” visa transformar as praças do bairro, deixando-as mais acolhedoras e agradáveis. Este projeto, em conjunto com o Cidades.Co, visa a adoção de espaços públicos devolvendo-os para a comunidade de forma estruturada, agregando valor ao patrimônio público que é de todos nós! O local escolhido para sofrer a primeira transformação foi a Praça Luis Alvaro de Araújo, localizada na Rua Robélia com a Rua Heriberto Simões do Valle. Esta iniciativa precisa do apoio de todos para se concretizar! Acompanhe o passo a passo deste belo projeto e participe!


Casa de Acolhimento

 

 

 

Agradecimento da Casa de Acolhimento “São José” 

Neste um pouco mais de um mês, a Casa São José, que acolhe crianças vítimas de maus tratos, abuso e abandono, recebeu, através do Grupo de Vizinhos Solidários e da SAJP, vários itens de doação: 3 colchões de berço novos2 mini camas semi novas1 máquina de secar roupas1 liquidificador industrial1 sofá 1 mesa de computador Roupas de camaRoupasBrinquedosItens de decoraçãoUtensílios de cozinhaAgradecemos a todos que colaboraram e divulgaram esta nobre iniciativa de acolher nossas crianças!
E as crianças estão chegando! Já temos 11 crianças na SAICA São José: 1 menina de 5 meses; 1 menina de 2 anos; 2 meninos de 4 anos; 1 menino de 7 anos; 1 menina de 7 anos; 1 menina de 11 anos; 1 menino de 11 anos; 1 menino de 14 anos; 1 menina de 14 anos e 1 menina de 15 anos.
Agora estamos em campanha para arrecadar chinelos de tamanhos variados para calçá-los e também produtos de higiene pessoal, principalmente desodorante. Quem quiser contribuir, por favor, entre em contato com Elaine Pascon (11 99976-2193).


Revitalização da Praça

 

 

 

Mutirão na Praça Diego Barros

No próximo dia 28/02/2021, domingo, das 9:00 às 12:00h, teremos o Mutirão de limpeza, embelezamento e recuperação na Praça Diego Barros, que fica no encontro da Rua Robélia com a Rua Manoel Alonso Medina. Precisaremos de doações de material e de pessoas que queiram por a mão na massa!

Quem quiser colaborar de alguma maneira, por favor, entre em contato com Lorena (11 99666-7521) ou com Payão (11 98520-5045).


Rede elétrica

 

 

 

Quedas de Energia na Região

Sensíveis aos problemas relatados por diversos associados em relação às constantes queda de energia que temos experimentado na nossa região, mês passado iniciamos um abaixo assinado pedindo providências por parte da ENEL para melhorar os serviços (https://www.change.org/p/enel-falta-de-energia-el%C3%A9trica-recorrente-no-jardim-prud%C3%AAncia). 

Ato contínuo, a SAJP, representando os moradores e comerciantes da região, protocolou um ofício esta semana junto a ouvidoria da ENEL com a formalização dessas reclamações, anexando as assinaturas e comentários colhidos no abaixo assinado. Caso não tenhamos respostas efetivas nos próximos dias, acionaremos a ANEEL.


Dúvida

 

 

 

“Conscientizando”: Entulho, o que fazer?

 Entulho é aquela sobra de reformas que sempre se torna um problema para o morador. A pergunta que fica é o que fazer com aquele resíduo? Na cidade de São Paulo, a lei proíbe que se jogue o entulho em vias e logradouros públicos. Mas a lei também permite que cada imóvel gerador destine até 50 Kg de entulho por dia para ser recolhido pela Prefeitura através da coleta domiciliar convencional, desde que se acondicione adequadamente os mesmos, geralmente em sacos de ráfia que suportam mais peso.Em caso de quantidades maiores, o munícipe pode encaminhar o entulho para um dos 117 Ecopontos da cidade. Os Ecopontos são unidades de descarte gratuito de até 1 m³/dia, o que significa aproximadamente 18 sacos de entulho, madeira, poda de árvore, resíduos recicláveis ou grandes objetos, como: sofás, móveis, etc. Endereço dos Ecopontos mais próximos: Ecoponto Vicente Rao: Av. Prof. Vicente Rao, 308 e Ecoponto Cupecê: Rua Anália Maria de Jesus, 130 (travessa da Av. Cupecê). Horário de funcionamento: seg a sáb: 6:00 às 22:00h e dom e feriados: 6:00 às 18:00h.No caso de serem geradas quantidades superiores à estabelecida em lei, o gerador é o responsável pela remoção e pela destinação do entulho. Portanto, se faz necessário contratar o serviço legalizado das empresas transportadores que operam com caçambas. Para contratar o serviço de caçambas é importante verificar a lista das empresas cadastradas pela administração municipal, porque somente as regularizadas podem descartar o entulho em aterros de resíduos da construção civil. Desta forma, dando disposição final ambientalmente adequada aos materiais. Veja a lista de transportadores cadastrados neste link: https://bit.ly/3aAbtk1O descarte irregular de lixo e entulho é considerado crime ambiental e passível de multa de R$ 18.420,79. As punições são aplicadas de acordo com a lei 13478/02. O lixo não pode ser colocado fora do horário da coleta. Além disso, as caçambas precisam de autorização e ficar em local que não impeça o fluxo de veículos e pedestres.Fonte: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/subprefeituras/amlurb/entulho/index.php?p=4627


Você quer ajudar às iniciativas de melhoria de nosso bairro?

Associe-se a SAJP: https://sajp.org.br/associe-se-a-sajp-pessoa-fisica/ ou https://sajp.org.br/associe-se-a-sajp-pessoa-juridica/

Fique por Dentro Nº001 - pág.1

Fique por Dentro Nº001 - pág.2

 

FIQUE POR DENTRO DA SAJP Nº 010

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

10 de junho de 2022

 

 

Equipe dando as mãos

Três anos de SAJP

A SAJP completou dia 21 de maio, três anos de sua fundação.
Nossa associação surgiu inicialmente como uma evolução do nosso grupo de Vizinhança Solidária, focado nos temas relacionadas à segurança pública. Desde o início, acalentávamos o sonho de formar uma associação, e assim dar personalidade jurídica ao grupo, permitindo com isso assinarmos convênio, como o das câmeras Detecta e Radar.
Pouco mais de um ano depois da associação estar formada, conseguimos arcar com a instalação do primeiro conjunto de câmeras Detecta, e desde então a SAJP tem arcado com sua manutenção.
Desde sua fundação expandimos a atuação da SAJP para questões relacionadas ao social, meio ambiente e urbanismo. Como representante da sociedade civil, temos atuado junto aos órgãos públicos e outras instituições na defesa dos interesses coletivos de nossos associados.
Pesquisa recente que fizemos revela que a maioria dos moradores de nossa região entende a importância de se ter uma associação de moradores na defesa de seus direitos. Essa mesma pesquisa também revela que a maioria das pessoas tem uma boa avaliação da SAJP.
Mas se a pesquisa aponta esses bons indicadores, por que, proporcionalmente ainda temos pouco associados?
Trata-se de uma pergunta que nós, membros da diretoria, associados e mesmo não associados devemos nos fazer. Temos que olhar com sinceridade para dentro de nós e buscar as respostas.
A crise econômica, agravada por mais de dois anos de pandemia, ajuda a explicar parte dessa questão. Afinal, durante os períodos de crise, é natural que as famílias busquem cortar todos os gastos tidos como não essenciais. Embora os atuais valores de mensalidade possam ser considerados baixos – R$20,00 para pessoas física (1,6% do salário mínimo) e R$50,00 para pessoas jurídicas – sabemos que a crise não ajuda no crescimento da base de associados.
Parte da resposta pode vir também do fato de que muitas pessoas desconhecem o que a SAJP faz e onde atua. Para sanar esta questão, temos feito regularmente reporte das atividades da associação, como esta newsletter, reuniões presenciais e divulgação no Telegram, no site e nas redes sociais. Sem dúvida temos muito a melhorar, mas hoje as pessoas que possuem cadastro na SAJP recebem uma boa quantidade de informações sobre nossa atuação.
Mas refletindo sobre isso, e baseado nas colocações que ouvimos quando encontramos pessoas que ainda não conhecem o trabalho da SAJP, como tivemos oportunidade de ouvir durante nossa última reunião presencial, acho que o principal motivo para o baixo índice de engajamento é a crença de que os problemas que enfrentamos não tem solução, de que não adianta se envolver.
Seja um estabelecimento comercial que produz um ruído infernal perturbando o sagrado sossego coletivo, seja a falta de sinalização de trânsito, sejam buracos na rua, seja uma árvore que precisa ser podada. O que fazer? Pra que se envolver? Pra que abrir um chamado? Afinal os políticos não estão “nem aí” para nós, não é mesmo?
Eu, e todos os membros da diretoria da SAJP, e boa parte dos associados, nos recusamos a compartilhar desta crença.
Acreditamos sim que é possível melhorar as coisas, resolver problemas, e melhorar a qualidade de vida no nosso entorno.
Não temos uma atitude Poliana, de achar que tudo vai melhorar, de que basta reclamarmos junto aos órgãos públicos, e tudo se resolverá. Infelizmente sabemos que esta não é nossa realidade.
Mas os exemplos brotam de todos os lados. Para que melhoremos os serviços públicos, tais como segurança, saúde, assistência social, zeladoria urbana, dentre outros, temos que registrar, cobrar, registrar de novo, cobrar de novo, registrar mais uma vez, e cobrar quantas vezes forem necessárias.
Já vimos isso acontecer inúmeras vezes nesses três anos. Problemas que pareciam insolúveis, foram resolvidos, porque a sociedade se mobilizou.
Se você acredita que é possível melhorar as coisas, junte-se a nós. Se não é associado ainda, associe-se. Se é associado, mas não tem participado das reuniões, volte a frequentá-las. Traga sua opinião, sua crítica. Faça-se ouvir. Convide seus vizinhos. Ajude-nos a mobilizar o bairro. Com mais recursos, poderemos fazer cada vez mais.
Se você não acredita, convido-o(a) a refletir sobre isso. Se outros puderam melhorar seu entorno, engajando-se nessas lutas, por que você não poderia? Por que deixar nas mãos de outros a solução dos problemas que o(a) afetam? Por que não dar um passo além do “reclamar” ou da apatia? E se der certo?
Passados meus primeiros 53 anos de vida, já entendi que o momento de realizar é agora. Não há que se esperar as condições perfeitas de temperatura e pressão. Não estamos num laboratório. A vida é jogo, não é treino. Todos os dias.
Vem jogar com a gente!
Marcio Yatsuda

Gráfico sobre avaliação do estado de ruas e calçadas do bairro

Conservação de ruas e calçadas do bairro

Lançamos uma pesquisa sobre o estado e as características de nosso bairro em maio/2022, quando após convidarmos as pessoas para participar, 31 delas responderam e tiveram a oportunidade de colocar suas opiniões a respeito da importância de haver uma associação no bairro com o intuito justamente de melhorar estas características e o estado atual das coisas.
Em um dos itens pesquisados, a conservação de ruas e calçadas, tivémos apenas 16,2% (notas acima de 7) das pessoas que consideram haver um bom estado. Assim, a grande maioria, 83,8% vêem como ruim o estado das ruas e calçadas do bairro.
Mas o que podemos fazer para mudar esta situação?
Com referência ao estado das ruas, pode-se fazer solicitações para a prefeitura da Cidade de São Paulo, via aplicativo SP156, ou no site: https://sp156.prefeitura.sp.gov.br/portal, para que o poder público tome as providências necessárias: tapando buracos, fazendo a capinação ou manutenção de guias e sarjetas, realizando a manutenção de calçadas públicas, ou ainda podemos denunciar calçadas particulares danificadas ou inexistentes. 
Mas sugiro que antes de efetuar uma denúncia de calçada danificada, por exemplo, tentemos sempre a política da boa vizinhança, aconselhando antes ao morador ou proprietário que realize a devida manutenção. Caso isto não ocorra, aí sim partir para a denúncia.
E se eu sou o morador e/ou proprietário de um imóvel com calçada em mau estado? É importante que eu comece a tomar providências no sentido de tornar o nosso bairro um local mais seguro para os pedestres andarem nas calçadas, dando minha cota de participação!
Certa vez, há uns 14 anos atrás, quando caminhava por uma calçada do bairro mau conservada, quebrei meu tornozelo e tive que ficar alguns meses imobilizada, depois tive que fazer fisioterapia para me recuperar. E quantas pessoas já não passaram por isto?
Uma andorinha não faz verão. Mas juntos podemos mudar para melhor o nosso bairro!
Sueli Nazareth Calado

coletando

Coletando: uma nova ação pelo planeta!

Reciclar, reaproveitar, reprocessar, o mundo está em constante transformação, o consumo das pessoas que habitam este planeta vem se mostrando uma grande preocupação, pois a tecnologia traz muitas facilidades, mas a questão de como descartar de forma inteligente o que usamos é um grande desafio.
Muitas iniciativas e mesmo ações concretas em andamento e já consolidadas na sociedade foram implementadas e estão trazendo benefícios importantes. Imagine se não tivéssemos começado os processos de recolher e reciclar os diversos tipos de materiais que fazemos uso!?
Existem diversas informações na internet sobre este tema, pois é atual e será tratado permanentemente, mas recentemente e através da minha participação no CADES descobri uma ação importante chamada “Coletando”, que é uma campanha que prepara pessoas comuns para se tornarem empreendedores da Reciclagem, gerando renda para si e para sua comunidade, através de Ecopontos que beneficiam a todos.
Como isto funciona: A atuação é nas comunidades em locais de grande circulação de pessoas. Os Ecopontos móveis possibilitam estarem em vários locais ao longo do dia, dando mais capacidade de volume, beneficiando mais pessoas e captando maior quantidade de materiais recicláveis.
E quem ganha com tudo isso? – Todos os envolvidos!
Com a Coletando, o benefício atinge dimensões antes inimagináveis, pois com o programa, a comunidade local se beneficia com a limpeza e salubridade dos espaços comuns; a população ganha com o benefício de bancarização e recebimento pela entrega dos materiais pós consumo de seus lares; o empreendedor ou a cooperativa ganha com a oportunidade de geração de emprego e renda para si e para todos os envolvidos no trabalho; as crianças ganham com o aprendizado real sobre sustentabilidade, e educação ambiental. Antes só vista em livros e faladas na aula.
A alternativa de gerar um cashback em qualquer lugar e diretamente em um cartão (pré-pago), possibilita a inclusão bancária nas comunidades mais vulneráveis, dando à população mais carente, acesso a serviços básicos bancários. Um fator importante e positivo que fomenta a economia local, permitindo que as pessoas criem uma renda extra baseada no descarte correto de seus resíduos pós consumo.
Os condomínios de classes superiores economicamente, doam seus materiais e com isso, a Coletando consegue fomentar a fabricação de materiais novos a partir destes e assim, beneficiar as comunidades através de sorteios e premiações com brindes vindos da confecção a partir destes materiais doados.
Se você também, assim como nós, sonha com um planeta mais limpo, justo e com a pulverização da economia circular, talvez este seja um bom caminho!!!
Caso tenha interesse em conhecer mais sobre a campanha visite-os.
#vemsercoletando #coletandopeloplaneta
https://coletando.org/
Lorena Rabarchi Graciano

árvores

“Conscientizando”: Semana do Meio Ambiente

“A Semana Nacional do Meio Ambiente é comemorada na primeira semana do mês de junho, quando no dia 5 se celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente.
Esta semana de conscientização foi criada, no Brasil, pelo Decreto nº 86.028, de 27 de maio de 1981. O objetivo era complementar a celebração ao Dia do Meio Ambiente instituído pela ONU.
A iniciativa visa incluir a sociedade na discussão de pautas que tratem da preservação do patrimônio natural do Brasil.”

Dia mundial do meio ambiente

“Esta data foi criada pela Organização das Nações Unidas – ONU, durante a Conferência de Estocolmo, na Suécia, que aconteceu entre 5 e 16 de junho de 1972.
A proposta desta data é chamar a atenção de todos os governos mundiais e da população sobre a necessidade de implantar medidas emergenciais para prevenir a degradação do meio ambiente.
O principal objetivo da Semana Nacional do Meio Ambiente é conscientizar a comunidade sobre a importância de preservar os diferentes tipos de ecossistemas.
 A data serve como alerta à sociedade sobre os perigos de negligenciarmos a tarefa de cuidar do mundo em que vivemos.
Todos os anos, as Nações Unidas dão um tema diferente ao Dia Mundial do Meio Ambiente. Esta foi a forma encontrada pela ONU para dar ideias de atividades que promovam a conscientização da população para preservar o meio ambiente.
Em 2022, ao completar 50 anos desde a origem do Dia mundial do meio ambiente, o tema escolhido para a comemoração foi “Uma Só Terra”.
Essa data é importante para nos conscientizarmos sobre a necessidade de preservarmos os recursos naturais. Além disso, para refletirmos sobre os impactos ao meio ambiente provocados pela atividade humana, uma vez que é perceptível o crescente número de problemas ambientais ao longo dos anos.
Proteger e melhorar a relação entre a sociedade e a natureza é um dever de todos e pequenas ações podem ter grandes impactos, por isso a necessidade de discutir o tema.
Por exemplo, quando as pessoas jogam lixo no chão os materiais são arrastados pela chuva e se acumulam nos bueiros. Com isso, a água não tem para onde escoar e aumentam as chances de ocorrer alagamentos e até enchentes.

Hábitos que ajudam o meio ambiente

Confira algumas dicas de ações simples que você pode fazer no seu dia a dia e colaborar para a preservação do meio ambiente.
1. Jogue o lixo em locais adequados. Exemplo: não jogue lixo no chão e não jogue o óleo comestível no encanamento.
2. Pratique o consumo consciente. Exemplo: evite desperdiçar comida e comprar mais do que precisa.
3. Economize energia elétrica. Exemplo: em casa, mantenha a luz acesa apenas no cômodo que você está e deixe na tomada só os aparelhos que estiver usando.
4. Reutilize materiais. Exemplo: recipientes de vidro podem se tornar peças de decoração ou servir para armazenar outras coisas.
5. Economize água. Exemplo: ao escovar os dentes mantenha a torneira fechada e diminua o tempo com o chuveiro aberto no banho.
6. Diminua a utilização de materiais descartáveis. Exemplo: para o trabalho ou escola leve seu próprio copo na bolsa.
7. Separe o lixo corretamente para que os resíduos tenham o destino correto. Exemplo: em casa, identifique baldes para cada tipo de lixo.”
Se soubesse que o mundo se acaba amanhã, eu ainda hoje plantaria uma árvore.” (Martin Luther King Jr.)

Textos extraídos dehttps://www.calendarr.com/brasil/semana-mundial-do-meio-ambiente/  e
https://www.calendarr.com/brasil/dia-mundial-do-meio-ambiente/
 

 

FIQUE POR DENTRO DA SAJP Nº 009

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

11 de abril de 2022

 

 

Aniversário da Vizinhança Solidária

“Bodas de flores e frutas”

No dia 18 de abril de 2.022, comemoraremos o 4º aniversário do nosso grupo de Vizinhança Solidária – Jardim Prudência.
Em um casamento, comemoraríamos “Bodas de flores e frutas”. “Esse é o nome dado à comemoração dos 4 anos de casamento de um casal”. No nosso caso, comemoraremos 4 anos de “União”.
 “Bodas tem origem na palavra latina “vota“, que significa promessa, que por sua vez significa “Ação ou efeito de prometer, de afirmar verbalmente ou por escrito que irá fazer ou dizer alguma coisa.”
As bodas de flores e frutas têm um significado especial, pois é uma fase de amadurecimento da relação. As flores, assim como o relacionamento, são frágeis e precisam ser regadas e nutridas para que que se mantenham fortes e floresçam.
As frutas também exigem dedicação e cuidado, elas precisam de acompanhamento e devem ser colhidas no tempo certo para que sejam saborosas e suculentas.
Ao longo desses últimos 4 anos, temos vivido diversos desafios e conquistas. Temos passado por altos e baixos no que se refere à segurança. Roubos e furtos ainda são uma triste realidade em nossa região. (Cidade, estado e País).
Há a percepção, por parte de muitos moradores, de que há a presença de patrulhamento mais ostensivo, porém, isso não tem inibido a ação de meliantes e bandidos de todos os matizes.
O número de Policiais e viaturas disponíveis para a nossa região não parece ser suficiente, pois a região da Cidade Ademar engloba diversos bairros e centenas de milhares de moradores. Moradores de nossa região têm tido imensa dificuldade para registrar Boletins de Ocorrência. Tudo isso sem tocar em assuntos como Política e Políticos, Educação, Código Penal, Pandemia etc.
No decorrer desses últimos 4 anos, conseguimos fortalecer laços de amizade e vizinhança.
Conhecer seu vizinho é o “espirito” do Programa Vizinhança Solidária.
É muito bom dar “bom dia” aos vizinhos e amigos, seja na saída para o trabalho, na padaria açougue, no Supermercado etc… e ser correspondido! Da mesma forma, é bom saber que podemos contar com essas pessoas em caso de emergências de saúde, segurança ou simplesmente para comemoramos um aniversário.
Tivemos o desafio das reuniões virtuais, mas logo voltaremos a ter reuniões presenciais.
Nas reuniões presenciais, tratamos de medidas preventivas e discutimos ações de desenvolvimento de maneira mais interativa. Olhamos nos olhos uns dos outros e percebemos o medo e a insegurança que nos afligem.
Nesses momentos, devemos relembrar o significado das palavras “Boda”, “Vota” e em especial da palavra “Promessa”.
Cada um à sua maneira, fez a promessa/compromisso de proteger e cuidar de sua esposa/esposo, companheiro/companheira, filha/filho, de si e de seu lar.
Hoje temos diversas pessoas, lares e famílias que buscam a União visando o bem próprio e comum.
Precisamos amadurecer nossos relacionamentos com vizinhos e com aqueles que convivem conosco. Esses relacionamentos são frágeis e requerem cuidado, respeito e atenção.
Como um dos frutos de nosso trabalho, surgiu a SAJP (Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências).
 A SAJP tem realizado um trabalho fantástico. São pessoas maravilhosas da nossa comunidade que dedicam – voluntariamente – horas e dias de suas vidas para melhorar nosso bairro.
Nos últimos meses, participamos de reuniões nas quais compartilhamos nossas experiências e auxiliamos na criação de novas “vizinhanças solidárias” em bairros próximos.
Muito há para ser feito.Para isso, é necessário que tenhamos um senso de comunidade maior. Precisamos de mentes e “braços”, ideias e ações. Precisamos interagir e nos unir cada vez mais para que possamos ter força e representatividade perante os Órgãos Públicos (Prefeitura, Subprefeitura, Policia Militar, Civil, CONSEG etc.). Precisamos participar das reuniões de bairro e CONSEG. Precisamos conhecer nossos DIREITOS e DEVERES e exercê-los. Talvez assim, possamos colher bons frutos….
“Conta-se que um senhor plantava tâmaras no deserto quando um jovem o abordou: “Mas por que o senhor perde tempo plantando o que não vai colher?”.
O senhor virou e respondeu: “Se todos pensassem como você, ninguém colheria tâmaras”. Ou seja, não importa se você vai colher, o que importa é o que você vai deixar.”

Começamos com poucos e hoje somos muitos! Amanhã seremos mais!
Participe e divulgue!
Marcus Vinicius de Abreu

CADES

Objetivos do CADES

A SAJP é um organismo que se interessa por diversos assuntos, temas importantes que permeiam o interesse da comunidade onde está inserida.
Ações Sociais, Meio Ambiente e Urbanismo, Segurança e tantos outros, são importantes e precisam ser explorados. No entanto, para que repercutam de forma efetiva e tragam para esta mesma comunidade resultados consistentes é necessário que a Associação busque os canais, para que além do voluntariado interno que há nela, os órgãos públicos se façam presentes com suas políticas e diretrizes.
Tudo isto, para falarmos do CADES – O Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz que possui caráter participativo e consultivo.
 
O CADES Regional como é o nosso a que pertencemos, Cidade Ademar, tem por objetivo social: promover, discutir e se manifestar sobre as Políticas Públicas atinentes, por meio de recomendações e proposições de planos, programas e projetos à nossa Subprefeitura.
 
No fomento à cultura e aos ideais de sustentabilidade: propondo e apoiando ações públicas ou privadas de conservação.
 
Na orientação à comunidade, cidadão ou organização: no encaminhamento de sua proposta, crítica ou denúncia relacionada à proteção ao órgão competente e canais de participação.
 
Na promoção de ações conjuntas que visem à melhoria da qualidade de vida junto a quaisquer Conselhos e Secretarias que atuem na região das Prefeitura Regional Cidade Ademar.
 
Na explicitação de subsídios e propostas para otimização do Plano Diretor de São Paulo (PDE) e do Plano Regional Estratégico da Prefeitura Regional Cidade Ademar dentro dos princípios da sustentabilidade ambiental.
 
Vejam quantas atribuições importantes estão contidas nestas ações e para isto hoje temos uma representante da Sociedade Civil e membro efetiva da SAJP que terá a missão de promover a intermediação de todas as demandas que estiverem no escopo destas atribuições.
Temos muito que nos desenvolver nestes temas e trabalhar para transformar nosso bairro em um local que faça diferença aos olhos de quem vive aqui.
Que estejamos cada vez mais integrados com o Meio Ambiente, visando o bem-estar e a qualidade de vida dos moradores.
Atividades já em pauta na nossa rotina, como cuidar das praças, a questão da reciclagem e tantos mais, são apenas uma ponta desta longa cadeia.
Lorena Rabarchi Graciano

Paulistinha

Paulistinha da Vila

Há 23 anos atrás, o Paulistinha chegou com a finalidade de ocupar o tempo de alguns meninos que estavam aqui na favela de bobeira. A princípio era só um passatempo e, com o passar dos anos, foi se fazendo um time de respeito, por termos conquistado vários títulos e também por terem passado tantos meninos por nossas mãos.  Quando pego os álbuns de fotos pra recordar, são tantas risadas e algumas tristezas também. O tempo passa e nós temos que continuar. A única certeza que fica é que construímos pessoas fortes, que independente do lado da história que escolheram pra ser protagonista, têm respeito por nós. Somos reconhecidos em qualquer lugar onde vamos jogar, afinal temos história: são 23 anos de altos e baixos, mas sem desistir nunca destes meninos.
Texto adaptado de depoimento dado pelo Sidnei de Souza Machado em 31/03/2022.
Esta associação contribuiu para a Festa de Aniversário do Paulistinha doando carne para churrasco e refrigerante para cerca de 70 crianças.

Renovando atitudes

Renovando aitudes…

O exercício de conviver e de participar de uma associação de bairro é algo que nos leva a constantemente repensar nossas próprias atitudes. Será que gritei com alguém? Será que falei muito forte ou me posicionei de maneira inadequada? São estes questionamentos que permitem que não estacionemos em nossas próprias e rígidas opiniões, e estejamos sempre em crescimento rumo a um melhor estado. 
Conviver com as diferentes opiniões é uma arte! Mas para se viver em comunidade é necessário que aprendamos com o outro e que também saibamos o melhor momento de colocar nossas opiniões.
Nesta época em que a Páscoa se aproxima, pensei que seria importante refletirmos sobre se estamos fazendo a nossa parte para um melhor relacionamento dentro e fora do grupo.
Que possamos nos renovar continuamente para melhorar nossa maneira de enxergar o outro e o mundo ao nosso redor!
Sueli Nazareth Calado

Globo terrestre

“Conscientizando”: As melhores formas de Conscientização Ambiental

“No início da revolução industrial e da produção acelerada, pouco se pensou nos danos que a utilização desmedida dos recursos naturais teriam futuramente. Porém, o tempo mostrou que a natureza não trabalha sob a perspectiva do pensamento consumista. Ela não se move para o lucro e não se regenera para poder sustentar os caprichos da humanidade.
A sociedade, em suma, não adquiriu uma educação que valorizasse a preservação ambiental. Então, a única alternativa encontrada por biólogos, pesquisadores e cientistas para chamar atenção para a escassez dos recursos naturais é trabalhar para conscientizar a população da necessidade de se preocupar com a conservação do meio ambiente e de se começar a investir numa educação sustentável para as futuras gerações.
Um relatório feito pela WWF, uma organização não-governamental que atua em diversos países do globo com o objetivo de promover um desenvolvimento sustentável, constatou que a humanidade está usando 20% a mais de recursos naturais do que o planeta é capaz de repor. Este é um dado alarmante quando se tenta imaginar o mundo do próximo século.
Do ponto de vista econômico, falta às nações a visão de que a biodiversidade de seu país influencia em seu desenvolvimento. Isto, porque este aspecto está camuflado por trás da produção industrial, da tecnologia e da funcionalidade do sistema econômico nas comunidades. Falta aos seres humanos, como um todo, entenderem que a degradação da natureza afeta suas vidas diariamente, em diversos sentidos. Pode ser que os danos ainda não estejam visíveis para os indivíduos e é por essa razão que é preciso insistir e estimular a conscientização ambiental.” Redação Pensamento Verde 
https://www.pensamentoverde.com.br/atitude/as-melhores-formas-de-conscientizacao-ambiental/

 

FIQUE POR DENTRO DA SAJP Nº 008

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

18 de fevereiro de 2022

Imagem de câmeras de segurança

 

 

 

Compartilhamento de Cãmeras

O compartilhamento de câmeras no nosso grupo de Vizinhança Solidária surgiu logo após o início do grupo. Você sabe como funciona este compartilhamento?

Primeiro vamos ao conceito. A ideia do compartilhamento surge como uma alternativa para utilizar de forma coordenada as câmeras externas já instaladas pelos vizinhos para ajudar na apuração de ocorrências policiais na nossa região.

Normalmente essas câmeras estão conectadas a um DVR – Digital Video Recorder – que fica em cada residência. Como a maioria dos sistemas DVR são Intelbras, o que vou explicar a seguir se aplica, caso se trate de DVR Intelbras. Se não for Intelbras, explicarei mais ao final do artigo.

Esses DVRs nada mais são do que computadores que ficam ligados à Internet. É através deles que se consegue acessar às imagens, mesmo quando se está fora de casa.

Assim, o processo de compartilhamento consiste basicamente de duas coisas:
1. Criar um usuário no DVR e permitir que este usuário acesse somente as câmeras externas
2. Coletar a informação do Intelbras SN(serial number) do DVR

Com essas duas informações, os tutores da vizinhança solidária poderão acessar as imagens do DVR, quando necessário.

Importante frisar: somente as imagens das câmeras externas são acessadas, ou seja, as câmeras internas não são acessíveis. Além disso, somente os tutores do grupo terão acesso a essas imagens, que serão utilizadas para ajudar a polícia (militar ou civil) a resolver eventuais ocorrências na nossa região.

O processo deve funcionar assim:
– Uma ocorrência é relatada no grupo “Alertas de Segurança”
– Algum tutor disponível, verifica o local, e checa se temos câmeras compartilhadas na região
– Caso tenhamos, o tutor busca imagens nos DVRs para tentar achar imagens que ajudem na identificação dos criminosos
– As imagens são compartilhadas com a polícia

Caso o DVR não seja Intelbras, ainda assim é possível compartilhar as câmeras, mas daí é uma avaliação técnica a ser feita caso a caso.

Temos tido dificuldade para gerenciar essas câmeras, estamos precisando de voluntários para nos ajudar. Você pode nos ajudar? Entre em contato conosco.

Você tem câmeras na sua casa ou condomínio? Que tal ajudar a melhorar a segurança coletiva do nosso bairro? Compartilhe suas câmeras!
Marcio Yatsuda

 

 

 

União pela Segurança

“Projeto reúne pais e PM em grupos de WhatsApp para maior segurança nas escolas em Rio Preto
Projeto Vizinhança Solidária, que existe nos bairros, foi adotado por 14 escolas estaduais de Rio Preto para combater tráfico, brigas, assaltos e vandalismo; pais, professores e vizinhos dos colégios participam.
A Polícia Militar de Rio Preto começou a implantar nesta semana, em 14 escolas estaduais, o projeto Vizinhança Solidária Escolar. A meta é reduzir vandalismo, brigas, roubos e furtos nos colégios e afastar os traficantes dos alunos. Atualmente há 25 mil estudantes da cidade matriculados na rede estadual.
As escolas já são patrulhadas pela ronda escolar, mas a proposta é ter ajuda da comunidade para ficar “de olho” no que acontece quando a viatura não está por perto, diz o comandante do 17º Batalhão da Polícia Militar de Rio Preto, o coronel Paulo Sérgio Martins.
A implantação do projeto começou no início do ano letivo de 2020, para repetir nas escolas o modelo do projeto Vigilância Solidária, quando os moradores ajudam a vigiar a própria casa e a dos vizinhos, trocam informações por meio de grupos de WhatsApp e avisam a Polícia Militar quando veem algo suspeito. Com a pandemia, o projeto foi suspenso e está sendo retomado agora.
“A Vizinhança Solidária nas escolas une pais de alunos, diretores, inspetores, serventes e a PM em grupos de aplicativo de comunicação instantânea. Quando alguém vê algo estranho, já posta no grupo. Imediatamente, após visualizar, o policial do grupo, compartilha a informação com a equipe com viatura mais próxima que vai lá e checa”, explica o coronel.
“O interessante é que moradores vizinhos das escolas estaduais também quiseram participar. Ninguém melhor do que eles, que moram ao lado, para avisar”, explica.
Segundo o tenente Cláudio Ziroldo, porta-voz do 17º Batalhão da PM de Rio Preto, outro foco da Vizinhança Solidária Escolar é também fazer a prevenção contra invasão de escolas no período de aulas, como ocorreu em março de 2019 em Suzano, quando dois ex-alunos invadiram a escola estadual Raul do Brasil e mataram sete pessoas.
“Além dos protocolos de segurança que todo servente de escola tem, em manter os portões trancados, ele também fica atento a movimentações estranhas”, diz o porta-voz.
Parceria
A dirigente de ensino de Rio Preto, Adriana Campanhola, aprova a iniciativa e incentivou os diretores a aderirem. “É um programa maravilhoso. Nós gostamos muito porque envolve a comunidade no entorno das escolas. É uma forma de até engajar a comunidade junto à escola para resolver os problemas. Os vizinhos ajudam a monitorar as escolas à noite ou aos finais de semana”, afirma a diretora.
Adriana diz que, além disso, as escolas são equipadas com alarmes eletrônicos que são monitorados pela PM. Assim que ocorre qualquer invasão, um sensor avisa a base mais próxima para enviar uma viatura.
Vera Lucia Silva, mãe de aluna matriculada na escola estadual Noemia Bueno do Valle, no bairro Anchieta, aprova a ideia de criação dos grupos para dar mais segurança. “Muito importante ter este tipo de iniciativa, porque nós, pais, sempre ficamos preocupados com os nossos filhos desde a entrada da escola até o horário de saída. A escola e os professores são muito bons, mas o que deixa a gente de olho é a presença de pessoas estranhas perto dos alunos”, diz a mãe.
Patrulha solidária
Implantado em Rio Preto em 2017, o programa Vizinhança Solidária cresceu de três para 29 núcleos na região Rio Preto nos últimos quatros anos.
O mesmo modelo deve ser adotado em breve na zona rural de Rio Preto, com a versão rural do Vizinhança Solidária, mas focado em dar mais segurança nas fazendas e sítios da cidade.
Além da formação de grupos de WhatsApp por produtores rurais e funcionários, a PM começou a fazer a geolocalização de cada uma das fazendas e sítios. Depois desta coleta de dados, tudo será enviado para um programa que vai disponibilizar a localização para as viaturas – facilitando a chegada até os locais. Também foi implantada neste ano uma equipe de patrulhamento rural da Guarda Civil Municipal (GCM) de Rio Preto.
As duas iniciativas são impulsionadas pelo aumento de furtos de gado, implementos e defensivos agrícolas na zona rural na região de Rio Preto. (MAS)”
https://www.diariodaregiao.com.br/cidades/policia/projeto-reune-pais-e-pm-em-grupos-de-whatsapp-para-maior-seguranca-nas-escolas-em-rio-preto-1.940417 

 

 

 

Member Get Member

Todo programa de marketing que abrange um sistema de “member get member” tem como objetivo a conquista de novos clientes, associados, membros de uma comunidade. Nele está imbuído o principio de que quem indica uma nova pessoa tem vantagens que revertem em algum benefício e ou prêmio.
O que esperar de uma associação sem fins lucrativos, onde o maior trabalho é atender as necessidades da comunidade.
Qual o prêmio que se pode esperar de um programa desses em nossa Associação? Penso que o maior prêmio é a satisfação pessoal em ser mais um a ajudar ao próximo.
Para isso você que se preocupa em viver em harmonia, com segurança para si e para os demais, deve conhecer e mostrar aos seus vizinhos e amigos do bairro as ações beneficentes, as ações em busca de segurança para a coletividade do bairro, ações que envolvem a preservação do meio ambiente em nosso bairro, divulgando e fazendo parte de grupo que tem a satisfação de fazer o melhor para todos.
Participe!  Ajudar ao próximo é ajudar a você mesmo.
Mauro Costa

Logotipo Corrente do Bem

 

 

 

Corrente do Bem

Neste começo de ano, foi incrível a mobilização da Vizinhança para o novo SAICA, o Santa Maria, na Rua Heriberto Simões do Vale, 109. Conseguimos, através de um grupo de moradores, doar todos os utensílios de cozinha, além de 1 tanquinho para a lavanderia. Uma vizinha doou um conjunto de panelas industriais.

Para o SAICA Cidade Ademar foi doado: material pedagógico, jogos, roupas, um berço e uma cama de ferro com colchão e roupa de cama para a Rita, portadora de autismo.

Para a Casa de acolhimento de idosos doamos: roupas, sapatos, tapetes e panelas.

Para o Sidnei(Coreia/Campinho) doamos: pratos, talheres, panelas, sapatos de criança e roupas.

Quando você tiver algum material a ser doado, fale comigo (whats: 99976-2193). Obrigada!
Elaine Pascon

Globo terrestre em chamas

 

 

 

Conscientizando”: Efeito Estufa e Aquecimento Global

“O efeito estufa é um fenômeno natural e possibilita a vida humana na Terra. Parte da energia solar que chega ao planeta é refletida diretamente de volta ao espaço, ao atingir o topo da atmosfera terrestre – e parte é absorvida pelos oceanos e pela superfície da Terra, promovendo o seu aquecimento. Uma parcela desse calor é irradiada de volta ao espaço, mas é bloqueada pela presença de gases de efeito estufa que, apesar de deixarem passar a energia vinda do Sol (emitida em comprimentos de onda menores), são opacos à radiação terrestre, emitida em maiores comprimentos de onda. Essa diferença nos comprimentos de onda se deve às diferenças nas temperaturas do Sol e da superfície terrestre.

De fato, é a presença desses gases na atmosfera o que torna a Terra habitável, pois, caso não existissem naturalmente, a temperatura média do planeta seria muito baixa, da ordem de 18ºC negativos. A troca de energia entre a superfície e a atmosfera mantém as atuais condições, que proporcionam uma temperatura média global, próxima à superfície, de 14ºC.

Quando existe um balanço entre a energia solar incidente e a energia refletida na forma de calor pela superfície terrestre, o clima se mantém praticamente inalterado. Entretanto, o balanço de energia pode ser alterado de várias formas: (1) pela mudança na quantidade de energia que chega à superfície terrestre; (2) pela mudança na órbita da Terra ou do próprio Sol; (3) pela mudança na quantidade de energia que chega à superfície terrestre e é refletida de volta ao espaço, devido à presença de nuvens ou de partículas na atmosfera (também chamadas de aerossóis, que resultam de queimadas, por exemplo); e, finalmente, (4) graças à alteração na quantidade de energia de maiores comprimentos de onda refletida de volta ao espaço, devido a mudanças na concentração de gases de efeito estufa na atmosfera.

Essas mudanças na concentração de gases de efeito estufa na atmosfera estão ocorrendo em função do aumento insustentável das emissões antrópicas desses gases.

As emissões de gases de efeito estufa ocorrem praticamente em todas as atividades humanas e setores da economia: na agricultura, por meio da preparação da terra para plantio e aplicação de fertilizantes; na pecuária, por meio do tratamento de dejetos animais e pela fermentação entérica do gado; no transporte, pelo uso de combustíveis fósseis, como gasolina e gás natural; no tratamento dos resíduos sólidos, pela forma como o lixo é tratado e disposto; nas florestas, pelo desmatamento e degradação de florestas; e nas indústrias, pelos processos de produção, como cimento, alumínio, ferro e aço, por exemplo. 

Aquecimento global

Embora o clima tenha apresentado mudanças ao longo da história da Terra, em todas as escalas de tempo, percebe-se que a mudança atual apresenta alguns aspectos distintos. Por exemplo, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera observada em 2005 excedeu, e muito, a variação natural dos últimos 650 mil anos, atingindo o valor recorde de 379 partes por milhão em volume (ppmv) – isto é, um aumento de quase 100 ppmv desde a era pré-industrial.

Outro aspecto distinto da mudança atual do clima é a sua origem: ao passo que as mudanças do clima no passado decorreram de fenômenos naturais, a maior parte da atual mudança do clima, particularmente nos últimos 50 anos, é atribuída às atividades humanas.

A principal evidência dessa mudança atual do clima é o aquecimento global, que foi detectado no aumento da temperatura média global do ar e dos oceanos, no derretimento generalizado da neve e do gelo, e na elevação do nível do mar, não podendo mais ser negada.

Atualmente, as temperaturas médias globais de superfície são as maiores dos últimos cinco séculos, pelo menos. A temperatura média global de superfície aumentou cerca de 0,74ºC, nos últimos cem anos. Caso não se atue neste aquecimento de forma significativa, espera-se observar, ainda neste século, um clima bastante incomum, podendo apresentar, por exemplo, um acréscimo médio da temperatura global de 2ºC a 5,8°C, segundo o 4° Relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), de 2007.

Em resumo, a primeira parte do 4º relatório do IPCC, que compila os estudos sobre base científica da mudança do clima, considera o aquecimento global um fenômeno inequívoco e, muito provavelmente, causado pelas atividades antrópicas. A comunidade científica tem tido um papel importante para subsidiar os países em sua tomada de decisão, fornecendo projeções da mudança do clima sob diferentes cenários futuros, dentro de margens de erro aceitáveis, indicando desafios e apontando oportunidades.”
Texto extraído de: https://antigo.mma.gov.br/informma/item/195-efeito-estufa-e-aquecimento-global.html

atividades antrópicas: ação antrópica corresponde a uma ação realizada pelo homem.

FIQUE POR DENTRO da SAJP Nº 007

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

16 de dezembro de 2021

Editorial

Eis que 2021 está chegando ao fim… E que ano!

Começamos o ano assolados por quase dez meses de pandemia, querendo acreditar que em breve poderíamos voltar à “nossa vida normal”, ou a um “novo normal”. Mal sabíamos que o pior ainda estava por vir, e que vivenciaríamos meses sombrios, com o número de casos e mortes nas alturas. Quase todos temos ao menos um caso de conhecido ou parente que perdeu a vida para essa doença traiçoeira, ou os que ficaram com sequelas, e ainda lutam para retomar suas vidas.

Felizmente, com a chegada das vacinas, pudemos ver a curva pandêmica embicar para baixo, e nos últimos meses retomar algumas atividades sociais e culturais que tanto nos fizeram falta. Obviamente, sem descuidar, pois a pandemia ainda não acabou, e novas variantes surgiram, e vão continuar surgindo, desafiando as vacinas e os sistemas de saúde no mundo afora.

Diante desse cenário de fundo, como foi o ano da SAJP?

Um dos maiores destaques do ano certamente foi o projeto “Ame o Verde”. Liderado pela diretora do programa do “Meio Ambiente e Urbanismo” da SAJP, Lorena Rabarchi. Diversas pessoas se uniram em torno da causa de fazer melhorias em praças da região. Adotamos a rotatória na confluência das ruas Francisco Lopes Pinto e Manoel Alonso Medina, que é carinhosamente mantida por associados que moram próximos.

Promovemos também mutirões na Praça Diego Barros:

Iniciamos também um ousado plano de melhorias na praça Luiz Álvaro de Araújo, localizada na Rua Robélia. Elaboramos um projeto arquitetônico / paisagístico com as melhorias desejadas, e começamos a correr atrás de sua viabilização. Inicialmente acreditávamos que somente em 2022 conseguiríamos realiza-lo, mas através da mobilização e parceria com o poder público, conseguimos obter os recursos para que as melhorias iniciais já fossem realizadas. Novas melhorias devem ser feitas ao longo de 2022.

Este também foi um ano marcado pelas diversas ações sociais promovidas pela Diretoria de Ações Culturais e Sociais da SAJP, lideradas pela incansável diretora Elaine Pascon. Promovemos, juntos com o Colégio São Sabas, uma ação para doação de sangue, que teve ampla adesão dos moradores:

Passamos a contribuir mensalmente com cestas básicas para o Centro de Acolhimento São José, localizado na Rua Francisco Teles Dourado. Recentemente instalado no bairro, este centro realiza o acolhimento de crianças e jovens de famílias com problemas. Além disso diversas campanhas de doações de alimentos e roupas beneficiaram diversas instituições e famílias carentes da região. É impressionante a solidariedade demonstrada pela nossa vizinhança! A adoção às campanhas foi maciça, e certamente fizemos a diferença na vida de muitas pessoas que estão lutando para atravessar por este momento tão difícil.

Foi um ano também de exercer pressão política no poder público, para defender os interesses da população paulistana. Apesar do parecer contrário do Ministério Público, a Prefeitura de São Paulo insistia em realizar neste ano a Revisão do Plano Diretor Estratégico. Esta revisão exige ampla participação popular, para que as mais diversas camadas da população possam ser ouvidas, e assim ter seus interesses respeitados. Liderado pelo Marcelo Sampaio, que passou a integrar a diretoria da SAJP, nos juntamos ao “Movimento Defenda São Paulo”, e passamos a integrar junto a outras mais de 500 associações de bairro a “Frente São Paulo pela Vida”. E a mobilização da sociedade civil deu resultado! Por fim a Prefeitura acabou cedendo, e a revisão ficou para 2022, quando esperamos ter condições para uma ampla participação popular nesse processo.

Recentemente promovemos um abaixo assinado para pressionar o poder público para que tomem providências efetivas no enfrentamento das constantes enchentes na Rua das Flechas. Esse abaixo assinado foi entregue ao subprefeito de Cidade Ademar, e seguiremos monitorando e pressionando.

Tudo isso sem perder de vista nossas raízes, o programa “Vizinhança Solidária” que visa melhorar a segurança na região, através de ações preventivas, melhoria na comunicação entre os vizinhos e integração com as forças de segurança, em especial a Polícia Militar. Liderados pelo Macelo Payão e Marcus Vinicius, tutores do programa, diversas reuniões foram realizadas com o comando da 3ª Cia do 22º BPM para discutir o tema e recentemente passamos a acompanhar a evolução dos índices criminais da nossa região. Apesar de ainda não ser o ideal, os índices de violência na região sofreram expressivas quedas (cerca de 20% out/2020 x out/2021), e seguiremos monitorando para acompanhar sua evolução.

Além dos nomes aqui citados, a SAJP só é possível com o apoio de nomes como Milton Chicoli, nosso tesoureiro desde a fundação da associação, e que infelizmente está nos deixando, pois está se mudando. Em seu lugar já temos o Mauro Costa, que em breve será formalizado em assembleia como novo tesoureiro.

Temos também a nossa querida Vera Nascimento, que diligentemente nos ajuda fazendo de maneira impecável as atas das nossas reuniões, permitindo assim que tenhamos um registro histórico do trabalho realizado pela SAJP.

Mas se a SAJP tem um coração, este coração se chama Sueli Calado secretária da SAJP, e nossa atual Diretora de Comunicação e Marketing. Ela é quem bombeia sangue para todas as partes do corpo da SAJP, cobrando e mantendo a disciplina do grupo.

Ao lado dessas pessoas, integrantes da diretoria da SAJP, muitas pessoas se juntaram e foram fundamentais para as diversas ações, como Elaine Paviani, Elaine Lippi, Adriana Paes, Heitor Santini, Ligia Fernandes, Elaine Bueno, Roberto Takashi Ono.

Tenho um baita orgulho de fazer parte deste grupo. Mesmo nos momentos mais difíceis, sempre tem alguém que mantém a bola no alto, e assim seguimos o jogo, um ponto de cada vez.

Meu muito obrigado a cada um de vocês.

E você que ainda não se envolveu com as ações da SAJP? Bora se juntar a esse time em 2022? Associe-se, divulgue.

Em nome da SAJP, desejo a todos um Feliz Natal, e um 2022 repleto de saúde e realizações.

Márcio Yatsuda

 

 

 

Corrente do Bem

A Corrente do Bem, que eu tenho o privilégio de liderar, está cada vez com mais elos, daqui do bairro e de outros lugares.Nesse final de ano, contribuímos com a Ceia da Casa de acolhimento de idosos Jd. Umuarama. Comparamos carnes, panetones, refrigerantes, …Contamos com a ajuda da Padaria Primícia e da Escola Baby Nurse, como sempre nos apoiando.Fizemos Sacolinhas de Natal para a turminha da Casa São José e para algumas crianças da Comunidade da Coréia.Além de sempre receber bolos da Oficina dos Bolos para doação na Casa São José, recebemos muita roupa de criança e de adultos, que eu distribuo entre os idosos, adolescentes, moradores de rua e na comunidade.Procuramos atender as demandas das entidades que nos cercam.Agradeço a todos e desejo Feliz Natal e que 2022 nos traga Paz e Prosperidade para aumentarmos os elos da nossa corrente!!!
Elaine Pascon

 

 

 

O valor da sua contribuição

Olá pessoal, estou aqui para reforçar alguns conceitos importantes que talvez vocês não saibam.
Todo trabalho realizado pela SAJP – Sociedade Amigos do Jardim Prudência e Adjacências, é realizado por pessoas VOLUNTÁRIAS,        cuja visão de vida inclui o bem estar de todos.
Todos os voluntários dedicam seu tempo em fazer cumprir os objetivos da SAJP, ou seja, ações que possam reverter em benefício dos moradores do nosso bairro.
São Paulo, esta megalópole, tem recursos escassos e/ou mal distribuídos. Nosso compromisso junto com os órgãos municipais e/ou estaduais é o de ajudá-los a identificar as principais necessidades de melhoria e solução de problemas em nossa região.
Devido à dificuldade nos processos de solução dos problemas, muitas das vezes somos obrigados a intervir com recursos da SAJP para sanar problemas iminentes.
Todos sabem que qualquer organização, mesmo as sem fins lucrativos como a nossa, precisa de recursos para pôr em pratica e/ou custear as ações planejadas.
Uma das grandes preocupações dos moradores do nosso bairro (e também dos outros) é quanto à segurança.
Pois bem, para se obter equipamentos, sistemas integrados de controle e vigilância, há a necessidade de recursos. Hoje temos uma câmera que está conectada à Policia Militar que captura a numeração das chapas de carros, isso possibilita a identificação de veículos roubados e com outras irregularidades. A instalação de novas câmeras desse naipe, possibilitará à Polícia Militar agir com mais rapidez e assertividade no atendimento e prevenção de crimes em nosso bairro.
Para amparar ações beneficentes junto às entidades de proteção a criança e idosos, ou para acionar alguma ação ou petição junto aos órgãos governamentais, também há a necessidade de recursos.
Toda e qualquer atividade em prol da sociedade que envolve obtenção de bens, melhorias de instalações em parques e jardins, ruas e outras áreas públicas, muito embora sejam ações que os governantes deveriam custear, nem sempre existem verbas disponíveis para isso.
Hoje, a contribuição mensal dos nossos associados, pessoa física é de R$ 20,00. É menos que R$ 1,00 por dia. A contribuição mensal para pessoa jurídica é de R$ 50,00. Se todos puderem contribuir com esses valores, teremos condições de suportar ações mais efetivas em prol de todos os moradores desta região. Melhorando e ampliando ações que visam ajudar na segurança e bem estar de todos.
Participe! Sua contribuição tem valor!
Mauro Costa

 

 

 

A SAJP não é feita de pessoas especiais

Às vezes, após alguma campanha ou atuação nossa, recebemos elogios e parabenizações que por certo nos incentivam a continuar o trabalho, mas, por trás destes elogios, percebemos que há um certo distanciamento, como se fossemos, pelo esforço e dedicação, diferentes dos demais, como se pudessemos ser pessoas especiais.
A diferença entre nós é apenas porque já sabemos que depende de nós a mudança que queremos ver na sociedade. E talvez ainda não façamos muito para melhorá-la, mas com certeza com a nossa união e empenho podemos transformar o nosso bairro em um local melhor: com mais verde, praças mais bem cuidadas, maior participação coletiva junto aos problemas existentes, e mais solidariedade, pensando também no outro que está ao nosso lado e que conosco convive.
Você que está lendo este artigo pode fazer parte de tudo isso, comparecendo às reuniões bimestrais, participando das Comissões e Comitês existentes, colaborando com os mutirões e caminhadas, ou simplesmente, e não menos importante, se tornando um associado da SAJP.
Sueli Nazareth Calado

 

 

 

“Conscientizando”: Princípios da Sustentabilidade

“Por muito tempo, os 3 R’s (Reduzir, Reusar, Reciclar) foram a base do processo sustentável que, agora, complementa-se com mais cinco ações. Colocado em prática no dia-a-dia, o conjunto fará toda a diferença.
Os conceitos dos R´s foram criados após a Segunda Guerra Mundial, quando os países sofriam com a escassez de produtos industrializados. Com o passar do tempo e a conscientização ambiental mais disseminada, a questão foi sendo repensada para ser mais abrangente, chegando- se aos 8 R’s, que são:
Refletir
O planeta é impactado a cada ato de consumo. Nesse momento, é importante refletir na questão e potencializar os feitos que podem contribuir para um mundo melhor, minimizando os impactos negativos.
Reduzir
Nesse ponto, é feita a análise se, aquela aquisição ou ato realmente é necessário. É o momento de evitar desperdícios de produtos, serviços, água e energia.
Reutilizar
Ao utilizar um produto até o fim, ao seu término, é possível reinventá-lo, utilizando-o de outra maneira. Uma banheira pequena de bebê, por exemplo, pode virar uma pequena horta de ervas. Garrafas PET’s podem ser transformadas em um brinquedo para garantir a diversão da criançada. Com o reaproveitamento dos mais variados itens, a quantidade de lixo gerado, que tantos males causa ao meio ambiente, será menor.
Reciclar
Em casa, ao descartar os resíduos, é preciso separar o lixo comum do reciclável (papel, plástico, vidro e metal). Se o município possui serviço de coleta seletiva, todo o material separado é coletado e levado para galpões onde estão instaladas cooperativas de catadores cadastradas na prefeitura. Se a cidade não tiver essa atividade específica, é possível encaminhar os resíduos diretamente às entidades que desenvolvem o trabalho. A atitude resultará em menos resíduos no aterro sanitário; em um ambiente mais limpo; na elaboração de novos produtos,  preservando recursos naturais e em renda para milhares de famílias que dependem da reciclagem para sobreviver.
Respeitar
Respeitar a si mesmo, as pessoas ao redor, o trabalho e o meio ambiente ao qual todos estão inseridos garante mais qualidade de vida e um lugar muito melhor para se viver.

Reparar
Se aquilo que quebrou pode ser consertado, a opção é a mais indicada do que fazer uma nova aquisição. Se não for possível, a prática dos 8 R’s ainda pode ser executada, com a reutilização do material, de alguma outra forma, ou o encaminhamento para a reciclagem.
Responsabilizar-se
Nesse princípio está a responsabilidade pelos impactos bons e ruins dos atos exercidos e que refletem no cotidiano.
Repassar
A preservação do planeta depende da união de esforços, por isso, é importante multiplicar informações que disseminem a importância do consumo consciente, para que, cada vez mais, pessoas se juntem à causa.”

Fonte: https://www.pensamentoverde.com.br/im-green/os-8-rs-da-sustentabilidade/

SAJP FIQUE POR DENTRO Nº 006

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

15 de outubro de 2021

Editorial

Neste exemplar, falamos um pouco da importância da sua contribuição com a associação de bairro, da inauguração da Praça Luís Álvaro C. de Araújo, da Corrente do Bem e da relevância de cuidarmos e mantermos áreas verdes nas zonas urbanas. No texto sobre a Delegacia de Polícia nosso objetivo foi o de esclarecer e informar melhor o cidadão que pode necessitar deste serviço público tão importante. Não deixe de ler também a atualização sobre a revisão do plano diretor estratégico de São Paulo!


Contribuição da SAJP

Você já pensou no valor da contribuição mensal da SAJP?
Para a Pessoa Física, são apenas R$ 20,00 mensais. Com o equivalente a este valor, paga-se por 2 horas de estacionamento em um Shopping Center, não se compra um Big Mac (R$ 24,90), nem se compra 1Kg de filé de frango (R$ 24,99/Kg). Ou seja, o valor da contribuição é bem baixo se compararmos aos gastos que temos com outras coisas corriqueiras.
Com essa contribuição é que pagamos a manutenção das câmeras detecta/radar instaladas na Rua Dr. Pinheiro Djalma Franco; doamos mensalmente 5 cestas básicas para a Casa de Apoio à Criança e ao Adolescente, SAICA São José; fazemos banners, folhetos e cartazes quando necessário; iremos dar uma ajuda para o “jardineiro” da Praça Luís Álvaro Cavalheiro de Araújo que está plantando mudas, regando-as e fazendo a manutenção da área; além de podermos ter verba disponível para outras ações necessárias no bairro.
Percebemos que com um pequeno esforço de cada um, temos a possibilidade de manter e ainda ampliar nossa atuação no bairro do Jardim Prudência e Adjacências.
Pedimos a você que ainda não se associou, que o faça. E se você já é associado, fale com um vizinho e apresente a associação para ele. Assim, poderemos juntos fazer muito mais!
Associe-se por meio do link: https://sajp.org.br/associe-se-a-sajp-pessoa-fisica/ (R$20,00/mês) ou https://sajp.org.br/associe-se-a-sajp-pessoa-juridica/ (R$50,00/mês). 


Inauguração da Praça Luís Álvaro Cavalheiro de Araújo

Foi com imensa alegria e muito orgulho que no dia 25 de setembro às 9 horas da manhã ocorreu a inauguração da Praça Luís Álvaro Cavalheiro de Araújo, que fica na Rua Robélia, perto do Motel Disco Verde. Estiveram presentes, membros da diretoria da SAJP, membros da comunidade e autoridades, como o subprefeito da Cidade Ademar, Sr. Renato Galindo e o vereador Rodrigo Goulart, este último foi quem conseguiu a verba na Prefeitura, e possibilitou que o “sonho” desta associação se concretizasse. Não demos por terminada a revitalização desta praça, pois ainda faltam algumas melhorias, como a pista de caminhada; a “escada” que vai ligar um lado da praça a outro, ambas existentes no Projeto original; e o parcão (espaço para pets).  
É com muita satisfação que vemos, principalmente aos finais de semana, os moradores levarem seus filhos para brincar nos brinquedos de madeira existentes na praça e vemos também crianças, adultos e idosos se exercitarem nos aparelhos instalados também no local!
Este é o resultado da união dos moradores, representados por esta associação, junto ao poder público, que permitiu esta realização!
Obrigada a todos que participaram de alguma maneira desse Projeto! 


Horário de Funcionamento da Delegacia de Polícia

A Delegacia de Polícia que atende nossa região é a 43ªDP – Cidade Ademar – que fica aberta 24 horas, inclusive aos finais de semana, para registro de ocorrências simples, como furto, perda ou extravio de objetos. No caso de registro de outras ocorrências, em que é necessária a presença do Delegado, como denúncia de estelionato, por exemplo, o horário de funcionamento é de 2ª a 6ª feira das 8:00 às 20:00h. Fora deste horário, pode-se dirigir à 98ªDP – Jardim Miriam.
Outra forma de se registrar os boletins de ocorrência, é por meio da Delegacia Eletrônica (https://www.delegaciaeletronica.policiacivil.sp.gov.br/ssp-de-cidadao/home).

43ªDP: Rua Antonio Gil, 1349 – Cidade Ademar – Fone: 5562-5889
98ªDP: Av. Ângelo Cristianini, 467 – Jardim Miriam – Fone: 5622-3992


Campanhas da Corrente do bem

Temos feito campanhas para algumas instituições com muito sucesso!A colaboração da Vizinhança é imprescindível! Doamos itens de higiene pessoal para a Casa São José e para o asilo de idosos. Eles estão com um bom estoque tal a quantidade arrecadada.Além de roupa pessoal e de cama, sapatos, utensílios domésticos e alimentos, colaboramos para o bem estar e conforto dessas pessoas tão carentes.Doamos também muitos brinquedos e hot-dog para a festa das crianças no CDC Cidade Ademar. A Padaria Primícia doou pães e a Escola BabyNurse doou em espécie para comprarmos brinquedos.

Quem quiser fazer parte dessa Corrente do Bem pode nos contatar!

Elaine Pascon – whatsapp: 11 99976-2193


E Como Anda a Revisão do Plano Diretor?

Como deve ser de conhecimento de todos, a revisão do Plano Diretor Estratégico da Cidade de São Paulo estava agendada para o ano de 2021. Com o advento da pandemia de Covid 19, tanto entidades e movimentos organizados quanto associações de bairro chegaram à um consenso pelo adiamento do processo revisório, visto que, a circunstância da pandemia não permitiria o processo de participação popular com segurança sanitária.
Lamentavelmente, a prefeitura ignorou a posição majoritária dos diversos agrupamentos representativos da cidade e avançou com a elaboração do texto do projeto, lastreado pelas colaborações e demandas do setor imobiliário e sem a participação da população. Devemos lembrar que o Estatuto da Cidade estabelece que a população deve participar de todas as fases do processo, inclusive da elaboração do texto.
Além disso, tanto o Ministério Público do Estado de São Paulo quanto a Defensoria Pública do Estado enviaram recomendações para o adiamento do processo.
Desconsiderando as recomendações do judiciário e a manifestação da Frente São Paulo pela Vida, composta por mais de 600 entidades da cidade de São Paulo, dentre elas centenas de associações de bairro (inclusive a SAJP), entidades ligadas à estudos urbanísticos e movimentos de moradia, a prefeitura, em agosto passado, divulgou uma plataforma para a participação dos munícipes para avalizar o processo “participativo”.
Tendo em vista o cenário descrito, podemos concluir que estamos à beira de mais uma fraude no que diz respeito à política urbana praticada na cidade de São Paulo. Isto porque além das recomendações do judiciário, das entidades da sociedade civil e de diversos especialistas em urbanismo como Raquel Rolnik, Nabil Bonduk, João Sette Whitaker… a prefeitura insiste em avançar com um processo que torna claro o compromisso da atual gestão com as demandas vindas do setor imobiliário e desrespeita as posições do judiciário e dos munícipes. Tal circunstância é tão evidente que na Câmara Municipal, que receberá o projeto para discuti-lo, fazer emendas, consultar a sociedade e votá-lo, já se comenta que há bastante resistência não só da oposição como também em parte importante da base do governo municipal. Alguns vereadores já falam em levar o caso à justiça.

Marcelo Sampaio


“Conscientizando”: A importância das Áreas Verdes Urbanas

“A falta de planejamento urbano de décadas passadas se reflete no atual cenário de degradação das cidades, tornando cada vez mais evidente a necessidade de reflexão sobre como alcançar o equilíbrio entre o espaço modificado para o assentamento urbano e as áreas naturais. E é ai que as áreas verdes urbanas, como os parques e praças, assumem um importante papel como indicadoras na avaliação não só da qualidade de vida da população, mas principalmente da qualidade ambiental.
Os benefícios das áreas verdes urbanas são diversos e vão muito além da valorização visual e ornamental de um espaço. Elas possuem a importante função de reduzir efeitos da poluição e dos ruídos, agem diretamente na redução da temperatura e na velocidade dos ventos, além de influenciarem no balanço hídrico e ainda podem servir de abrigo a diversos animais silvestres que vivem nas cidades, como pássaros, insetos e até macacos. Também são essas áreas verdes que combatem o temido microclima urbano que, favorecido pelas estruturas e elementos da cidade (asfalto, edificações, concreto, amianto, vidro e metal) com elevada capacidade refletora, geram as “ilhas de calor”, responsáveis pelo aumento de chuvas de grande intensidade e, consequentemente, de inundações.
A importância das áreas verdes urbanas na adaptação das cidades às mudanças climáticas é ímpar, afinal, as variáveis climáticas também são determinantes para a dinâmica das doenças, principalmente as das vias respiratórias ou aquelas que atingem grupos mais suscetíveis como idosos e crianças.
Os órgãos públicos são responsáveis por gerenciar e manter essas áreas, mas também é dever da população contribuir com sua conservação, afinal elas beneficiam a todos, pois desempenham funções básicas, sejam elas ecológicas, estéticas ou sociais.
Quer ajudar a preservar uma área verde urbana próxima a você? Veja algumas dicas:
– Ajude a manter a área limpa e isenta de sujidades;
– Evite o acúmulo de entulhos e resíduos de construção nas proximidades;
– Respeite a fauna local, ela pode ser responsável por dispersar sementes;
– Não alimente animais nessas áreas;
– Cuide da flora local, mas procure conhecê-la melhor antes para saber suas necessidades específicas.
E fique atento, você também pode ajudar comunicando a prefeitura quando houver necessidade de procedimentos especiais, como:
– Podas;
– Extração de árvores;
– Plantio de novas árvores para substituir as que forem extraídas, dando preferência às espécies nativas;
– Prevenção e tratamento de pragas e outras doenças;
– Recolhimento de entulhos.”
Texto: Patrícia Alexandrini Menao – Sistema de Gestão Integrada – Fundação Parque Zoológico de São Paulo
https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/educacaoambiental/vida-sustentavel/a-importancia-das-areas-verdes-urbanas/ 


SAJP FIQUE POR DENTRO Nº 005

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

14 de agosto de 2021

Editorial:  Fazer Política

“Fazer política”. Quantas vezes já ouvimos esta pequena frase, quase sempre com conotação negativa, não é mesmo? Nos vêm a mente negociatas, favores espúrios, corrupção, ilícitos, etc.

Não temos a intenção aqui de discutir o por quê essa imagem se consolidou na mente do brasileiro, ou fazer qualquer juízo de valor a este respeito. Mas achamos importante trazer algumas questões para reflexão de todos.

O que é, ou que pode ser, “fazer política”?

“Fazer política” pode ser se indignar com um buraco na sua rua, aberto há meses, e ao invés de reclamarmos a esmo, abrir um chamado no 156. E se não for atendido, buscar exigir do poder público que seja feito o reparo. Isso pode ser feito diretamente nos serviços de ouvidoria dos órgãos públicos, ou através de entidades como CONSEG ou mesmo a SAJP.

“Fazer política” pode ser cobrar do vereador que recebeu seu voto um posicionamento sobre uma pauta importante para a cidade – você se lembra em quem votou nas últimas eleições para vereador? Mandar e-mail, ligar no gabinete, ou mesmo ir até a Câmara em votações importantes.

“Fazer política” pode ser participar de Conselhos e Comitês para se discutir melhorias na cidade.

Existem muitas formas boas e positivas de se “fazer política”. Mais do que boas e positivas, são necessárias. O poder público se mexe por conta da pressão popular. Sem isso, as decisões podem ser tomadas em gabinetes, muito distantes da realidade das ruas, do nosso bairro.

Somente fazendo esta boa política, cobrando, exigindo e apoiando as boas iniciativas, é que conseguiremos melhorar a política, e as condições da nossa cidade, do nosso estado e do nosso país.

Este é o motivo da SAJP ter ingressado no movimento “Frente São Paulo pela Vida”, para pressionar a Prefeitura de São Paulo para adiar a revisão do plano diretor, uma vez que a pandemia inviabiliza a necessária e obrigatória participação popular no processo, especialmente das classes menos favorecidas.

E por este motivo também incentivamos e apoiamos a Lorena Rabarchi, diretora do Programa de Meio Ambiente e Urbanismo na SAJP, a se candidatar a uma vaga no CADES.

O CADES é um órgão consultivo e deliberativo em questões referentes à preservação, conservação, defesa, recuperação e melhoria do meio ambiente natural, construído e do trabalho, em todo o território do Município de São Paulo.

Apoiamos a candidatura da Lorena como conselheira do CADES. Veja como votar logo mais abaixo nessa Newsletter.

 

 

 

 

Revitalização da Praça: Luís Álvaro Cavalheiro de Araújo

A SAJP por meio do Projeto Ame o Verde, que é o Projeto de Revitalização da Praça Luís Álvaro Cavalheiro de Araújo, localizada na confluência das Rua Robélia e Rua Heriberto Simões do Vale, busca chamar a atenção da sociedade para a importância de mantermos e melhorarmos nossas áreas verdes e de convivência, tornando nosso cantinho da cidade de São Paulo um local mais agradável e acolhedor. Já temos pronto o anteprojeto de arquitetura e obtivemos 3 orçamentos com empreiteiros diferentes. Como a subprefeitura da Cidade Ademar está com a verba já destinada a outras necessidades da região, estamos contatando vereadores de diversos partidos que possam disponibilizar suas verbas de emendas parlamentares para o nosso projeto. Caso tenha alguma ideia e queira colaborar com o grupo, converse com a Lorena pelo telefone/whatsapp: 11 99666-7521.

 

 

 

Conselhos que fazem parte da subprefeitura Cidade Ademar

Existem 4 Conselhos ativos em nossa subprefeitura. São eles: CADES – Conselho Regional de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz – conselho para o qual nossa Diretora de Urbanismo e Meio Ambiente, Lorena Rabarchi Graciano, se candidatou. A eleição será em agosto, entre os dias 21 a 23, por meio virtual. Pedimos o apoio e o voto de todos. Para poder votar, a pessoa precisa se cadastrar no Participe mais da Prefeitura de São Paulo (https://participemais.prefeitura.sp.gov.br/ ). Conselho Participativo Municipal –  Marcelo José Sampaio, atual Coordenador de Acompanhamento do Plano Diretor Estratégico de SP da SAJP, vai se candidatar a este Conselho. Conselho Tutelar CONSEG (Conselho de Segurança)

 

 

 

Campanha de Doação de Sangue

No dia 22 de junho de 2021, a SAJP- Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências, em parceria com o Pró-Sangue e o Colégio São Sabas, realizou um mutirão de Doação de Sangue. Foram doadas 57 bolsas de sangue e batemos a média de doação por coleta do Pró-Sangue que é de cerca de 30 a 40 bolsas.

Parabéns aos organizadores, doadores e colaboradores! Ainda este ano, teremos mais um mutirão de Doação de Sangue. Em breve divulgaremos a data.
Se você quiser participar, se cadastre no link: https://forms.gle/L3W9yhqiJgu8MKmg8 Juntos fazemos a diferença!

 

 

 

“Conscientizando”: Mudanças Climáticas e Pegada Ecológica

Segundo o relatório do IPCC – Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas – publicado na segunda-feira, dia 9 de agosto de 2021, as ações humanas foram responsáveis pelo aumento de 1,07° na temperatura do planeta.
A temperatura deve continuar a subir, segundo todos os cenários projetados para as emissões de gases do efeito estufa. E somente uma redução na emissão desses gases pode limitar as mudanças climáticas e permitir que dentro de 30 anos as temperaturas se estabilizem.
Nosso estilo de vida interfere na quantidade de gases de efeito estufa, como: uma alimentação com menos consumo de carne, viajar menos de avião, optar por meios de transporte que não sejam movidos por combustíveis fósseis e neutralizar e/ou reduzir a minha pegada ecológica.
Mas o que é a pegada ecológica? “A Pegada Ecológica de uma pessoa, cidade, país ou região corresponde ao tamanho das áreas produtivas de terra e mar necessárias para gerar produtos, bens e serviços que utilizamos. Ela analisa os impactos que o homem produz na biosfera.
Observa-se que a demanda do homem por recursos naturais supera a capacidade de regeneração dos ecossistemas o que gera uma sobrecarga. Em todo o mundo, os danos causados pela sobrecarga são cada vez mais evidentes: desflorestação, escassez de água doce, erosão do solo, perda de biodiversidade ou acumulação de dióxido de carbono na atmosfera. Por sua vez, estes danos acentuam e dão origem a fenômenos, tais como as mudanças climáticas, secas severasincêndios florestais ou furacões.” (https://www.ecycle.com.br/dia-da-sobrecarga-da-terra-2018/)
  CALCULE SUA PEGADA Carbon z O aplicativo ajuda a calcular a pegada ecológica da emissão de Gás Carbônico de pessoas, empresas e até mesmo de eventos. A compensação é feita com a plantação de mudas. Disponível para Android e iOS.  Consumo conscienteO Instituto Akatu elaborou um teste que avalia o seu grau de consciência e o quanto isso interfere na sua relação com o meio ambiente. Fontes: https://umsoplaneta.globo.com/clima/noticia/2021/04/04/o-que-e-a-pegada-de-carbono.ghtml
https://g1.globo.com/natureza/aquecimento-global/noticia/2021/08/09/influencia-humana-e-responsavel-por-alta-de-107c-na-temperatura-global-estima-relatorio-do-ipcc-orgao-da-onu.ghtmlhttps://www.correio24horas.com.br/noticia/nid/pegada-ecologica-veja-oito-habitos-que-compensam-a-emissao-de-carbono/https://www.ecycle.com.br/dia-da-sobrecarga-da-terra-2018/

Participe da Pesquisa da SAJP / VS:

https://forms.gle/E6MzSmkAPhuko1mLA

Você quer ajudar às iniciativas de melhoria de nosso bairro?

Associe-se a SAJP: https://sajp.org.br/associe-se-a-sajp-pessoa-fisica/ ou https://sajp.org.br/associe-se-a-sajp-pessoa-juridica/


SAJP FIQUE POR DENTRO Nº 004

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

10 de junho de 2021

 

 

 

2 Anos de SAJP

No dia 21 de maio de 2021, a SAJP completou dois anos de fundação. Simbolicamente, para celebrar esses dois anos estivemos na rotatória da Rua Manoel Alonso Medina com Rua Francisco Lopes Pinto no dia 29 de maio para “inaugurar” a placa que indica a adoção da rotatória pela SAJP. 

Na ocasião pudemos reencontrar pessoalmente alguns membros da SAJP, e divulgar o trabalho da associação para os pedestres e carros que passavam pelo local.

O que leva um grupo de pessoas a tirar algumas horas do seu momento de folga e se reunir com outras pessoas para “inaugurar” uma placa? Aliás, o que leva essas pessoas a se reunirem todos os meses há mais de dois anos para discutirem problemas e soluções do nosso bairro? Por que se dedicar a uma causa como a Vizinhança Solidária ou a SAJP?

O Ser Humano é um animal social. Estudiosos têm se debruçado sobre a pergunta: por que, entre tantos primatas, o Homo Sapiens prevaleceu? Apenas como um exemplo, o Homem de Neandertal era mais forte, mais adaptado ao frio, e tinha um cérebro tão grande ou maior que o do Homo Sapiens. Mesmo assim pereceu – embora todos nós carreguemos até 4% da carga genética do Homem de Neandertal.

Segundo Yuval Harari, em seu best-seller “Sapiens”, o que levou o Homo Sapiens a prevalecer sobre os outros primatas foi sua capacidade de acreditar em algo fictício. Afinal, o que nos faz paulistas, ou brasileiros? O que são as nossas fronteiras se não algo em que coletivamente acreditamos? Se você nasce de um lado de uma linha imaginária você é X, mas se nasce do outro lado você é Y.

Esta capacidade de acreditar em algo “maior”, imaterial, fez com que os Sapiens se tornassem capazes de se agruparem em comunidades cada vez maiores. Se analisarmos outros primatas contemporâneos, apesar de também serem animais sociais, normalmente suas comunidades estão limitadas a no máximo cerca de 100 indivíduos. Geralmente esse é o limite que um “macho alfa” tem para impor seu controle sobre o grupo.

Esta capacidade tornou possível a evolução da ciência, a construção de cidades, o aumento da expectativa de vida; permitiu colocarmos um homem na Lua, e inúmeras outras grandes conquistas.

Infelizmente esta mesma capacidade que temos de nos unirmos em torno de uma causa tornou o Homo Sapiens também uma grande ameaça à própria vida no planeta. Além das intermináveis guerras e perseguições, estamos vivendo o que é considerada a “Sexta Grande Extinção” em massa. E esta é causada pelo próprio Homo Sapiens, ou seja, por todos nós. Para termos uma ideia, a última grande extinção em massa ocorrida no planeta foi há mais de 65 milhões de anos atrás com a queda do asteroide no Golfo do México, que levou ao fim dos Dinossauros. Segundo os cientistas, hoje, uma quantidade imensa de animais está morrendo num intervalo de tempo muito curto devido à perda de hábitat, à poluição e às mudanças climáticas.

Esta capacidade de se unir em torno de uma ideia, de uma causa, pode então ser utilizada para realizar coisas boas e ruins. São duas faces da mesma moeda. A mesma capacidade que pode nos levar a guerras e conflitos, pode também nos levar a grandes e boas realizações, tais como cura de doenças ou a reduzir a pobreza e a fome.

Isso me traz de volta às perguntas iniciais desse texto. Por que este grupo de pessoas segue se reunindo, segue procurando encontrar formas de melhorar nossa vida no nosso bairro? A resposta é bastante simples… Porque somos seres humanos, e acreditamos nessa causa, de tornar nosso bairro um lugar melhor para se viver. Acreditamos que podemos tomar medidas que melhorem a nossa segurança, que proteja nosso bairro da especulação imobiliária e sua descaracterização, que contribua para aplacar o sofrimento dos menos favorecidos.

Acreditamos em muita coisa, e se não podemos mudar o mundo, podemos ao menos mudar nossa pequena região.

E precisamos de mais gente que compartilhe esta ideia conosco. Junte-se a nós, você será muito bem vindo(a), e precisamos da sua ajuda, para que nossos próximos 2, 4, 10 anos sejam de ainda mais desafios e realizações.

Parabéns SAJP! Parabéns a todos que acreditam e se dedicam a esta causa!

Marcio Yatsuda

 

 

 

Polícia Militar: diferença entre Companhia e Batalhão

O Batalhão é definido como uma unidade militar, enquanto a Companhia é uma subunidade militar. De maneira geral, a Companhia é subordinada ao Batalhão, e para se formar um Batalhão é necessária a união de 3 a 5 companhias.

   Batalhão  Companhia
 Efetivo  De 500 a 1000 militares  De 150 a 300 militares
 Comandante  Ten. Coronel ou Coronel  Capitão ou Major

O 22º BPM/M (Batalhão de Polícia Militar Metropolitano), localizado na Rua Dr. Paulo Aires Neto, 110, no Jardim Marajoara, atende cerca de 528 mil habitantes e é formado por 4 companhias: 1ª, 2ª, 3ª e 4ª Companhias, tendo como seus principais bairros respectivamente: Campo Grande, Pedreira, Cidade Ademar e Vila Joaniza.
Nossa região é atendida pela 3ª Companhia do 22º BPM/M, que contém ainda a companhia de Força Tática. A 3ª Cia está localizada na Rua Cel. Francisco Júlio César Alfieri, 83 – Cidade Ademar.
Mais informações sobre a 3ª Cia:

  • Dados Territoriais
    • Extensão Territorial = 6007 KM²
    • Sub-Setores = 13
    • População = 112.000 habitantes
    • Bairros = 17
    • Escolas Estaduais = 11
    • Escolas Municipais = 3
    • Escolas Particulares = 28
    • Comunidades = 7

  • Viaturas
    • Efetivo Fixado = 176
    • Viaturas Operando = 26
    • Viaturas Baixadas = 6
    • Motos = 2
  • Dados da Sede
    • Sede Doada do 43º DP
    • Área Real = 3.645 KM²
    • Área Escrita = 3.588 KM²

Fonte: https://blog.estrategiamilitares.com.br/carreiras-militares/companhia-militar/https://www.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/22bpmm/index.htmlhttps://www.policiamilitar.sp.gov.br/unidades/22bpmm/3cia.html

 

 

 

Retomada do Mutirão na Praça Diego Barros

Retomaremos o mutirão da Praça Diego Barros – praça que fica no encontro da Rua Robélia com Rua Manoel Alonso Medina – no dia 20 de junho de 2021, das 9:00 às 12:00h. A subprefeitura ficou de realizar a limpeza e a capinagem da praça, e nós faremos a pintura dos equipamentos. Quem quiser participar ou contribuir com algum material, por favor, entre em contato com a Lorena (Fone: 99666-7521).
Precisamos de 3 rolinhos pequenos e 3 pincéis médios. As tintas já foram gentilmente doadas pela Multitintas – unidade Santo Amaro – que fica na Av. Washington Luiz, 3754 (ao lado do Viaduto Washington Luiz). Participe! Juntos podemos mais!

 

 

 

Revisão do Plano Diretor Estratégico da Cidade de São Paulo em 2021 – Oportunidade ou Problema?

O Plano Diretor Estratégico é uma lei municipal que determina todas as diretrizes para o desenvolvimento urbano e rural da cidade. O Estatuto da Cidade determina que todo município com mais de 20 000 habitantes tem que, obrigatoriamente, ter um Plano Diretor Estratégico. O Estatuto da Cidade também estabelece, nos artigos 39º e 40º que o Plano Diretor é “o instrumento básico da política de desenvolvimento e expansão urbana”. É ele quem deve promover o diálogo entre os aspectos físicos/territoriais e os objetivos sociais, econômicos e ambientais que temos para a cidade.
Estatuto da Cidade ou Lei nº 10.257 DE 10 DE JULHO DE 2001 regulamenta os arts. 182 e 183 da Constituição Federal. O artigo 182 estabelece que: “A política de desenvolvimento urbano, executada pelo poder público municipal, conforme diretrizes gerais fixadas em lei, tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o bem-estar de seus habitantes.”
É importante lembrar que o Estatuto da Cidade determina que:
“Art. 2º – A política urbana tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e da propriedade urbana, mediante as seguintes diretrizes gerais:
I – …

  1. – gestão democrática por meio da participação da população e de associações representativas dos vários segmentos da comunidade na formulação, execução e acompanhamento de planos, programas e projetos de desenvolvimento urbano;”
  2. – …

A revisão do Plano Diretor Estratégico da cidade de São Paulo é sempre um evento de proporções enormes. Seja pela quantidade de ONGs, instituições públicas e agentes da sociedade civil organizada envolvidos no processo, quanto pela quantidade e densidade dos conteúdos e documentos técnicos a serem analisados e compreendidos.
Para a efetivação do processo de revisão do PDE de 2014, os vereadores realizaram 62 audiências públicas, que reuniram cerca de 6 mil participantes no total, além de contribuições enviadas pelo portal da Casa. No total, foram 2.200 sugestões, incluindo 1.200 propostas apresentadas nas audiências, 500 documentos protocolados e 531 propostas transmitidas pela internet. Isso só na etapa do legislativo. Na etapa de elaboração realizada pelo executivo questionou-se o caráter das chamadas públicas para as audiências públicas (as chamadas públicas eram realizadas através do Diário Oficial do Município). Esta pressão fez com que o processo no legislativo fosse divulgado via grande mídia (rádio,internet e TV). Somando as atividades participativas do executivo e legislativo chegamos à: 114 audiências públicas, 25 692 participantes, 10 147 contribuições, 5684 propostas presenciais e 4463 propostas via internet.Analisando os números de 2014 tem-se a impressão que o processo participativo foi suficiente, porém, não é preciso fazer uma reflexão muito profunda para chegarmos à conclusão que 25 692 participantes de uma população que andava perto de 10 000 000 de habitantes não é uma amostragem representativa. Pode-se afirmar que tal resultado é, basicamente, fruto da falta de publicidade sobre o processo revisório.
Em 2021 tem-se um novo cenário: segundo ano da maior pandemia em 100 anos e uma nova revisão é proposta e colocada em pauta. Como garantir o processo participativo sem condições sanitárias adequadas? Considerando a opção de audiências virtuais, como conectar 25 692 pessoas (o número de participantes da última revisão) de forma isonômica e possível de ser auditada, se necessário? Porque a insistência da prefeitura e parte expressiva do legislativo municipal em fazer o processo de revisão em plena pandemia? A revisão do PDE da cidade de São Paulo no ano de 2021 é uma oportunidade ou um enorme problema?

Marcelo Sampaio

 

 

 

Campanha de Doação de Sangue

No dia 22 de junho, no período da manhã, no Colégio São Sabas – Rua das Flechas, Nº 255 -, será feita a triagem e coleta de sangue dos voluntários que se cadastrarem previamente através do whatsapp/telefone: 99694-9557 com Elaine Paviani. Serão necessários 80 voluntários-doadores para que o Pró-sangue se desloque até o local. Daí a necessidade de cadastro prévio. Também serão estipulados horários para que cada pessoa compareça ao local sem haver aglomeração.

Participe desta ação! Seu ato pode salvar vidas!

 

 

 

Campanha do Cobertor e Agasalho – Inverno/2021

Já foram arrecadados 90 cobertores desde o início da campanha. Mas precisamos de mais cobertores e agasalhos. Estamos comprando mais barato os cobertores, em lotes de 20 unidades, por isso, estamos aceitando dinheiro para que possamos adquiri-los. Quem puder contribuir, por favor, entre em contato com Elaine Pascon: 99976-2193.

Neste inverno, ajude-nos a aquecer mais corações!

 

 

 

“Conscientizando”: Reciclagem do Lixo e Meio Ambiente

No último dia 5 de junho, foi comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente. Sabemos que os governos e as empresas têm grande responsabilidade na manutenção de nossos recursos naturais, em iniciativas de reciclagem de materiais e diminuição dos impactos sobre o meio ambiente; mas todos os cidadãos precisam adotar novos comportamentos em prol de nosso ecossistema.
Uma das formas de se contribuir é separando os materiais orgânicos dos materiais recicláveis de nosso lixo. Devemos, então, colocar os recicláveis para fora de casa no dia certo da coleta seletiva. Que no caso de nossos bairros é pela segundas-feiras pela manhã.
Os metais como: latinhas de alumínio, lacres de latinhas, pregos, panelas sem cabo, arames, ferragens e parafusos. É sempre importante passar água nos recipientes vazios para retirar restos de sucos e refrigerantes, por exemplo. Mas as esponjas de aço, aerossóis e inseticidas não são recicláveis.
Os papéis de maneira geral são recicláveis, como: jornais, revistas, envelopes, cartazes, folhas de caderno, caixas de pizza desde que sem gordura. Não são recicláveis os papéis de fotografias, papel higiênico, papel carbono e etiquetas adesivas.
Mais da metade do lixo produzido no mundo é a base de plástico. Dentre os plásticos recicláveis temos: sacos e sacolas, garrafas pet, tampinhas, potes e embalagens, canos e tubos de PVC.
Os vidros também podem ser reciclados, mas devem ser limpos e secos. Não podem ser reciclados: lâmpadas, óculos, espelhos, tubos de TV, boxes temperados, cerâmica, louça e porcelana. Lembrando que quando quebrarem devemos embrulhar em jornal ou papelão para que os coletores de lixo não se machuquem.
Benefícios obtidos com a reciclagem do lixo:

  • A cada 28 toneladas de papel reciclado evita-se o corte de 1 hectare de floresta
  • 1 tonelada de papel novo precisa de 50 a 60 eucaliptos, 100 mil litros de água e 5 mil KW/h de energia
  • 1 tonelada de papel reciclado precisa de 1.200 Kg de papel velho, 2 mil litros de água e 1.000 a 2.500 KW/h de energia.
  • É 100% reciclável, portanto não é lixo. 1 kg de vidro reciclado produz 1 kg de vidro novo.
  • 1 tonelada de vidro reciclado evita a extração de 1,3 tonelada de areia, economiza 22% no consumo de barrilha (material importado) e 50% no consumo de água.
  • 100 toneladas de plástico reciclado evita a extração de 1 tonelada de petróleo.
  • Na reciclagem de 1 tonelada de alumínio economiza-se 95% de energia (são 17.600kwh para fabricar alumínio a partir de matéria prima virgem contra 750kwh a partir de alumínio reciclado), 5 toneladas de bauxita e evita-se a poluição causada pelo processo convencional: redução de 85% da poluição do ar e 76% do consumo de água.

Fonte: https://meiosustentavel.com.br/reciclagem-e-sustentabilidade/
https://yvybrasil.com/blog/reciclar-como-separar-o-lixo-domestico-de-maneira-correta


SAJP FIQUE POR DENTRO Nº 003

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

9 de abril de 2021

Carro de polícia

 

 

 

Diferenças entre Polícia Civil e Militar

A Polícia Militar é a força policial responsável pelo chamado policiamento ostensivo. Isso significa que ela serve para coibir as ilicitudes de maneira imediata, repreendendo-a por sua presença e potencial coercitivo.

Isso explica uma das principais diferenças entre as Polícias Civil e Militar. Enquanto a Civil é uma força mais voltada para a investigação, a Militar dedica-se à vigilância e repressão imediata e emergencial de atos criminosos ou ilícitos. Se, após um assalto, o Boletim de Ocorrência deve ser registrado na Polícia Civil, imediatamente após ou durante o assalto, é responsabilidade da Polícia Militar correr atrás do assaltante.

Com base no registro do BOP (Boletim de Ocorrência Policial), a Autoridade Policial, aqui entendida como o Delegado de Polícia Civil, dará início aos procedimentos de investigação que lhe são próprios, bem como, os demais órgãos envolvidos na prevenção do crime poderão subsidiar suas atuações ou aperfeiçoá-las, como é o caso, da elaboração do mapa do crime realizada pela Polícia Militar. Tal ferramenta, o mapa do crime, utiliza como principal fonte a quantidade e qualidade dos delitos ocorridos em diversos pontos da cidade, identificando a concentração desses eventos para nortear a distribuição das modalidades de policiamento que serão mais eficazes nesses locais. Se os eventos delituosos não forem registrados através de BOP’s, restará inviabilizada a elaboração adequada do mapa do crime e, consequentemente, comprometerá a definição e a implementação das políticas públicas de segurança pública.
Fonte: https://www.cepmpremilitar.com.br/policias-civil-e-militar-quais-sao-as-diferencas-entre-as-duas e

https://jus.com.br/artigos/49793/a-importancia-do-boletim-de-ocorrencia-na-atuacao-policial-militar

 

 

 

A importância de se registrar o Boletim de Ocorrência

Após o registro de Boletim de Ocorrência de um furto a uma residência de nosso bairro, em meados de janeiro de 2021, os bandidos acabaram sendo presos.
A equipe da Polícia Militar de uma avenida da Zona Oeste, isso já em fevereiro deste ano, estava realizando o patrulhamento, quando os policiais avistaram o veículo com placa cadastrada como produto de furto. Foi logo solicitado apoio para a abordagem e cerco policial.
Havia três indivíduos no veículo e foi encontrado um revólver calibre 38 inox com 5 monições intactas e com numeração suprimida, na cintura do condutor. Foi encontrada também a quantia de R$ 1.027,00.
Os outros dois presentes no veículo eram procurados pelos artigos 121 e 157 do código penal, assassinato e subtrair coisa móvel alheia, respectivamente. Com penas de 6 a 20 anos de reclusão e 4 a 10 anos de reclusão e multa, respectivamente.
Foram conduzidos a Delegacia e os três indivíduos permaneceram a disposição da justiça.

 

 

 

Vizinhança Solidária Jardim Prudência – 3 anos

No dia 18 de abril nosso grupo de Vizinhança Solidária completa 3 anos. Mas você sabe como surgiu nosso grupo?

No segundo semestre de 2017 eu fui assaltado em frente à minha casa, na Rua Padre Bento Ibanez. Alguns dias antes, minha mulher havia sofrido uma tentativa de assalto, também em frente à minha casa. Aquilo soou um alarme de “basta!” na minha cabeça, de que eu tinha que fazer alguma coisa a respeito.

No mesmo dia redigi uma carta, convidando os vizinhos a participarem de uma reunião para discutirmos os problemas de segurança no nosso bairro. Imprimi 20 cópias, e coloquei nas caixas de correios de casas próximas à minha.

Tivemos assim nossa primeira reunião, com cerca de 6 pessoas. As reuniões se seguiram, naquele momento discutíamos o que poderíamos fazer para melhorar a segurança do bairro. Uma das ideias que surgiram foi a do programa Vizinhança Solidária, disponível no site da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Entretanto, ao procurarmos o comando da 3ª Cia na época, ficamos sabendo que o programa não estava implantado na nossa região…

Outra iniciativa que adotamos foi passar a participar das reuniões do Conseg – Conselho Comunitário de Segurança. Logo nas primeiras reuniões, conhecemos um outro grupo de vizinhos, da Rua Maria do Carmo Borba Araujo, que tinha se organizado também para tratar do tema da segurança. Começamos a fazer reuniões em conjunto, e logo organizamos um abaixo assinado para pedir ao comando da 3ª Cia para que implementassem o programa Vizinhança Solidária na Cia.

Entregamos o abaixo assinado ao então comandante da 3ª Cia em uma reunião do Conseg, e algumas semanas depois, no dia 18/04/18 tivemos o que consideramos oficialmente nossa primeira reunião da Vizinhança Solidária, com a participação do comandante da 3ª Cia.

Muita coisa aconteceu desde então: nosso grupo cresceu, tivemos conquistas e aprendizados importantes, entre eles destaco a criação da própria SAJP, que expandiu a atuação para além da segurança, e deu um corpo jurídico para o grupo, a instalação da 1ª câmera detecta na nossa região, inspiramos e colaboramos para a criação de outros grupos de Vizinhança Solidária na região, dentre inúmeras outras.

Certamente não conseguimos realizar tudo que gostaríamos, e nem tudo que planejamos deu certo. Ainda temos um longo caminho pela frente, temos muito a melhorar.

Muitas pessoas dizem que, apesar de sermos um grupo de mais de 300 pessoas, são poucas as pessoas que efetivamente participam. Sim, isso às vezes parece desanimador, mas olho o copo meio cheio. Temos um grupo de pessoas comprometidas com o programa, dedicadas a ajudar o vizinho e a colaborar. Tenho convicção de que mais e mais pessoas vão se juntar efetivamente a este grupo e seremos cada vez mais fortes. Contamos e precisamos da ajuda de todos, e todos podem, cada um do seu jeito, ajudar.

Deixo aqui o convite a quem ainda não participa assim tão ativamente. Esteja conosco nas reuniões bimestrais. Se engaje. Precisamos de você.

É muito gratificante poder participar de algo que é maior do que cada um individualmente. É muito gratificante poder praticar o senso de comunidade, que tanto nos faz falta nesses dias de hoje. Eu não conhecia nenhum vizinho, antes disso tudo. Hoje conheço vários, e fiz muitos amigos queridos.

E que venham os próximos 3, 5, 10 anos para este grupo formidável.

Feliz Aniversário, Vizinhança Solidária!

Marcio Yatsuda
Presidente da SAJP

 

 

 

“Conscientizando”: Desperdício de Alimentos

Você sabia que o desperdício de alimentos atinge 1/3 de toda a comida produzida no mundo?
Segundo a FAO (agência das Nações Unidas preocupada em erradicar a fome), 54% do desperdício de alimentos no mundo ocorre na fase inicial da produção (pós colheita e aramzenagem). Outros 46% do desperdício ocorrem nas etapas de processamento, distribuição e consumo.
Se pensarmos que 870 milhões de pessoas passam fome todos os dias, este desperdício de alimentos se torna inaceitável!
No Brasil, grande parte do desperdício ocorre durante o manuseio e a logística da produção:

  • colheita: 10%
  • transporte e armazenamento: 30%
  • comércio e varejo: 50%
  • nos domicílios: 10% vai para o lixo.

Mas como podemos mudar esta situação, se a maior parte do desperdício está na própria produção?
A primeira dica seria, sempre que possível, optar por alimentos produzidos localmente, pois assim sofrem menos as perdas do transporte e da degradação.
Você também pode evitar o desperdício de alimentos aprendendo a fazer receitas com cascas, raízes e sementes. Veja algumas receitas neste link: https://br.pinterest.com/elisabetev/cascas-talos-folhas-e-sementes/ 
Fonte: https://www.ecycle.com.br/3007-desperdicio-de-alimentos.html

 

 

 

Campanha de “Dia das Mães”

Este ano a nossa rifa do dia das mães será diferente!
Vamos ajudar o próximo! E no nosso caso ele está bem pertinho: na Comunidade da Coréia. Muitas famílias estão passando fome devido a falta de trabalho e emprego. Crianças presas em casa não recebem alimentação na escola, consomem mais alimentos, etc.
Então pessoal, a cada pessoa que doar 1 kg de alimento não perecível, sortearemos em Maio, algumas prendas bem legais. O sorteio será simples: será pelo nome, quem doar 1kg ou uma cesta básica terá a mesma chance.
Participe! Além de ajudar você concorre a prêmios!

 

 

 

Casa de Acolhimento São José

Nossa vizinhança acolheu com muito carinho a Casa de Acolhimento de crianças e adolescentes São José. Estão abrigadas, hoje, 13 crianças: de 6 meses a 15 anos. Quando atingem 15 anos já podem entrar no Programa Menor Aprendiz.
Criamos uma Corrente do Bem, recebemos doações de vários bairros vizinhos e principalmente do nosso. A Maria do Grão e a Primícia doaram alguns alimentos, esperamos que mais comerciantes se envolvam nessa corrente!
A SAJP através das contribuições de seus Associados, doará algumas Cestas Básicas por mês.
Se quiser colaborar com esta iniciativa, torne-se sócio da SAJP, assim poderemos doar mais cestas!

 

 

 

Você conhece o Projeto “Ame o Verde”?

Ame o Verde é uma iniciativa da SAJP em conjunto com a comunidade local para reurbanizar a Praça Luiz Álvaro Cavalheiro de Araújo, na Rua Robélia, altura do número 149.
O projeto prevê uma completa revitalização na área e tornará a praça um ambiente acolhedor. A ideia é que seja mais do que um local de lazer, mas também de socialização, onde possamos resgatar o papel histórico das praças, que é de aproximar as pessoas, fazer amizades. Um local em que as crianças possam brincar de maneira segura, os adultos possam se exercitar e onde todos nós possamos fortalecer nossos vínculos com a comunidade local.
Outro ponto muito importante – e que justifica o nome Ame o Verde – é a importância do local para a preservação da natureza do bairro, trazendo mais qualidade de vida para o entorno e ajudando até a nos preservar de doenças.
A área contém árvores nativas do Brasil, como a Quaresmeira, o Pau-fava, Ipê amarelo, uma variedade de árvores frutíferas, proporcionando sombra, que tornará a área ainda mais agradável.  
O projeto prevê a manutenção da riqueza do local – as árvores nativas – mas uma completa gama de áreas, como uma área lúdica infantil, equipamentos de ginástica e alongamento, uma pista de caminhada e áreas de socialização, tudo isto cercado de um paisagismo que tornará a praça ainda mais convidativa e bonita.
Esse é um projeto da comunidade, que vamos construir e usufruir juntos, fará parte do nosso legado ao Jardim Prudência, tornando nosso bairro ainda mais agradável, humano e valorizado.


SAJP FIQUE POR DENTRO Nº 002

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

10 de fevereiro de 2021

Ame o Verde

 

 

 

Projeto: Ame o Verde

O primeiro mês de 2021 foi o mês da criação do Projeto “Ame o Verde”. Tudo começou com a criação de um Comitê formado, após reunião com Marcelo Rebelo do Cidades.Co, sendo composto dos seguintes membros: Lorena Rabarchi, Marcos Marcelo Payão, Adriana Maria Paes e a arquiteta do projeto: Elaine Lippi. O Projeto “Ame o Verde” visa transformar as praças do bairro, deixando-as mais acolhedoras e agradáveis. Este projeto, em conjunto com o Cidades.Co, visa a adoção de espaços públicos devolvendo-os para a comunidade de forma estruturada, agregando valor ao patrimônio público que é de todos nós! O local escolhido para sofrer a primeira transformação foi a Praça Luis Alvaro de Araújo, localizada na Rua Robélia com a Rua Heriberto Simões do Valle. Esta iniciativa precisa do apoio de todos para se concretizar! Acompanhe o passo a passo deste belo projeto e participe!


Casa de Acolhimento

 

 

 

Agradecimento da Casa de Acolhimento “São José” 

Neste um pouco mais de um mês, a Casa São José, que acolhe crianças vítimas de maus tratos, abuso e abandono, recebeu, através do Grupo de Vizinhos Solidários e da SAJP, vários itens de doação: 3 colchões de berço novos2 mini camas semi novas1 máquina de secar roupas1 liquidificador industrial1 sofá 1 mesa de computador Roupas de camaRoupasBrinquedosItens de decoraçãoUtensílios de cozinhaAgradecemos a todos que colaboraram e divulgaram esta nobre iniciativa de acolher nossas crianças!
E as crianças estão chegando! Já temos 11 crianças na SAICA São José: 1 menina de 5 meses; 1 menina de 2 anos; 2 meninos de 4 anos; 1 menino de 7 anos; 1 menina de 7 anos; 1 menina de 11 anos; 1 menino de 11 anos; 1 menino de 14 anos; 1 menina de 14 anos e 1 menina de 15 anos.
Agora estamos em campanha para arrecadar chinelos de tamanhos variados para calçá-los e também produtos de higiene pessoal, principalmente desodorante. Quem quiser contribuir, por favor, entre em contato com Elaine Pascon (11 99976-2193).


Revitalização da Praça

 

 

 

Mutirão na Praça Diego Barros

No próximo dia 28/02/2021, domingo, das 9:00 às 12:00h, teremos o Mutirão de limpeza, embelezamento e recuperação na Praça Diego Barros, que fica no encontro da Rua Robélia com a Rua Manoel Alonso Medina. Precisaremos de doações de material e de pessoas que queiram por a mão na massa!

Quem quiser colaborar de alguma maneira, por favor, entre em contato com Lorena (11 99666-7521) ou com Payão (11 98520-5045).


Rede elétrica

 

 

 

Quedas de Energia na Região

Sensíveis aos problemas relatados por diversos associados em relação às constantes queda de energia que temos experimentado na nossa região, mês passado iniciamos um abaixo assinado pedindo providências por parte da ENEL para melhorar os serviços (https://www.change.org/p/enel-falta-de-energia-el%C3%A9trica-recorrente-no-jardim-prud%C3%AAncia). 

Ato contínuo, a SAJP, representando os moradores e comerciantes da região, protocolou um ofício esta semana junto a ouvidoria da ENEL com a formalização dessas reclamações, anexando as assinaturas e comentários colhidos no abaixo assinado. Caso não tenhamos respostas efetivas nos próximos dias, acionaremos a ANEEL.


Dúvida

 

 

 

“Conscientizando”: Entulho, o que fazer?

 Entulho é aquela sobra de reformas que sempre se torna um problema para o morador. A pergunta que fica é o que fazer com aquele resíduo? Na cidade de São Paulo, a lei proíbe que se jogue o entulho em vias e logradouros públicos. Mas a lei também permite que cada imóvel gerador destine até 50 Kg de entulho por dia para ser recolhido pela Prefeitura através da coleta domiciliar convencional, desde que se acondicione adequadamente os mesmos, geralmente em sacos de ráfia que suportam mais peso.Em caso de quantidades maiores, o munícipe pode encaminhar o entulho para um dos 117 Ecopontos da cidade. Os Ecopontos são unidades de descarte gratuito de até 1 m³/dia, o que significa aproximadamente 18 sacos de entulho, madeira, poda de árvore, resíduos recicláveis ou grandes objetos, como: sofás, móveis, etc. Endereço dos Ecopontos mais próximos: Ecoponto Vicente Rao: Av. Prof. Vicente Rao, 308 e Ecoponto Cupecê: Rua Anália Maria de Jesus, 130 (travessa da Av. Cupecê). Horário de funcionamento: seg a sáb: 6:00 às 22:00h e dom e feriados: 6:00 às 18:00h.No caso de serem geradas quantidades superiores à estabelecida em lei, o gerador é o responsável pela remoção e pela destinação do entulho. Portanto, se faz necessário contratar o serviço legalizado das empresas transportadores que operam com caçambas. Para contratar o serviço de caçambas é importante verificar a lista das empresas cadastradas pela administração municipal, porque somente as regularizadas podem descartar o entulho em aterros de resíduos da construção civil. Desta forma, dando disposição final ambientalmente adequada aos materiais. Veja a lista de transportadores cadastrados neste link: https://bit.ly/3aAbtk1O descarte irregular de lixo e entulho é considerado crime ambiental e passível de multa de R$ 18.420,79. As punições são aplicadas de acordo com a lei 13478/02. O lixo não pode ser colocado fora do horário da coleta. Além disso, as caçambas precisam de autorização e ficar em local que não impeça o fluxo de veículos e pedestres.Fonte: https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/subprefeituras/amlurb/entulho/index.php?p=4627


Você quer ajudar às iniciativas de melhoria de nosso bairro?

Associe-se a SAJP: https://sajp.org.br/associe-se-a-sajp-pessoa-fisica/ ou https://sajp.org.br/associe-se-a-sajp-pessoa-juridica/

Fique por Dentro Nº001 - pág.1

Fique por Dentro Nº001 - pág.2

 

FIQUE POR DENTRO DA SAJP Nº 010

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

10 de junho de 2022

 

 

Equipe dando as mãos

Três anos de SAJP

A SAJP completou dia 21 de maio, três anos de sua fundação.
Nossa associação surgiu inicialmente como uma evolução do nosso grupo de Vizinhança Solidária, focado nos temas relacionadas à segurança pública. Desde o início, acalentávamos o sonho de formar uma associação, e assim dar personalidade jurídica ao grupo, permitindo com isso assinarmos convênio, como o das câmeras Detecta e Radar.
Pouco mais de um ano depois da associação estar formada, conseguimos arcar com a instalação do primeiro conjunto de câmeras Detecta, e desde então a SAJP tem arcado com sua manutenção.
Desde sua fundação expandimos a atuação da SAJP para questões relacionadas ao social, meio ambiente e urbanismo. Como representante da sociedade civil, temos atuado junto aos órgãos públicos e outras instituições na defesa dos interesses coletivos de nossos associados.
Pesquisa recente que fizemos revela que a maioria dos moradores de nossa região entende a importância de se ter uma associação de moradores na defesa de seus direitos. Essa mesma pesquisa também revela que a maioria das pessoas tem uma boa avaliação da SAJP.
Mas se a pesquisa aponta esses bons indicadores, por que, proporcionalmente ainda temos pouco associados?
Trata-se de uma pergunta que nós, membros da diretoria, associados e mesmo não associados devemos nos fazer. Temos que olhar com sinceridade para dentro de nós e buscar as respostas.
A crise econômica, agravada por mais de dois anos de pandemia, ajuda a explicar parte dessa questão. Afinal, durante os períodos de crise, é natural que as famílias busquem cortar todos os gastos tidos como não essenciais. Embora os atuais valores de mensalidade possam ser considerados baixos – R$20,00 para pessoas física (1,6% do salário mínimo) e R$50,00 para pessoas jurídicas – sabemos que a crise não ajuda no crescimento da base de associados.
Parte da resposta pode vir também do fato de que muitas pessoas desconhecem o que a SAJP faz e onde atua. Para sanar esta questão, temos feito regularmente reporte das atividades da associação, como esta newsletter, reuniões presenciais e divulgação no Telegram, no site e nas redes sociais. Sem dúvida temos muito a melhorar, mas hoje as pessoas que possuem cadastro na SAJP recebem uma boa quantidade de informações sobre nossa atuação.
Mas refletindo sobre isso, e baseado nas colocações que ouvimos quando encontramos pessoas que ainda não conhecem o trabalho da SAJP, como tivemos oportunidade de ouvir durante nossa última reunião presencial, acho que o principal motivo para o baixo índice de engajamento é a crença de que os problemas que enfrentamos não tem solução, de que não adianta se envolver.
Seja um estabelecimento comercial que produz um ruído infernal perturbando o sagrado sossego coletivo, seja a falta de sinalização de trânsito, sejam buracos na rua, seja uma árvore que precisa ser podada. O que fazer? Pra que se envolver? Pra que abrir um chamado? Afinal os políticos não estão “nem aí” para nós, não é mesmo?
Eu, e todos os membros da diretoria da SAJP, e boa parte dos associados, nos recusamos a compartilhar desta crença.
Acreditamos sim que é possível melhorar as coisas, resolver problemas, e melhorar a qualidade de vida no nosso entorno.
Não temos uma atitude Poliana, de achar que tudo vai melhorar, de que basta reclamarmos junto aos órgãos públicos, e tudo se resolverá. Infelizmente sabemos que esta não é nossa realidade.
Mas os exemplos brotam de todos os lados. Para que melhoremos os serviços públicos, tais como segurança, saúde, assistência social, zeladoria urbana, dentre outros, temos que registrar, cobrar, registrar de novo, cobrar de novo, registrar mais uma vez, e cobrar quantas vezes forem necessárias.
Já vimos isso acontecer inúmeras vezes nesses três anos. Problemas que pareciam insolúveis, foram resolvidos, porque a sociedade se mobilizou.
Se você acredita que é possível melhorar as coisas, junte-se a nós. Se não é associado ainda, associe-se. Se é associado, mas não tem participado das reuniões, volte a frequentá-las. Traga sua opinião, sua crítica. Faça-se ouvir. Convide seus vizinhos. Ajude-nos a mobilizar o bairro. Com mais recursos, poderemos fazer cada vez mais.
Se você não acredita, convido-o(a) a refletir sobre isso. Se outros puderam melhorar seu entorno, engajando-se nessas lutas, por que você não poderia? Por que deixar nas mãos de outros a solução dos problemas que o(a) afetam? Por que não dar um passo além do “reclamar” ou da apatia? E se der certo?
Passados meus primeiros 53 anos de vida, já entendi que o momento de realizar é agora. Não há que se esperar as condições perfeitas de temperatura e pressão. Não estamos num laboratório. A vida é jogo, não é treino. Todos os dias.
Vem jogar com a gente!
Marcio Yatsuda

Gráfico sobre avaliação do estado de ruas e calçadas do bairro

Conservação de ruas e calçadas do bairro

Lançamos uma pesquisa sobre o estado e as características de nosso bairro em maio/2022, quando após convidarmos as pessoas para participar, 31 delas responderam e tiveram a oportunidade de colocar suas opiniões a respeito da importância de haver uma associação no bairro com o intuito justamente de melhorar estas características e o estado atual das coisas.
Em um dos itens pesquisados, a conservação de ruas e calçadas, tivémos apenas 16,2% (notas acima de 7) das pessoas que consideram haver um bom estado. Assim, a grande maioria, 83,8% vêem como ruim o estado das ruas e calçadas do bairro.
Mas o que podemos fazer para mudar esta situação?
Com referência ao estado das ruas, pode-se fazer solicitações para a prefeitura da Cidade de São Paulo, via aplicativo SP156, ou no site: https://sp156.prefeitura.sp.gov.br/portal, para que o poder público tome as providências necessárias: tapando buracos, fazendo a capinação ou manutenção de guias e sarjetas, realizando a manutenção de calçadas públicas, ou ainda podemos denunciar calçadas particulares danificadas ou inexistentes. 
Mas sugiro que antes de efetuar uma denúncia de calçada danificada, por exemplo, tentemos sempre a política da boa vizinhança, aconselhando antes ao morador ou proprietário que realize a devida manutenção. Caso isto não ocorra, aí sim partir para a denúncia.
E se eu sou o morador e/ou proprietário de um imóvel com calçada em mau estado? É importante que eu comece a tomar providências no sentido de tornar o nosso bairro um local mais seguro para os pedestres andarem nas calçadas, dando minha cota de participação!
Certa vez, há uns 14 anos atrás, quando caminhava por uma calçada do bairro mau conservada, quebrei meu tornozelo e tive que ficar alguns meses imobilizada, depois tive que fazer fisioterapia para me recuperar. E quantas pessoas já não passaram por isto?
Uma andorinha não faz verão. Mas juntos podemos mudar para melhor o nosso bairro!
Sueli Nazareth Calado

coletando

Coletando: uma nova ação pelo planeta!

Reciclar, reaproveitar, reprocessar, o mundo está em constante transformação, o consumo das pessoas que habitam este planeta vem se mostrando uma grande preocupação, pois a tecnologia traz muitas facilidades, mas a questão de como descartar de forma inteligente o que usamos é um grande desafio.
Muitas iniciativas e mesmo ações concretas em andamento e já consolidadas na sociedade foram implementadas e estão trazendo benefícios importantes. Imagine se não tivéssemos começado os processos de recolher e reciclar os diversos tipos de materiais que fazemos uso!?
Existem diversas informações na internet sobre este tema, pois é atual e será tratado permanentemente, mas recentemente e através da minha participação no CADES descobri uma ação importante chamada “Coletando”, que é uma campanha que prepara pessoas comuns para se tornarem empreendedores da Reciclagem, gerando renda para si e para sua comunidade, através de Ecopontos que beneficiam a todos.
Como isto funciona: A atuação é nas comunidades em locais de grande circulação de pessoas. Os Ecopontos móveis possibilitam estarem em vários locais ao longo do dia, dando mais capacidade de volume, beneficiando mais pessoas e captando maior quantidade de materiais recicláveis.
E quem ganha com tudo isso? – Todos os envolvidos!
Com a Coletando, o benefício atinge dimensões antes inimagináveis, pois com o programa, a comunidade local se beneficia com a limpeza e salubridade dos espaços comuns; a população ganha com o benefício de bancarização e recebimento pela entrega dos materiais pós consumo de seus lares; o empreendedor ou a cooperativa ganha com a oportunidade de geração de emprego e renda para si e para todos os envolvidos no trabalho; as crianças ganham com o aprendizado real sobre sustentabilidade, e educação ambiental. Antes só vista em livros e faladas na aula.
A alternativa de gerar um cashback em qualquer lugar e diretamente em um cartão (pré-pago), possibilita a inclusão bancária nas comunidades mais vulneráveis, dando à população mais carente, acesso a serviços básicos bancários. Um fator importante e positivo que fomenta a economia local, permitindo que as pessoas criem uma renda extra baseada no descarte correto de seus resíduos pós consumo.
Os condomínios de classes superiores economicamente, doam seus materiais e com isso, a Coletando consegue fomentar a fabricação de materiais novos a partir destes e assim, beneficiar as comunidades através de sorteios e premiações com brindes vindos da confecção a partir destes materiais doados.
Se você também, assim como nós, sonha com um planeta mais limpo, justo e com a pulverização da economia circular, talvez este seja um bom caminho!!!
Caso tenha interesse em conhecer mais sobre a campanha visite-os.
#vemsercoletando #coletandopeloplaneta
https://coletando.org/
Lorena Rabarchi Graciano

árvores

“Conscientizando”: Semana do Meio Ambiente

“A Semana Nacional do Meio Ambiente é comemorada na primeira semana do mês de junho, quando no dia 5 se celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente.
Esta semana de conscientização foi criada, no Brasil, pelo Decreto nº 86.028, de 27 de maio de 1981. O objetivo era complementar a celebração ao Dia do Meio Ambiente instituído pela ONU.
A iniciativa visa incluir a sociedade na discussão de pautas que tratem da preservação do patrimônio natural do Brasil.”

Dia mundial do meio ambiente

“Esta data foi criada pela Organização das Nações Unidas – ONU, durante a Conferência de Estocolmo, na Suécia, que aconteceu entre 5 e 16 de junho de 1972.
A proposta desta data é chamar a atenção de todos os governos mundiais e da população sobre a necessidade de implantar medidas emergenciais para prevenir a degradação do meio ambiente.
O principal objetivo da Semana Nacional do Meio Ambiente é conscientizar a comunidade sobre a importância de preservar os diferentes tipos de ecossistemas.
 A data serve como alerta à sociedade sobre os perigos de negligenciarmos a tarefa de cuidar do mundo em que vivemos.
Todos os anos, as Nações Unidas dão um tema diferente ao Dia Mundial do Meio Ambiente. Esta foi a forma encontrada pela ONU para dar ideias de atividades que promovam a conscientização da população para preservar o meio ambiente.
Em 2022, ao completar 50 anos desde a origem do Dia mundial do meio ambiente, o tema escolhido para a comemoração foi “Uma Só Terra”.
Essa data é importante para nos conscientizarmos sobre a necessidade de preservarmos os recursos naturais. Além disso, para refletirmos sobre os impactos ao meio ambiente provocados pela atividade humana, uma vez que é perceptível o crescente número de problemas ambientais ao longo dos anos.
Proteger e melhorar a relação entre a sociedade e a natureza é um dever de todos e pequenas ações podem ter grandes impactos, por isso a necessidade de discutir o tema.
Por exemplo, quando as pessoas jogam lixo no chão os materiais são arrastados pela chuva e se acumulam nos bueiros. Com isso, a água não tem para onde escoar e aumentam as chances de ocorrer alagamentos e até enchentes.

Hábitos que ajudam o meio ambiente

Confira algumas dicas de ações simples que você pode fazer no seu dia a dia e colaborar para a preservação do meio ambiente.
1. Jogue o lixo em locais adequados. Exemplo: não jogue lixo no chão e não jogue o óleo comestível no encanamento.
2. Pratique o consumo consciente. Exemplo: evite desperdiçar comida e comprar mais do que precisa.
3. Economize energia elétrica. Exemplo: em casa, mantenha a luz acesa apenas no cômodo que você está e deixe na tomada só os aparelhos que estiver usando.
4. Reutilize materiais. Exemplo: recipientes de vidro podem se tornar peças de decoração ou servir para armazenar outras coisas.
5. Economize água. Exemplo: ao escovar os dentes mantenha a torneira fechada e diminua o tempo com o chuveiro aberto no banho.
6. Diminua a utilização de materiais descartáveis. Exemplo: para o trabalho ou escola leve seu próprio copo na bolsa.
7. Separe o lixo corretamente para que os resíduos tenham o destino correto. Exemplo: em casa, identifique baldes para cada tipo de lixo.”
Se soubesse que o mundo se acaba amanhã, eu ainda hoje plantaria uma árvore.” (Martin Luther King Jr.)

Textos extraídos dehttps://www.calendarr.com/brasil/semana-mundial-do-meio-ambiente/  e
https://www.calendarr.com/brasil/dia-mundial-do-meio-ambiente/
 

 

FIQUE POR DENTRO DA SAJP Nº 009

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

11 de abril de 2022

 

 

Aniversário da Vizinhança Solidária

“Bodas de flores e frutas”

No dia 18 de abril de 2.022, comemoraremos o 4º aniversário do nosso grupo de Vizinhança Solidária – Jardim Prudência.
Em um casamento, comemoraríamos “Bodas de flores e frutas”. “Esse é o nome dado à comemoração dos 4 anos de casamento de um casal”. No nosso caso, comemoraremos 4 anos de “União”.
 “Bodas tem origem na palavra latina “vota“, que significa promessa, que por sua vez significa “Ação ou efeito de prometer, de afirmar verbalmente ou por escrito que irá fazer ou dizer alguma coisa.”
As bodas de flores e frutas têm um significado especial, pois é uma fase de amadurecimento da relação. As flores, assim como o relacionamento, são frágeis e precisam ser regadas e nutridas para que que se mantenham fortes e floresçam.
As frutas também exigem dedicação e cuidado, elas precisam de acompanhamento e devem ser colhidas no tempo certo para que sejam saborosas e suculentas.
Ao longo desses últimos 4 anos, temos vivido diversos desafios e conquistas. Temos passado por altos e baixos no que se refere à segurança. Roubos e furtos ainda são uma triste realidade em nossa região. (Cidade, estado e País).
Há a percepção, por parte de muitos moradores, de que há a presença de patrulhamento mais ostensivo, porém, isso não tem inibido a ação de meliantes e bandidos de todos os matizes.
O número de Policiais e viaturas disponíveis para a nossa região não parece ser suficiente, pois a região da Cidade Ademar engloba diversos bairros e centenas de milhares de moradores. Moradores de nossa região têm tido imensa dificuldade para registrar Boletins de Ocorrência. Tudo isso sem tocar em assuntos como Política e Políticos, Educação, Código Penal, Pandemia etc.
No decorrer desses últimos 4 anos, conseguimos fortalecer laços de amizade e vizinhança.
Conhecer seu vizinho é o “espirito” do Programa Vizinhança Solidária.
É muito bom dar “bom dia” aos vizinhos e amigos, seja na saída para o trabalho, na padaria açougue, no Supermercado etc… e ser correspondido! Da mesma forma, é bom saber que podemos contar com essas pessoas em caso de emergências de saúde, segurança ou simplesmente para comemoramos um aniversário.
Tivemos o desafio das reuniões virtuais, mas logo voltaremos a ter reuniões presenciais.
Nas reuniões presenciais, tratamos de medidas preventivas e discutimos ações de desenvolvimento de maneira mais interativa. Olhamos nos olhos uns dos outros e percebemos o medo e a insegurança que nos afligem.
Nesses momentos, devemos relembrar o significado das palavras “Boda”, “Vota” e em especial da palavra “Promessa”.
Cada um à sua maneira, fez a promessa/compromisso de proteger e cuidar de sua esposa/esposo, companheiro/companheira, filha/filho, de si e de seu lar.
Hoje temos diversas pessoas, lares e famílias que buscam a União visando o bem próprio e comum.
Precisamos amadurecer nossos relacionamentos com vizinhos e com aqueles que convivem conosco. Esses relacionamentos são frágeis e requerem cuidado, respeito e atenção.
Como um dos frutos de nosso trabalho, surgiu a SAJP (Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências).
 A SAJP tem realizado um trabalho fantástico. São pessoas maravilhosas da nossa comunidade que dedicam – voluntariamente – horas e dias de suas vidas para melhorar nosso bairro.
Nos últimos meses, participamos de reuniões nas quais compartilhamos nossas experiências e auxiliamos na criação de novas “vizinhanças solidárias” em bairros próximos.
Muito há para ser feito.Para isso, é necessário que tenhamos um senso de comunidade maior. Precisamos de mentes e “braços”, ideias e ações. Precisamos interagir e nos unir cada vez mais para que possamos ter força e representatividade perante os Órgãos Públicos (Prefeitura, Subprefeitura, Policia Militar, Civil, CONSEG etc.). Precisamos participar das reuniões de bairro e CONSEG. Precisamos conhecer nossos DIREITOS e DEVERES e exercê-los. Talvez assim, possamos colher bons frutos….
“Conta-se que um senhor plantava tâmaras no deserto quando um jovem o abordou: “Mas por que o senhor perde tempo plantando o que não vai colher?”.
O senhor virou e respondeu: “Se todos pensassem como você, ninguém colheria tâmaras”. Ou seja, não importa se você vai colher, o que importa é o que você vai deixar.”

Começamos com poucos e hoje somos muitos! Amanhã seremos mais!
Participe e divulgue!
Marcus Vinicius de Abreu

CADES

Objetivos do CADES

A SAJP é um organismo que se interessa por diversos assuntos, temas importantes que permeiam o interesse da comunidade onde está inserida.
Ações Sociais, Meio Ambiente e Urbanismo, Segurança e tantos outros, são importantes e precisam ser explorados. No entanto, para que repercutam de forma efetiva e tragam para esta mesma comunidade resultados consistentes é necessário que a Associação busque os canais, para que além do voluntariado interno que há nela, os órgãos públicos se façam presentes com suas políticas e diretrizes.
Tudo isto, para falarmos do CADES – O Conselho Regional de Meio Ambiente, Desenvolvimento Sustentável e Cultura de Paz que possui caráter participativo e consultivo.
 
O CADES Regional como é o nosso a que pertencemos, Cidade Ademar, tem por objetivo social: promover, discutir e se manifestar sobre as Políticas Públicas atinentes, por meio de recomendações e proposições de planos, programas e projetos à nossa Subprefeitura.
 
No fomento à cultura e aos ideais de sustentabilidade: propondo e apoiando ações públicas ou privadas de conservação.
 
Na orientação à comunidade, cidadão ou organização: no encaminhamento de sua proposta, crítica ou denúncia relacionada à proteção ao órgão competente e canais de participação.
 
Na promoção de ações conjuntas que visem à melhoria da qualidade de vida junto a quaisquer Conselhos e Secretarias que atuem na região das Prefeitura Regional Cidade Ademar.
 
Na explicitação de subsídios e propostas para otimização do Plano Diretor de São Paulo (PDE) e do Plano Regional Estratégico da Prefeitura Regional Cidade Ademar dentro dos princípios da sustentabilidade ambiental.
 
Vejam quantas atribuições importantes estão contidas nestas ações e para isto hoje temos uma representante da Sociedade Civil e membro efetiva da SAJP que terá a missão de promover a intermediação de todas as demandas que estiverem no escopo destas atribuições.
Temos muito que nos desenvolver nestes temas e trabalhar para transformar nosso bairro em um local que faça diferença aos olhos de quem vive aqui.
Que estejamos cada vez mais integrados com o Meio Ambiente, visando o bem-estar e a qualidade de vida dos moradores.
Atividades já em pauta na nossa rotina, como cuidar das praças, a questão da reciclagem e tantos mais, são apenas uma ponta desta longa cadeia.
Lorena Rabarchi Graciano

Paulistinha

Paulistinha da Vila

Há 23 anos atrás, o Paulistinha chegou com a finalidade de ocupar o tempo de alguns meninos que estavam aqui na favela de bobeira. A princípio era só um passatempo e, com o passar dos anos, foi se fazendo um time de respeito, por termos conquistado vários títulos e também por terem passado tantos meninos por nossas mãos.  Quando pego os álbuns de fotos pra recordar, são tantas risadas e algumas tristezas também. O tempo passa e nós temos que continuar. A única certeza que fica é que construímos pessoas fortes, que independente do lado da história que escolheram pra ser protagonista, têm respeito por nós. Somos reconhecidos em qualquer lugar onde vamos jogar, afinal temos história: são 23 anos de altos e baixos, mas sem desistir nunca destes meninos.
Texto adaptado de depoimento dado pelo Sidnei de Souza Machado em 31/03/2022.
Esta associação contribuiu para a Festa de Aniversário do Paulistinha doando carne para churrasco e refrigerante para cerca de 70 crianças.

Renovando atitudes

Renovando aitudes…

O exercício de conviver e de participar de uma associação de bairro é algo que nos leva a constantemente repensar nossas próprias atitudes. Será que gritei com alguém? Será que falei muito forte ou me posicionei de maneira inadequada? São estes questionamentos que permitem que não estacionemos em nossas próprias e rígidas opiniões, e estejamos sempre em crescimento rumo a um melhor estado. 
Conviver com as diferentes opiniões é uma arte! Mas para se viver em comunidade é necessário que aprendamos com o outro e que também saibamos o melhor momento de colocar nossas opiniões.
Nesta época em que a Páscoa se aproxima, pensei que seria importante refletirmos sobre se estamos fazendo a nossa parte para um melhor relacionamento dentro e fora do grupo.
Que possamos nos renovar continuamente para melhorar nossa maneira de enxergar o outro e o mundo ao nosso redor!
Sueli Nazareth Calado

Globo terrestre

“Conscientizando”: As melhores formas de Conscientização Ambiental

“No início da revolução industrial e da produção acelerada, pouco se pensou nos danos que a utilização desmedida dos recursos naturais teriam futuramente. Porém, o tempo mostrou que a natureza não trabalha sob a perspectiva do pensamento consumista. Ela não se move para o lucro e não se regenera para poder sustentar os caprichos da humanidade.
A sociedade, em suma, não adquiriu uma educação que valorizasse a preservação ambiental. Então, a única alternativa encontrada por biólogos, pesquisadores e cientistas para chamar atenção para a escassez dos recursos naturais é trabalhar para conscientizar a população da necessidade de se preocupar com a conservação do meio ambiente e de se começar a investir numa educação sustentável para as futuras gerações.
Um relatório feito pela WWF, uma organização não-governamental que atua em diversos países do globo com o objetivo de promover um desenvolvimento sustentável, constatou que a humanidade está usando 20% a mais de recursos naturais do que o planeta é capaz de repor. Este é um dado alarmante quando se tenta imaginar o mundo do próximo século.
Do ponto de vista econômico, falta às nações a visão de que a biodiversidade de seu país influencia em seu desenvolvimento. Isto, porque este aspecto está camuflado por trás da produção industrial, da tecnologia e da funcionalidade do sistema econômico nas comunidades. Falta aos seres humanos, como um todo, entenderem que a degradação da natureza afeta suas vidas diariamente, em diversos sentidos. Pode ser que os danos ainda não estejam visíveis para os indivíduos e é por essa razão que é preciso insistir e estimular a conscientização ambiental.” Redação Pensamento Verde 
https://www.pensamentoverde.com.br/atitude/as-melhores-formas-de-conscientizacao-ambiental/

 

FIQUE POR DENTRO DA SAJP Nº 008

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

18 de fevereiro de 2022

Imagem de câmeras de segurança

 

 

 

Compartilhamento de Cãmeras

O compartilhamento de câmeras no nosso grupo de Vizinhança Solidária surgiu logo após o início do grupo. Você sabe como funciona este compartilhamento?

Primeiro vamos ao conceito. A ideia do compartilhamento surge como uma alternativa para utilizar de forma coordenada as câmeras externas já instaladas pelos vizinhos para ajudar na apuração de ocorrências policiais na nossa região.

Normalmente essas câmeras estão conectadas a um DVR – Digital Video Recorder – que fica em cada residência. Como a maioria dos sistemas DVR são Intelbras, o que vou explicar a seguir se aplica, caso se trate de DVR Intelbras. Se não for Intelbras, explicarei mais ao final do artigo.

Esses DVRs nada mais são do que computadores que ficam ligados à Internet. É através deles que se consegue acessar às imagens, mesmo quando se está fora de casa.

Assim, o processo de compartilhamento consiste basicamente de duas coisas:
1. Criar um usuário no DVR e permitir que este usuário acesse somente as câmeras externas
2. Coletar a informação do Intelbras SN(serial number) do DVR

Com essas duas informações, os tutores da vizinhança solidária poderão acessar as imagens do DVR, quando necessário.

Importante frisar: somente as imagens das câmeras externas são acessadas, ou seja, as câmeras internas não são acessíveis. Além disso, somente os tutores do grupo terão acesso a essas imagens, que serão utilizadas para ajudar a polícia (militar ou civil) a resolver eventuais ocorrências na nossa região.

O processo deve funcionar assim:
– Uma ocorrência é relatada no grupo “Alertas de Segurança”
– Algum tutor disponível, verifica o local, e checa se temos câmeras compartilhadas na região
– Caso tenhamos, o tutor busca imagens nos DVRs para tentar achar imagens que ajudem na identificação dos criminosos
– As imagens são compartilhadas com a polícia

Caso o DVR não seja Intelbras, ainda assim é possível compartilhar as câmeras, mas daí é uma avaliação técnica a ser feita caso a caso.

Temos tido dificuldade para gerenciar essas câmeras, estamos precisando de voluntários para nos ajudar. Você pode nos ajudar? Entre em contato conosco.

Você tem câmeras na sua casa ou condomínio? Que tal ajudar a melhorar a segurança coletiva do nosso bairro? Compartilhe suas câmeras!
Marcio Yatsuda

 

 

 

União pela Segurança

“Projeto reúne pais e PM em grupos de WhatsApp para maior segurança nas escolas em Rio Preto
Projeto Vizinhança Solidária, que existe nos bairros, foi adotado por 14 escolas estaduais de Rio Preto para combater tráfico, brigas, assaltos e vandalismo; pais, professores e vizinhos dos colégios participam.
A Polícia Militar de Rio Preto começou a implantar nesta semana, em 14 escolas estaduais, o projeto Vizinhança Solidária Escolar. A meta é reduzir vandalismo, brigas, roubos e furtos nos colégios e afastar os traficantes dos alunos. Atualmente há 25 mil estudantes da cidade matriculados na rede estadual.
As escolas já são patrulhadas pela ronda escolar, mas a proposta é ter ajuda da comunidade para ficar “de olho” no que acontece quando a viatura não está por perto, diz o comandante do 17º Batalhão da Polícia Militar de Rio Preto, o coronel Paulo Sérgio Martins.
A implantação do projeto começou no início do ano letivo de 2020, para repetir nas escolas o modelo do projeto Vigilância Solidária, quando os moradores ajudam a vigiar a própria casa e a dos vizinhos, trocam informações por meio de grupos de WhatsApp e avisam a Polícia Militar quando veem algo suspeito. Com a pandemia, o projeto foi suspenso e está sendo retomado agora.
“A Vizinhança Solidária nas escolas une pais de alunos, diretores, inspetores, serventes e a PM em grupos de aplicativo de comunicação instantânea. Quando alguém vê algo estranho, já posta no grupo. Imediatamente, após visualizar, o policial do grupo, compartilha a informação com a equipe com viatura mais próxima que vai lá e checa”, explica o coronel.
“O interessante é que moradores vizinhos das escolas estaduais também quiseram participar. Ninguém melhor do que eles, que moram ao lado, para avisar”, explica.
Segundo o tenente Cláudio Ziroldo, porta-voz do 17º Batalhão da PM de Rio Preto, outro foco da Vizinhança Solidária Escolar é também fazer a prevenção contra invasão de escolas no período de aulas, como ocorreu em março de 2019 em Suzano, quando dois ex-alunos invadiram a escola estadual Raul do Brasil e mataram sete pessoas.
“Além dos protocolos de segurança que todo servente de escola tem, em manter os portões trancados, ele também fica atento a movimentações estranhas”, diz o porta-voz.
Parceria
A dirigente de ensino de Rio Preto, Adriana Campanhola, aprova a iniciativa e incentivou os diretores a aderirem. “É um programa maravilhoso. Nós gostamos muito porque envolve a comunidade no entorno das escolas. É uma forma de até engajar a comunidade junto à escola para resolver os problemas. Os vizinhos ajudam a monitorar as escolas à noite ou aos finais de semana”, afirma a diretora.
Adriana diz que, além disso, as escolas são equipadas com alarmes eletrônicos que são monitorados pela PM. Assim que ocorre qualquer invasão, um sensor avisa a base mais próxima para enviar uma viatura.
Vera Lucia Silva, mãe de aluna matriculada na escola estadual Noemia Bueno do Valle, no bairro Anchieta, aprova a ideia de criação dos grupos para dar mais segurança. “Muito importante ter este tipo de iniciativa, porque nós, pais, sempre ficamos preocupados com os nossos filhos desde a entrada da escola até o horário de saída. A escola e os professores são muito bons, mas o que deixa a gente de olho é a presença de pessoas estranhas perto dos alunos”, diz a mãe.
Patrulha solidária
Implantado em Rio Preto em 2017, o programa Vizinhança Solidária cresceu de três para 29 núcleos na região Rio Preto nos últimos quatros anos.
O mesmo modelo deve ser adotado em breve na zona rural de Rio Preto, com a versão rural do Vizinhança Solidária, mas focado em dar mais segurança nas fazendas e sítios da cidade.
Além da formação de grupos de WhatsApp por produtores rurais e funcionários, a PM começou a fazer a geolocalização de cada uma das fazendas e sítios. Depois desta coleta de dados, tudo será enviado para um programa que vai disponibilizar a localização para as viaturas – facilitando a chegada até os locais. Também foi implantada neste ano uma equipe de patrulhamento rural da Guarda Civil Municipal (GCM) de Rio Preto.
As duas iniciativas são impulsionadas pelo aumento de furtos de gado, implementos e defensivos agrícolas na zona rural na região de Rio Preto. (MAS)”
https://www.diariodaregiao.com.br/cidades/policia/projeto-reune-pais-e-pm-em-grupos-de-whatsapp-para-maior-seguranca-nas-escolas-em-rio-preto-1.940417 

 

 

 

Member Get Member

Todo programa de marketing que abrange um sistema de “member get member” tem como objetivo a conquista de novos clientes, associados, membros de uma comunidade. Nele está imbuído o principio de que quem indica uma nova pessoa tem vantagens que revertem em algum benefício e ou prêmio.
O que esperar de uma associação sem fins lucrativos, onde o maior trabalho é atender as necessidades da comunidade.
Qual o prêmio que se pode esperar de um programa desses em nossa Associação? Penso que o maior prêmio é a satisfação pessoal em ser mais um a ajudar ao próximo.
Para isso você que se preocupa em viver em harmonia, com segurança para si e para os demais, deve conhecer e mostrar aos seus vizinhos e amigos do bairro as ações beneficentes, as ações em busca de segurança para a coletividade do bairro, ações que envolvem a preservação do meio ambiente em nosso bairro, divulgando e fazendo parte de grupo que tem a satisfação de fazer o melhor para todos.
Participe!  Ajudar ao próximo é ajudar a você mesmo.
Mauro Costa

Logotipo Corrente do Bem

 

 

 

Corrente do Bem

Neste começo de ano, foi incrível a mobilização da Vizinhança para o novo SAICA, o Santa Maria, na Rua Heriberto Simões do Vale, 109. Conseguimos, através de um grupo de moradores, doar todos os utensílios de cozinha, além de 1 tanquinho para a lavanderia. Uma vizinha doou um conjunto de panelas industriais.

Para o SAICA Cidade Ademar foi doado: material pedagógico, jogos, roupas, um berço e uma cama de ferro com colchão e roupa de cama para a Rita, portadora de autismo.

Para a Casa de acolhimento de idosos doamos: roupas, sapatos, tapetes e panelas.

Para o Sidnei(Coreia/Campinho) doamos: pratos, talheres, panelas, sapatos de criança e roupas.

Quando você tiver algum material a ser doado, fale comigo (whats: 99976-2193). Obrigada!
Elaine Pascon

Globo terrestre em chamas

 

 

 

Conscientizando”: Efeito Estufa e Aquecimento Global

“O efeito estufa é um fenômeno natural e possibilita a vida humana na Terra. Parte da energia solar que chega ao planeta é refletida diretamente de volta ao espaço, ao atingir o topo da atmosfera terrestre – e parte é absorvida pelos oceanos e pela superfície da Terra, promovendo o seu aquecimento. Uma parcela desse calor é irradiada de volta ao espaço, mas é bloqueada pela presença de gases de efeito estufa que, apesar de deixarem passar a energia vinda do Sol (emitida em comprimentos de onda menores), são opacos à radiação terrestre, emitida em maiores comprimentos de onda. Essa diferença nos comprimentos de onda se deve às diferenças nas temperaturas do Sol e da superfície terrestre.

De fato, é a presença desses gases na atmosfera o que torna a Terra habitável, pois, caso não existissem naturalmente, a temperatura média do planeta seria muito baixa, da ordem de 18ºC negativos. A troca de energia entre a superfície e a atmosfera mantém as atuais condições, que proporcionam uma temperatura média global, próxima à superfície, de 14ºC.

Quando existe um balanço entre a energia solar incidente e a energia refletida na forma de calor pela superfície terrestre, o clima se mantém praticamente inalterado. Entretanto, o balanço de energia pode ser alterado de várias formas: (1) pela mudança na quantidade de energia que chega à superfície terrestre; (2) pela mudança na órbita da Terra ou do próprio Sol; (3) pela mudança na quantidade de energia que chega à superfície terrestre e é refletida de volta ao espaço, devido à presença de nuvens ou de partículas na atmosfera (também chamadas de aerossóis, que resultam de queimadas, por exemplo); e, finalmente, (4) graças à alteração na quantidade de energia de maiores comprimentos de onda refletida de volta ao espaço, devido a mudanças na concentração de gases de efeito estufa na atmosfera.

Essas mudanças na concentração de gases de efeito estufa na atmosfera estão ocorrendo em função do aumento insustentável das emissões antrópicas desses gases.

As emissões de gases de efeito estufa ocorrem praticamente em todas as atividades humanas e setores da economia: na agricultura, por meio da preparação da terra para plantio e aplicação de fertilizantes; na pecuária, por meio do tratamento de dejetos animais e pela fermentação entérica do gado; no transporte, pelo uso de combustíveis fósseis, como gasolina e gás natural; no tratamento dos resíduos sólidos, pela forma como o lixo é tratado e disposto; nas florestas, pelo desmatamento e degradação de florestas; e nas indústrias, pelos processos de produção, como cimento, alumínio, ferro e aço, por exemplo. 

Aquecimento global

Embora o clima tenha apresentado mudanças ao longo da história da Terra, em todas as escalas de tempo, percebe-se que a mudança atual apresenta alguns aspectos distintos. Por exemplo, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera observada em 2005 excedeu, e muito, a variação natural dos últimos 650 mil anos, atingindo o valor recorde de 379 partes por milhão em volume (ppmv) – isto é, um aumento de quase 100 ppmv desde a era pré-industrial.

Outro aspecto distinto da mudança atual do clima é a sua origem: ao passo que as mudanças do clima no passado decorreram de fenômenos naturais, a maior parte da atual mudança do clima, particularmente nos últimos 50 anos, é atribuída às atividades humanas.

A principal evidência dessa mudança atual do clima é o aquecimento global, que foi detectado no aumento da temperatura média global do ar e dos oceanos, no derretimento generalizado da neve e do gelo, e na elevação do nível do mar, não podendo mais ser negada.

Atualmente, as temperaturas médias globais de superfície são as maiores dos últimos cinco séculos, pelo menos. A temperatura média global de superfície aumentou cerca de 0,74ºC, nos últimos cem anos. Caso não se atue neste aquecimento de forma significativa, espera-se observar, ainda neste século, um clima bastante incomum, podendo apresentar, por exemplo, um acréscimo médio da temperatura global de 2ºC a 5,8°C, segundo o 4° Relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), de 2007.

Em resumo, a primeira parte do 4º relatório do IPCC, que compila os estudos sobre base científica da mudança do clima, considera o aquecimento global um fenômeno inequívoco e, muito provavelmente, causado pelas atividades antrópicas. A comunidade científica tem tido um papel importante para subsidiar os países em sua tomada de decisão, fornecendo projeções da mudança do clima sob diferentes cenários futuros, dentro de margens de erro aceitáveis, indicando desafios e apontando oportunidades.”
Texto extraído de: https://antigo.mma.gov.br/informma/item/195-efeito-estufa-e-aquecimento-global.html

atividades antrópicas: ação antrópica corresponde a uma ação realizada pelo homem.

FIQUE POR DENTRO da SAJP Nº 007

Notícias e novidades sobre a SAJP – Sociedade de Amigos do Jardim Prudência e Adjacências

16 de dezembro de 2021

Editorial

Eis que 2021 está chegando ao fim… E que ano!

Começamos o ano assolados por quase dez meses de pandemia, querendo acreditar que em breve poderíamos voltar à “nossa vida normal”, ou a um “novo normal”. Mal sabíamos que o pior ainda estava por vir, e que vivenciaríamos meses sombrios, com o número de casos e mortes nas alturas. Quase todos temos ao menos um caso de conhecido ou parente que perdeu a vida para essa doença traiçoeira, ou os que ficaram com sequelas, e ainda lutam para retomar suas vidas.

Felizmente, com a chegada das vacinas, pudemos ver a curva pandêmica embicar para baixo, e nos últimos meses retomar algumas atividades sociais e culturais que tanto nos fizeram falta. Obviamente, sem descuidar, pois a pandemia ainda não acabou, e novas variantes surgiram, e vão continuar surgindo, desafiando as vacinas e os sistemas de saúde no mundo afora.

Diante desse cenário de fundo, como foi o ano da SAJP?

Um dos maiores destaques do ano certamente foi o projeto “Ame o Verde”. Liderado pela diretora do programa do “Meio Ambiente e Urbanismo” da SAJP, Lorena Rabarchi. Diversas pessoas se uniram em torno da causa de fazer melhorias em praças da região. Adotamos a rotatória na confluência das ruas Francisco Lopes Pinto e Manoel Alonso Medina, que é carinhosamente mantida por associados que moram próximos.

Promovemos também mutirões na Praça Diego Barros:

Iniciamos também um ousado plano de melhorias na praça Luiz Álvaro de Araújo, localizada na Rua Robélia. Elaboramos um projeto arquitetônico / paisagístico com as melhorias desejadas, e começamos a correr atrás de sua viabilização. Inicialmente acreditávamos que somente em 2022 conseguiríamos realiza-lo, mas através da mobilização e parceria com o poder público, conseguimos obter os recursos para que as melhorias iniciais já fossem realizadas. Novas melhorias devem ser feitas ao longo de 2022.

Este também foi um ano marcado pelas diversas ações sociais promovidas pela Diretoria de Ações Culturais e Sociais da SAJP, lideradas pela incansável diretora Elaine Pascon. Promovemos, juntos com o Colégio São Sabas, uma ação para doação de sangue, que teve ampla adesão dos moradores:

Passamos a contribuir mensalmente com cestas básicas para o Centro de Acolhimento São José, localizado na Rua Francisco Teles Dourado. Recentemente instalado no bairro, este centro realiza o acolhimento de crianças e jovens de famílias com problemas. Além disso diversas campanhas de doações de alimentos e roupas beneficiaram diversas instituições e famílias carentes da região. É impressionante a solidariedade demonstrada pela nossa vizinhança! A adoção às campanhas foi maciça, e certamente fizemos a diferença na vida de muitas pessoas que estão lutando para atravessar por este momento tão difícil.

Foi um ano também de exercer pressão política no poder público, para defender os interesses da população paulistana. Apesar do parecer contrário do Ministério Público, a Prefeitura de São Paulo insistia em realizar neste ano a Revisão do Plano Diretor Estratégico. Esta revisão exige ampla participação popular, para que as mais diversas camadas da população possam ser ouvidas, e assim ter seus interesses respeitados. Liderado pelo Marcelo Sampaio, que passou a integrar a diretoria da SAJP, nos juntamos ao “Movimento Defenda São Paulo”, e passamos a integrar junto a outras mais de 500 associações de bairro a “Frente São Paulo pela Vida”. E a mobilização da sociedade civil deu resultado! Por fim a Prefeitura acabou cedendo, e a revisão ficou para 2022, quando esperamos ter condições para uma ampla participação popular nesse processo.

Recentemente promovemos um abaixo assinado para pressionar o poder público para que tomem providências efetivas no enfrentamento das constantes enchentes na Rua das Flechas. Esse abaixo assinado foi entregue ao subprefeito de Cidade Ademar, e seguiremos monitorando e pressionando.

Tudo isso sem perder de vista nossas raízes, o programa “Vizinhança Solidária” que visa melhorar a segurança na região, através de ações preventivas, melhoria na comunicação entre os vizinhos e integração com as forças de segurança, em especial a Polícia Militar. Liderados pelo Macelo Payão e Marcus Vinicius, tutores do programa, diversas reuniões foram realizadas com o comando da 3ª Cia do 22º BPM para discutir o tema e recentemente passamos a acompanhar a evolução dos índices criminais da nossa região. Apesar de ainda não ser o ideal, os índices de violência na região sofreram expressivas quedas (cerca de 20% out/2020 x out/2021), e seguiremos monitorando para acompanhar sua evolução.

Além dos nomes aqui citados, a SAJP só é possível com o apoio de nomes como Milton Chicoli, nosso tesoureiro desde a fundação da associação, e que infelizmente está nos deixando, pois está se mudando. Em seu lugar já temos o Mauro Costa, que em breve será formalizado em assembleia como novo tesoureiro.

Temos também a nossa querida Vera Nascimento, que diligentemente nos ajuda fazendo de maneira impecável as atas das nossas reuniões, permitindo assim que tenhamos um registro histórico do trabalho realizado pela SAJP.

Mas se a SAJP tem um coração, este coração se chama Sueli Calado secretária da SAJP, e nossa atual Diretora de Comunicação e Marketing. Ela é quem bombeia sangue para todas as partes do corpo da SAJP, cobrando e mantendo a disciplina do grupo.

Ao lado dessas pessoas, integrantes da diretoria da SAJP, muitas pessoas se juntaram e foram fundamentais para as diversas ações, como Elaine Paviani, Elaine Lippi, Adriana Paes, Heitor Santini, Ligia Fernandes, Elaine Bueno, Roberto Takashi Ono.

Tenho um baita orgulho de fazer parte deste grupo. Mesmo nos momentos mais difíceis, sempre tem alguém que mantém a bola no alto, e assim seguimos o jogo, um ponto de cada vez.

Meu muito obrigado a cada um de vocês.

E você que ainda não se envolveu com as ações da SAJP? Bora se juntar a esse time em 2022? Associe-se, divulgue.

Em nome da SAJP, desejo a todos um Feliz Natal, e um 2022 repleto de saúde e realizações.

Márcio Yatsuda